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O Rappa

Verdade de Feirante

Onde está?
Onde está minha parte da verdade
Meio suja,meio suja
Meio de achaque
Calafate de arame,calafate de arame
De plastik
Casa pequena de pau, casa pequena de pau
De rebite
Tá no grito, tá no sol que bate
Tá no rito, tá no sol que arde
Tá na rua em desespero
No choro, no tiro, no medo
Tá no dedo, tá no dedo
Sempre apontado pra cara do x9
Tá deitado no chão, falando o que pode
No choro, no tiro, no medo,
Falando o que pode,
Tá no dedo apontado pra cara do x9
Onde está minha paz, e a verdade de pescador
Que toca viola e bebe cachaça, e cidra barata
Que debaixo do sol, sob a barraca
Feia freguesia, segue bonita a vida
Tá no grito, tá no sol que bate
Tá no rito, tá no sol que arde
Onde está? (tá no sol que arde)
Não tenho mão digital
Minha vida é sem graça, quase cópia
Produtor-camelô, de birosca
Cd pirata no mundo igualzinho
Eu sou igual meus pais, cd pirata no mundo
Eu digo pra você, igualzinho
Minha vida é sem graça, quase cópia
Produtor-camelô, de birosca
Cd, no mundo igualzinho, ei, ei, ei
Cd pirata no mundo, tudo copiadinho

2 respostas em “Verdade de Feirante”

bem acho que essa musica se trata de questoes que os trabalhadores informais sofrem “ta no grito ta no sol que arde ta na rua em desespero”

Primeiramente o rappa faz uma brincadeira entre o que é a verdade e mentira. Uma vez que o feirante não vende produtos verdadeiros, pelo contrário, vende produtos falsificados e piratas.

Segue fazendo metáforas acerca da dificuldade da vida do feirante, os problemas dentro da sua casinha de madeira e plástico onde faz suas vendas, os problemas com X9(dedo duro que exponha a sua falsificação).

Por fim, volta ao tema da crítica a vida do feirante, o qual passou tanto tempo vendendo produtos falsos que ele mesmo se tornou um cd pirata, um produto
falsificado. Só mais uma cópia e produto do mundo.

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