Renato Russo

La Solitudine (F.Cavalli, P.Cremonesi, A.Valsiglio)

Marco se ne è andato e non ritorna piú
E il treno delle 7:30 senza lui
È un cuore di metallo senza l’anima
Nel freddo del mattino grigio di città

A scuola il banco à vuoto, marco è dentro me
È dolce il suo respiro fra i pensieri miei
Distanze enormi sembrano dividerci
Ma il cuore batte forte dentro me

Chissà se tu mi penserai,
se con i tuoi non parli mai
Se ti nascondi come me
Sfuggi gli sguardi e te ne stai
Rinchiuso in camera e non vuoi mangiare
Stringi forte a te il cuscino
Piangi e non lo sai quanto altro male ti farà
La solitudine

Marco nel mio diario ho una fotografia
Hai gli occhi di bambino un poco timido
La stringo forte al cuore e sento che ci sei
Fra i compiti d’inglese e matematica

Tuo padre e i suoi consigli che monotonia
Lui con il suo lavoro ti ha portato via
Di certo il tuo parere non l’ha chiesto mai
Ha detto “un giorno tu mi capirai”

Chissà se tu mi penserai, se con gli amici parlerai
Per non soffrire più per me, ma non è facile lo sai
A scuola non ne posso più, e i pomeriggi senza te
Studiare è inutile tutte le idee, si affollano su te

Non è possibile dividere la vita di noi due
Ti prego aspettami amore mio, ma illuderti non so !
La solitudine fra noi, questo silenzio dentro me
El’inquietudine di vivere la vita senza te
Ti prego aspettami perché
Non posso stare senza te
Non è possibile dividere la storia di noi due

La solitudine fra noi, questo silenzio dentro me
E l’inquietudine di vivere la vita senza te
Ti prego aspettami perché
Non posso stare senza te
Non è possibile dividere la storia di noi due
La solitudine

0 comentário sobre “La Solitudine (F.Cavalli, P.Cremonesi, A.Valsiglio)

  • Jean Antonio disse:

    Essa é a música de uma mãe que fala com nostalgia da partida do seu filho. É uma música de poucas interpretaçãoes pessoais, pois é muito simples e direta. Inconformada com o fato de seu pai, um homem frio, te-lo levado pra longe dela, ela observa os ambientes e momentos onde a ausência de Marco, agora, é o que os preenche. Daí o refrão é um grito inconformado da mão pelo filho, de tanta solidão que ela esta sentindo. Ela se pergunta se ele também estaria sentindo a mesma coisa, e diz que está sendo impossível viver tal distância, com esse vazio dentro de si, e roga desesperadamente ao garoto que a espere porque nao pode mesmo ficar sem ele. A solidão.

  • Não tem nada a ver com mãe e filho. Trata-se de um amor infantil. “A scuola il banco à vuoto, marco è dentro me” e “A scuola non ne posso più, e i pomeriggi senza te
    Studiare è inutile tutte le idee, si affollano su te” Provam que o eu lírico sente falta do amor que se foi e faz referência à escola, que era o cenário mais comum aos dois, que foram afastados por que um dles (Marco) se mudou

  • Princesinha disse:

    Essa música relata com exatidão a minha história, até mesmo antes dela ter existido. Pois eu havia começado um namoro com o meu ex marido.E com apenas ha 2 meses surgiu acontece a nossa primera vez, ouvindo calmamente essa musica, e marcando cada sinal dos nossos corpos. Essa relação durou 16 anos, casamos, mas nunca conseguimos descobrir a tal felicidade. Porem existiu uma paixão grande, um companherismo, mas jamais uma cumplicidade. Foi quando surgiu uma sofrida e bruta sepração. Onde hj já se fazem 4 anos, e agora que consigo notar, que *Marcos* descobriu outros interesses, talvés o de homosexual, mas ele não se aceitando dessa forma, ele descidiu criar situações onde ele teria que ter duas esposas, se não ele não conseguiria ser feliz.Hj consigo perceber de longe a necessidade da fuga dos seus desejos mais intimos, e certamente dolorosos. Graças a Deus estamos bem, cada um vivendo sua vida. Mais mesmo antes de viver esses 16 anos, já haviam indicativos desse sofrimento, onde ele era preso a essa solidão. Que hj entendo, como a incerteza da homosexualidade, ou o medo do que vem depois dela.

  • Ramilla disse:

    Esta musica me lembra quando no ano de 2004 o menino que eu namorava foi pros eua. O pai dele morava la a dois anos e resolveu lever ele, sua irma e sua mae para todos trabalhar… Eu ficava aqui imaginando se ele tbm estaria pensando em mim. Ja faz 10 anos que ele foi pra la e nao mais voltou…

  • Priscila disse:

    Laura Pausini ganhou o Festival de Sanremo em 1993 cantando essa música, que fala de seu primeiro namorado: Marco. A primeira versão apresentada pelos compositores falava de uma menina, Anna, mas Laura, ao ler a letra, se identificou totalmente, porque era o que ela vivia com Marco, um rapaz da cidade dela, Solarolo. O “treno delle 7:30” é o trem que Laura, Marco e todos os estudantes da cidade pegavam juntos para a escola. A parte “Marco nel mio diario ho una fotografia” também é real, pois Laura tem até hoje o diário em que ela registrava o que ocorria nesse relacionamento. Ela conta essa história em um documentário chamado “My Story” (tem inteiro no Youtube), e ela mostra a cidade dela, anda no trem que eles pegavam e mostra o diário onde ela anotava as coisas.

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