Adoniran Barbosa

Pafunça

Pafúnça, pafúnça.
Pafúnça que pena pafunça que nossa amizade virou bagunça
Pafúnça, pafúnça.
Pafúnça que pena pafunça que nossa amizade virou bagunça

Pafúnça acabou-se a sopa
Que te dava pra eu morfar
Pafúnça acabou-se as ropa
Que eu te dava pra lavar

Hoje eu vivo no abandono
Um vira-lata sem dono
E pra me judiar pafunça
Nem meu nome tu pronúnça

O teu coração sem amor
Se esfriou, se desligou,
Inté parece, pafúnça,
Aqueles alevador,
Que está escrito “não funúnça”
E a gente sobe a pé!
E pra me judiar, pafúnça
Nem meu nome tú pronúnça

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