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(refrão)
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor, engolir a labuta
Mesmo calada a boca, resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta

(refrão)

Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa

(refrão)

De muito gorda a porca já não anda
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade
Mesmo calado o peito, resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade

(refrão)

Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo diesel
Me embriagar até que alguem me esqueça



Qual é a sua interpretação?





*



130 Comentários

Eu choro com essa musica

drogas

Uma das mais bonitas e inteligentes letras já escrita por um poeta brasileiro,retrata a situação do povo brasileiro durante a ditadura no Brasil.Cale-se,porque,se falar morre.

Essa musica é deprimente e ao msm tempo maravilhosa sua descrição é fantastica!!

é uma critica contra a censura na quela época

Acho que é uma critica

Acho que as interpretações das músicas do Chico são bem amplas. No meu entendimento a palavra Cálice foi um disfarce para o CALE-SE que generais da ditadura impunham a todos. e a frase ” … de que me vale ser filho da santa, melhor seria ser filho da outra…” essa “outra” seria uma rima oculta, que no meu ver ficaria assim: “… DE QUE ME VALE SER FILHO DA SANTA, MELHOR SERIA SER FILHO-DA-PUTA. Gênio como o Chico que “brinca” com as palavras podemos esperar tudo.

(Pai, afasta de mim esse cálice)
Sintetiza uma súplica por algo que se deseja ver à distância. Boa parte da música faz uma analogia entre a Paixão de Cristo e o sofrimento vivido pela população aterrorizada com o regime autoritário. O refrão faz uma alusão à agonia de Jesus no calvário, mas a ambigüidade da palavra “cálice” em relação ao imperativo “cale-se”, remete à atuação da censura.

(De vinho tinto de sangue)
O “cálice” é um objeto que contém algo em seu interior. Na Bíblia esse conteúdo é o sangue de Cristo, na música é o sangue derramado pelas vítimas da repressão e torturas.

(Como beber dessa bebida amarga)
A metáfora do verso remete à dificuldade de aceitar um quadro social em que as pessoas eram subjugadas de forma desumana.

(Tragar a dor, engolir a labuta)
Significa a imposição de ter que agüentar a dor e aceitá-la como algo banal e corriqueiro. “Engolir a labuta” significa ter que aceitar uma condição de trabalho subumana de forma natural e passiva.

(Mesmo calada a boca, resta o peito)
Os poetas afirmam que mesmo a pessoa tendo a sua liberdade de pronunciar-se cerceada, ainda lhe resta o seu desejo, escondido e inviolável dentro do seu peito.

(Silêncio na cidade não se escuta)
O silêncio está metaforicamente relacionado à censura, que, desta forma, é entendida como uma quimera, um absurdo inexistente, porque, na medida em que o silêncio não se escuta, o silêncio não existe.

(De que me vale ser filho da santa / Melhor seria ser filho da outra)
Não fugindo à temática da religião, Chico e Gil usam de metáforas para mostrar suas descrenças naquele regime político e rebaixam a figura da “pátria mãe” à condição inferior a de uma “prostituta”, termo que fica subentendido na palavra “outra”.

(Outra realidade menos morta)
Seria uma outra realidade, na qual os homens não tivessem sua individualidade e seus direitos anulados.

(Tanta mentira, tanta força bruta)
O regime militar propagandeava que o país vivia um “milagre econômico” e todos eram obrigados a aceitar essa realidade como uma verdade absoluta.

(Como é difícil acordar calado / se na calada da noite eu me dano)
O eu-lírico admite a dificuldade de aceitar passivamente as imposições do regime, principalmente diante das torturas e pressões que eram realizadas à noite. Tudo era tão reprimido que necessitava ser feito às escondidas, de forma clandestina.

(Quero lançar um grito desumano / que é uma maneira de ser escutado)
Talvez porque ninguém escutasse as mensagens lançadas por vias pacíficas e ordeiras, uma das possibilidades, por conta de tanto desespero, seria partir para o confronto.

(Esse silêncio todo me atordoa)
Esse verso denuncia os métodos de torturas e repressão, utilizados para conseguir o silêncio das vítimas, fazendo-as perderem os sentidos.

(Atordoado, eu permaneço atento)
Mesmo atordoado o eu-lírico permanece atento, em estado de alerta para o fim dessa conjuntura, como se estivesse esperando um espetáculo que estaria por vir.

(Na arquibancada, pra a qualquer momento ver emergir o monstro da lagoa)
Entretanto, o espetáculo pode ser, ironicamente, somente o surgimento de mais um mecanismo de imposição de poder do regime, representado pelo monstro da lagoa.

(De muito gorda a porca já não anda)
Essa “porca” refere-se ao sistema ditatorial, que, de tão corrupto e ineficiente, já não funcionava. O porco também é um símbolo da gula, que está entre os sete pecados capitais, retomando a temática de religiosidade e elementos católicos.

(De muito usada a faca já não corta)
Demonstra inoperância, ou seja, mostra o desgaste de uma ferramenta política utilizada à exaustão.

(Como é difícil, pai, abrir a porta)
É expresso o apelo para que sejam diminuídas as dificuldades, mas ao mesmo tempo apresenta a tarefa como sendo muito difícil. A porta representa a saída de um contexto violento. Biblicamente, sinaliza um novo tempo.

(Essa palavra presa na garganta)
É a dificuldade para encontrar a liberdade, a livre expressão. É o desejo de falar, contar e descrever a todos a repressão que está sendo imposta.

(Esse pileque homérico no mundo)
Refere-se ao desejo de liberdade contido no peito de cada cidadão dos países vivendo sob os vários regimes autoritários existentes no mundo.

(De que adianta ter boa vontade)
É um autoquestionamento sobre a ânsia de lutar pela liberdade, uma vez que o mundo estava ao avesso. Refere-se a uma frase bíblica: “paz na terra aos homens de boa vontade”.

(Mesmo calado o peito resta a cuca dos bêbados do centro da cidade)
Mesmo sem liberdade o homem não perde a mente e pode continuar pensando.

(Talvez o mundo não seja pequeno nem seja a vida um fato consumado)
A partir deste verso o eu-lírico sugere a possibilidade de a realidade vir a ser diferente, renovando suas esperanças.

(Quero inventar o meu próprio pecado)
Expressa a vontade de libertar-se da imposição do erro por outros para recriar suas próprias regras e definir por si só, quais são seus erros, sem que outros o apontem. Tem o significado de estar fora da lei. O verbo aproxima-se do desejo urgente e real de liberdade.

(Quero morrer do meu próprio veneno)
Neste verso está implícito que ele deseja ser punido pelos erros que ele vier a praticar seguindo o seu livre-arbítrio, e não, tendo seu desejo cerceado, punido por erros que o sistema acha que ele poderá vir a cometer.

(Quero perder de vez tua cabeça / minha cabeça perder teu juízo)
Traz a idéia de que o eu-lírico deseja ter seu próprio juízo e não o do poder repressor. Quer decapitar a cabeça da ditadura e libertar-se do juízo imposto por ela, para ser dono de suas próprias idéias.

(Quero cheirar fumaça de óleo diesel / me embriagar até que alguém me esqueça)
Para encerrar, Chico e Gil usaram uma imagem forte das táticas de tortura. Para fazer com que os subjugados perdessem a noção da realidade, dentro da sala os repressores queimavam óleo diesel, cuja fumaça deixava-os embriagados. Entretanto, os subjugados também possuíam táticas antitortura, e uma das artimanhas era justamente fingir-se desmaiado, pois, enquanto nesta condição, não eram molestados pelos torturadores.

Quando se diz, “Na arquibancada pra a qualquer momento/Ver emergir o monstro da lagoa…”, refere-se a um dos presidentes da repressão que morava no bairro da Lagoa Rodrigo de Freitas e que aos domingos ia ao Maracanã assistir aos jogos de futebol.

A música Cálice, lançada por Chico Buarque em 1973, faz alusão a oração de Jesus Cristo dirigida a Deus no Jardim do Getsêmane: “Pai, afasta de mim este cálice”. Para quem lutava pela democracia, o silêncio também era uma forma de morte. Para os ditadores, a morte era uma forma de silêncio. Daí nasceu a ideia de Chico Buarque: explorar a sonoridade e o duplo sentido das palavras “cálice” e “cale-se” para criticar o regime instaurado.

É o Chico Buarque reclamando após ter bebido um bom gole de Fernet – bebida muito amarga feita com mais de 100 diferentes ervas! Na, ocasião estavam na cobertura de Gilberto Gil, na Lagoa – foi Gil quem serviu-lhe a bebida… Por isso o trecho falando do monstro saindo da lagoa. Claro que esse acontecimento corriqueiro gerou todo um duplo sentido que se encaixa direitinho com a Ditadura e a censura.

Cálice é um trocadilho com o verbo Calar no imperativo. Imperativo da força bruta da Ditadura Militar. Pensa-se no Cálice Sagrado de Jesus Cristo,mas não é. O silencio preso na garganta é porque não tinhamos na época a liberdade de expressão,pois a Ditadura censurava e utilizava da força bruta. Bebida amarga- Ditadura. Tragar a dor são as torturas.

Acho q a palavra mais importante na letra é o cálice pq resume em uma palavra tudo q ele quer dizer: opressao, repressao, ditadura. Apesar de todas as palavras terem não só um sentido figurado, mas ambíguo e capsioso, todo o enredo gira em torno do cálice que simboliza a ditadura. Essa letra é mto inteligente e demonstra a revolta no jogo de palavras sem deixar explícito para não leve à censura.

Fico com eles:
1- Elis:”Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo o que fizemos ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais.” Viví todo este processo infernal de ditatura com seu climax principalmente nos anos 70,uma verdadeira nóia a cada dia,ou a cada instante de dia e de noite! haja visto:
2- Raulzito: ” Medo de ter feito alguma anotação que eu fiz e que se possa ler eu gosto de escrever… eu sinto medo! ”
Alguém hoje em pleno ano 2013 ousa falar abertamente o que pensa sobre o sistema politico financeiro e juridico vigente?
Ninguém fala nada!
O Cale-se! ainda não virou tulipa nem muito menos se quebrou.
Até quando??????
Afasta de nós este Cale-se !!!!!!!!!!!!!

E O VERBO ENCARNADO JÁ SE CONSAGRA NA AÇÃO DO FILHO DO HOMEM:
(2Rs.21.10) – ENTÃO O SENHOR FALOU POR INTERMÉDIO DOS PROFETAS, SEUS SERVOS, DIZENDO: APRESSAMOS-NOS A CONSAGRAR A AUTO-REVELAÇÃO DE CRISTO, NA NOSSA EXORTAÇÃO; (Is.30.12) – PELO QUE ASSIM DIZ O SANTO DE ISRAEL:
(AP.1.10/11) Achei-me em Espírito no dia 30.09.1985, e ouvi por detrás de mim grande voz como de trombeta, dizendo:: (TB.7.7) – Abençoado sejas, filho meu, porque és filho de um Homem de bem e virtuosíssimo; (1SM.9.20) – e para quem está reservado tudo o que é precioso em Israel: (GN.27.43) – Agora, pois, meu filho, ouve o que te digo: (DT.6.6) – Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; (EZ.28.6) pois que estimas o teu coração, como se fora o coração de Deus: (IS.22.4) – Portanto digo: (SL.20.4) – Conceda-te segundo o teu coração, e realize todos os teus desígnios; (LS.15.3) – porque conhecer-te é a consumada justiça, e o saber a tua justiça e o teu poder, é a raiz da imortalidade. (SL.119.130) – A REVELAÇÃO das tuas palavras esclarece, e dá entendimento aos simples: (GN.28.15) Eis que Eu estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores…
(LC.20.9) – A seguir passou Jesus a proferir ao povo esta parábola:

(GN.1.5) – CHAMOU DEUS A LUZ DIA, E AS TREVAS NOITE: HOUVE TARDE E MANHÃ, O PRIMEIRO DIA: (AR.59.5)

(GN.43.23) – Ele disse:(2TS.1.3) – Irmãos, cumpre-nos dar sempre graças a Deus, no tocante a vós outros, como é justo, pois a vossa fé cresce sobremaneira e o vosso mutuo amor de uns para com os outros vai aumentando: (JB.6.27) – Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo: (GL.1.9) E assim como já dissemos, agora repito: (JB.14.6) – Eu sou o caminho a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim: (JS.23.14) – Eis que, hoje, já sigo pelo caminho de todos os da terra; (1CO.15.45) – pois assim está escrito, segundo a recomposição das 59 letras e dos 5 sinais que compõem a parábola acima, a saber:

DEUS ESPIRITUALIZOU O HOMEM: ENTÃO, HA UM CRISTO NA ERA, HA A VERDADE E VIDA: (IL.59.5)

(MT.21.33) – Atentai noutra parábola:
(EZ.) – EZEQUIEL: A VISÃO DOS QUATRO QUERUBINS: (ES.5.2) – É AZUL: (AR.37.5)
(HB.13.22) – Rogo-vos, ainda, irmãos, que suporteis a presente EXORTAÇÃO que vos escrevi resumidamente; (1TS.2.3) – pois a NOSSA EXORTAÇÃO não procede de engano, nem de impureza, nem se baseia em dolo; (2CO.2.17) – porque nós não estamos como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus: (JB.8.12) – Eu sou a luz do mundo: Quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida: (1SM.12.3) – Eis-me aqui: Testemunhai recompondo as 37 letras e 5 sinais da parábola acima, gerando o testemunho do Verbo Divino, que diz:
O QUE NÃO QUIS TER BOA VIDA QUIS SER LUZ: E É A LUZ: (IL.37.5)

A frase “Afasta de mim esse cálice, Pai”, pode ser interpretada como uma súplica para que o “Pai” afaste do eu-lírico esse “cale-se”, isto é, a censura imposta pela ditadura.

Valeu, Um certo alguém

Quando ele diz: ‘Esse pileque homérico no mundo, de que adianta ter boa vontade’, ele quer dizer que o mundo (naquele momento) estava em uma confusão enorme (sem paz), e por isso, não adiantaria ter boa vontade, posto que não havia paz (a Bíblia terra: ‘Paz na terra aos homens de boa vontade).

” Esse piléque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade ”

Alguém pode explicar essa parte ? Obrigado

2.Ivan quantoa anos vc tem? dependendo de sua idade vc não vai entender mesmo, pois era a epoca da ditadura uma repressão danada onde tudo era censurado. então para driblar a censura os autores usavam dupla linguagem. Quanto ao que a musica diz ser filho da santa, está se referindo a ditadura que aparentemente era tudo certinho,

1.Ivan quantoa anos vc tem? dependendo de sua idade vc não vai ebtebder mesmo, pois era a epoca da ditadura uma repressão danada onde tudo era censurado. então para driblar a censura os autores usavam dupla linguagem. Quanto ao que a musica diz ser filho da santa, está se referindo a ditadura que aparentemente era tudo certinho, mas era só mentira, força bruta.

Ivan quantoa anos vc tem? dependendo de sua idade vc não vai ebtebder mesmo, pois era a epoca da ditadura uma repressão danada onde tudo era censurado. então para driblar a censura os autores usavam dupla linguagem. Quanto ao que a musica diz ser filho da santa, está se referindo a ditadura que aparentemente era tudo certinho,

quanto a parte da musica que diz ver emergir o monstro fa lagoa, meu entendimento é referente os inocentes que o regime asassinavam e eram jogavam nas lagoas.

Não entendi bulufas do que foi dito nesta música. Simplismente nada x nada. Será que sou tão burro assim?

Boa noite a todos.

Com tantas informações e dicas acho que se fosse hoje o Chico Buarque e Gilberto Gil seriam presos.

Mas a música é muito inteligente e retratava a situação real da época.

O Arranjo, melodia, harmonia da música são surpreendentes e inovador para época e também demonstra a capacidade destes músicos ainda jovens na época

Acho que se perde muito da música quando se a limita a seu contexto histórico e político. Muito mais interessante do que lutar contra a opressão prática de uma ditadura é a luta vez após vez travada contra a opressão que sofre o homem, em qualquer que seja o estilo de sociedade que vive. A opressão da moral da respectiva época, aqui simbolizada pelo cristianismo (a eucaristia: cálice), é um tormento a quem quer se ver livre, mas não consegue evocar autonomia de seu coração amarfanhado de valores imemorialmente estabelecidos. Quer-se o próprio pecado, não o que sai da cabeça do pai, autoridade máxima.

muito obrigado gente, a análise de vocês nos ajudaram pakas a fazer o trabalho de Geografia
3bjs :*

vcs tudo merece uma piroca

Na musica a palavra calise tem 3 sentidos: calice de calar a boca, calice a taça(para não alarmar as altoridades sobre a musica e seu sentido)e calice da igreja que é o que contem o vinho que simboliza o sangue.
Outro trecho importante é a parte
(Na arquibancada, pra a qualquer momento ver emergir o monstro da lagoa)
, nessa parte retrata a um ditador que gostava de assistir jogos de futebol na arquibancada, então esse emergir do monstro, se refere ao ditador que se levanta na ignorancia do povo da época.
os que lutavam eram a maioria daqueles que tinham inteligencia, força de vontade e sabiam o que acontecia na época com o país!

Porca gorda é a sociedade de consumo, faca cega é a falta de consciência do povo na época.

joana Cardoso brigadu pela tua colaboração! Meu trab de escola vai ficar daora!!! Tava msm precizando de nota. Deus te abençoe! Bjuuus nu coraçao!

a parte mais importante: ´´pai afasta de mim esse calice“… que significa,(pai afasta de mim esse cala boca), lembrando q nessa epoca as pessoas nao tinham o direito e se espresar, nao tinha o direito e FALAR NADA !!! gente a musica nao quer dizer so isso, lembre-se q o chico e um genio e cada palavra que ele usa tem um signicado e uma expressao. mas esse parte do ´´calice“ e a parte mais importante da letra

OBRIGADA, PELAS DICAS ESSA LETRA ME AJUDOU MUITO SOBRE MEU TRABALHO DO ATO AI-5, SERÁ BEM LEGAL REECORDA O TEMPO EM QUE AS PESSOAS LUTAVAM PELOS SEUS DIREITOS…

O LIVRO DA VIDA
(ES.12)
(JB.6.45) – ESTÁ ESCRITO NOS PROFETAS: (IS.34.16) – BUSCAI NO LIVRO DO SENHOR E LEDE (ES.87.8) – AO ESPÍRITO DO NOSSO SANTO GUIA, NESTE MEU SER QUE É PREDESTINADO, RECOMPONDO ESSES CARACTERES, DESSA FORMA: (148 letras e 8 sinais)
(JB.19.28)- Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado para se cumprir a Escritura, disse: (1SM.12.3) – Eis-me aqui, (DN.9.24) – para dar fim aos pecados, para expiar a iniqüidade, para trazer a justiça eterna:(JB.8.25) – Que é que desde o princípio vos tenho dito? (LE.3.1) – Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu; (2PE.3.4) porque desde que os pais dormiram, todas as cousas permanecem como desde o principio da criação:(AP.14.13) Então, ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: (BC.4.4) – Ditosos somos, ò Israel; porque as cousas que agradam à Deus nos são manifestas: (JS.1.8) – Não cesses de falar deste livro da lei, antes, medita nele dia e noite, pára que tenhais cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; (JB.13.15) – porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também: (LC.16.17) – E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da lei: (ÊX.3.6) – Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: (EC.24.32) – Tudo isto é o livro da vida, e o testemunho do Altíssimo, e o conhecimento da verdade: (IS.46.8) – Lembrai-vos disto e tende ânimo, tomai-o à sério, ó prevaricadores; (EC.28.7) – porque a corrupção e a morte estão a cair sobre aqueles que quebrantam os mandamentos do Senhor: – (IS.24.5) – Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna: (SL.14.3)–Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; (SL.78.22) porque não creram em Deus, nem confiaram na sua salvação: (RM.6.19) – Falo como Homem por causa da fraqueza da vossa carne: (LC.16.9) – E eu vos recomendo: Buscai n’A BIBLIOGÊNESE DE ISRAEL, o poder do saber viver sob a proteção de Deus; (RM.8.22) – porque sabemos que toda a criação, a um só tempo geme, e suporta angustias até agora.
ESCREVI ESSE RESUMO, AGINDO COMO UM DOS SANTOS PROFETAS, LENDO NOSSO CARATER, E CRIANDO O LIVRO QUE DÁ SENTIDO À SANTA VIDA, PELO SENHOR DEUS: ESSE SÁBIO PROFETA É CRISTO, E TEREIS PODER: (IL.148.8)

muito boa a musica

ete que e boa gostei mei lokona.kkk

vcs sao tds bestas e hidiotas

poisé né amanda! te conheço também!! kkk ,egua até aki tuh me pertuba! kk,ti amo louca!

Conheço esta Biânca Carvalho no comentario 13
kkk gala-seca!!
nao tens nada pra fazer?? bjs biâ até na escola ^^

Esse cálice em que se diz na música, não é o cálice que se usa em igreja e sim o cálice da ditadura… Cada verso dessa música tem o seu significado. Ele a gravou desse jeito para poder pela ditadura, para não ser preso e torturado.

jamais pode-se comparar o sofrimento do Senhor Jesus em nada aqui naTerra. Gotas de sangue sairam do corpo do Senhor em lugar de suor.; Ele sabia que ia passar por grande sofrimento pela humanidade, para que os pecador de muitos fossem perdoados. Ele é o Amor de Deus que veio salvar a humanidade. Sem Cristo o homem perece, não tem paz e perde o direito de estar com o Pai eternamente, Que Deus salve voce que está lendo esta mensagem pelo sangue de Jesus derramado na cruz. Glória a Deus.

(IS.34.16) – BUSCAI NO LIVRO DO SENHOR E LEDE (ES.83.6) – ESSE MEU SER, O ESPÍRITO DO LIVRO DA VIDA, NO NOSSO SANTO GUIA, RECOMPONDO ESSES CARACTERES, DESSA FORMA: (AR.109.6)
(LC.2.23) – Conforme o que está escrito na lei do Senhor: (LE.3.1) – Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu; (2PE.3.4) – porque desde que os pais dormiram, todas as cousas permanecem como desde o principio da criação:(AP.14.13) Então, ouvi uma voz do céu, dizendo:Escreve:(BC.4.4) – Ditosos somos, ò Israel; porque as cousas que agradam à Deus nos são manifestas: (JS.1.8) – Não cesses de falar deste livro da lei, antes, medita nele dia e noite, pára que tenhais cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; (JB.13.15) – porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também: (ÊX.3.6) – Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: (EC.24.32) – Tudo isto é o livro da vida, e o testemunho do Altíssimo, e o conhecimento da verdade: (IS.46.8) – Lembrai-vos disto e tende ânimo, tomai-o à sério, ó prevaricadores; (EC.28.7) – porque a corrupção e a morte estão a cair sobre aqueles que quebrantam os mandamentos do Senhor: – (IS.24.5) – Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna: (SL.14.3)–Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; (SL.78.22) porque não creram em Deus, nem confiaram na sua salvação: (RM.6.19) – Falo como Homem por causa da fraqueza da vossa carne: (LC.16.9) – E eu vos recomendo: Buscai n’A BIBLIOGÊNESE DE ISRAEL, o poder do saber viver sob a proteção de Deus; (RM.8.22) – porque sabemos que toda a criação, a um só tempo geme, e suporta angustias até agora.
ESCREVI ESSE RESUMO, AGINDO COMO UM DOS SANTOS PROFETAS, LENDO NOSSO CARATER, E CRIANDO O LIVRO DA VIDA, E SÁBIOS E REIS, PELO SENHOR DEUS: (IL.109.6)

Paulinho Payakun, também percebi e reclamei deste negócio das pessoas copiarem a análise dos outros. Mas pra mim tá claro que pela data (18 de setembro de 2009) o autor da análise que tem sido copiada é um cara chamado Sérgio Soeiro.

Olá pessoal,

É intrigante como esta canção é uma referência de expressão artística e de protesto mesmo depois de tantos anos.
Como vi uma análise bem abrangente aqui, repetida várias vezes, ficando até difícil saber quem é o verdadeiro autor, tenho só alguns comentários a fazer.
Primeiro, a letra expressa bem como era o sentimento de quem vivia sufocado pela repressão da ditadura militar, me passa a impressão de uma pessoa que se sente esmagada pela mão de ferro do Estado opressor.
Quanto à fumaça de óleo diesel, a técnica de tortura, inclusive retratada no episódio de “Linha Direta Justiça” que abordava o caso de violência contra Stuart e Zuzu Angel pelos militares é um pouco diferente. Eu não vou descrevê-la mas quem tiver interesse pode procurar pelo episódio no youtube, a título de curiosidade sobre este capítulo vampiresco da História do Brasil.
Quando o personagem da canção diz que quer cheirar a fumaça de óleo diesel, na verdade, está dizendo que não tem medo de desafiar o castigo que causava pavor a todos na época, num ato de coragem, ou até de loucura.
A canção nos faz lembrar de como é bom desfrutar da liberdade, como é bom caminhar sem medo em frente a um Batalhão de Polícia do Exército num país bem distante daqui, no bairro da Tijuca, que fica neste país bem distante daqui, sabendo que ali naqueles porões aconteciam os versos “Se na calada da noite eu me dano / Quero lançar um grito desumano / Que é uma maneira de ser escutado”.
A quem deseja se aprofundar no assunto através de uma leitura amigável, recomendo o livro “1968 – O ano que não terminou” de Zuenir Ventura. É particularmente interessante, entre tantas outras, a parte que trata do plano dos militares para explodir o gasoduto embaixo da Av. Brasil, na hora do ‘rush’, colocando a culpa nos comunistas, e do heroi anônimo que evitou esta carnificina.

Grande abraço

Para Juliano Mazzuco

Imagine-se no tempo da ditadura…
Um pobre coitado como você iria querer ser o novo Freury. Inda por cima só sabe escrever errado e palavrão. Triste sua condição, meu filho.

ae fdp pivete é sua mae tendeu se nao me conheçe nao sae aonde eu moro quem eu sou se eu fosse vc pensava duas vezes antes de fala mal di mim seu pau no cu si eu quiser eu mando os cara ti mata seu viado é só eu descubrir aonde vc mora e nao vai ser dificil e dps eu mesmo termino o trabalho de tti mata viadoo do um tiro de 12 na sua cara vai estourar tdos seus miolos fdp verme do caralhoo

vai toma td mundo no cuu seus viadoosss gayss eu vo mata td mundoo tendeuu e quem comenta e fala mal di mim eu vo atras de vcs até o inferno mais eu pego viu bando de pau no cu eu sou de uma faççao ai seus cornos hahaha vo mata um hj fikam esperto na rua seus troxas fdp …..

Caraca!… Aqui tem um bando de imbecis copiando comentários dos outros.

“Cálice” uma das músicas mais panfletárias do Chico Buarque, somando-se o fato dele ter como parceiro a genialidade do Gil, fizeram uma grande obra. A análise é extensa por conta de que todos os versos vêm imbuídos de metáforas usadas para contar o drama da tortura no Brasil no período da ditadura militar.
(Pai, afasta de mim esse cálice)
Sintetiza uma súplica por algo que se deseja ver à distância. Boa parte da música faz uma analogia entre a Paixão de Cristo e o sofrimento vivido pela população aterrorizada com o regime autoritário. O refrão faz uma alusão à agonia de Jesus no calvário, mas a ambigüidade da palavra “cálice” em relação ao imperativo “cale-se”, remete à atuação da censura.
(De vinho tinto de sangue)
O “cálice” é um objeto que contém algo em seu interior. Na Bíblia esse conteúdo é o sangue de Cristo, na música é o sangue derramado pelas vítimas da repressão e torturas.
(Como beber dessa bebida amarga)
A metáfora do verso remete à dificuldade de aceitar um quadro social em que as pessoas eram subjugadas de forma desumana.
(Tragar a dor, engolir a labuta)
Significa a imposição de ter que agüentar a dor e aceitá-la como algo banal e corriqueiro. “Engolir a labuta” significa ter que aceitar uma condição de trabalho subumana de forma natural e passiva.
(Mesmo calada a boca, resta o peito)
Os poetas afirmam que mesmo a pessoa tendo a sua liberdade de pronunciar-se cerceada, ainda lhe resta o seu desejo, escondido e inviolável dentro do seu peito.
(Silêncio na cidade não se escuta)
O silêncio está metaforicamente relacionado à censura, que, desta forma, é entendida como uma quimera, um absurdo inexistente, porque, na medida em que o silêncio não se escuta, o silêncio não existe.
(De que me vale ser filho da santa / Melhor seria ser filho da outra)
Não fugindo à temática da religião, Chico e Gil usam de metáforas para mostrar suas descrenças naquele regime político e rebaixam a figura da “pátria mãe” à condição inferior a de uma “puta”, termo que fica subentendido na palavra “outra”.
(Outra realidade menos morta)
Seria uma outra realidade, na qual os homens não tivessem sua individualidade e seus direitos anulados.
(Tanta mentira, tanta força bruta)
O regime militar propagandeava que o país vivia um “milagre econômico” e todos eram obrigados a aceitar essa realidade como uma verdade absoluta.
(Como é difícil acordar calado / se na calada da noite eu me dano)
O eu-lírico admite a dificuldade de aceitar passivamente as imposições do regime, principalmente diante das torturas e pressões que eram realizadas à noite. Tudo era tão reprimido que necessitava ser feito às escondidas, de forma clandestina.
(Quero lançar um grito desumano / que é uma maneira de ser escutado)
Talvez porque ninguém escutasse as mensagens lançadas por vias pacíficas e ordeiras, uma das possibilidades, por conta de tanto desespero, seria partir para o confronto.
(Esse silêncio todo me atordoa)
Esse verso denuncia os métodos de torturas e repressão, utilizados para conseguir o silêncio das vítimas, fazendo-as perderem os sentidos.
(Atordoado, eu permaneço atento)
Mesmo atordoado o eu-lírico permanece atento, em estado de alerta para o fim dessa conjuntura, como se estivesse esperando um espetáculo que estaria por vir.
(Na arquibancada, pra a qualquer momento ver emergir o monstro da lagoa)
Entretanto, o espetáculo pode ser, ironicamente, somente o surgimento de mais um mecanismo de imposição de poder do regime, representado pelo monstro da lagoa.
(De muito gorda a porca já não anda)
Essa “porca” refere-se ao sistema ditatorial, que, de tão corrupto e ineficiente, já não funcionava. O porco também é um símbolo da gula, que está entre os sete pecados capitais, retomando a temática de religiosidade e elementos católicos.
(De muito usada a faca já não corta)
Demonstra inoperância, ou seja, mostra o desgaste de uma ferramenta política utilizada à exaustão.
(Como é difícil, pai, abrir a porta)
É expresso o apelo para que sejam diminuídas as dificuldades, mas ao mesmo tempo apresenta a tarefa como sendo muito difícil. A porta representa a saída de um contexto violento. Biblicamente, sinaliza um novo tempo.
(Essa palavra presa na garganta)
É a dificuldade para encontrar a liberdade, a livre expressão. É o desejo de falar, contar e descrever a todos a repressão que está sendo imposta.
(Esse pileque homérico no mundo)
Refere-se ao desejo de liberdade contido no peito de cada cidadão dos países vivendo sob os vários regimes autoritários existentes no mundo.
(De que adianta ter boa vontade)
É um autoquestionamento sobre a ânsia de lutar pela liberdade, uma vez que o mundo estava ao avesso. Refere-se a uma frase bíblica: “paz na terra aos homens de boa vontade”.
(Mesmo calado o peito resta a cuca dos bêbados do centro da cidade)
Mesmo sem liberdade o homem não perde a mente e pode continuar pensando.
(Talvez o mundo não seja pequeno nem seja a vida um fato consumado)
A partir deste verso o eu-lírico sugere a possibilidade de a realidade vir a ser diferente, renovando suas esperanças.
(Quero inventar o meu próprio pecado)
Expressa a vontade de libertar-se da imposição do erro por outros para recriar suas próprias regras e definir por si só, quais são seus erros, sem que outros o apontem. Tem o significado de estar fora da lei. O verbo aproxima-se do desejo urgente e real de liberdade.
(Quero morrer do meu próprio veneno)
Neste verso está implícito que ele deseja ser punido pelos erros que ele vier a praticar seguindo o seu livre-arbítrio, e não, tendo seu desejo cerceado, punido por erros que o sistema acha que ele poderá vir a cometer.
(Quero perder de vez tua cabeça / minha cabeça perder teu juízo)
Traz a idéia de que o eu-lírico deseja ter seu próprio juízo e não o do poder repressor. Quer decapitar a cabeça da ditadura e libertar-se do juízo imposto por ela, para ser dono de suas próprias idéias.
(Quero cheirar fumaça de óleo diesel / me embriagar até que alguém em esqueça)
Para encerrar, Chico e Gil usaram uma imagem forte das táticas de tortura. Para fazer com que os subjugados perdessem a noção da realidade, dentro da sala os repressores queimavam óleo diesel, cuja fumaça deixava-os embriagados. Entretanto, os subjugados também possuíam táticas antitortura, e uma das artimanhas era justamente fingir-se desmaiado, pois, enquanto nesta condição, não eram molestados pelos torturadores.

A Rafaela (9) também fez uma ótima análise da música! parabéns também!!

Muito boa a análise do sérgio soeiro,eu até peguei pra fazer meu trabalho,rs. parabéns!

A Sérgio Soeiro muito obrigada ajudou muito no meu trabalho, ótima interpretação. E a Juliano Mazzuco, se não entende o real significado e a importância dessa música, volte para o 9° ano do ensino fundamental, onde você poderá ter uma noção(o que você realmente não tem) do que foi a Ditadura Militar e por favor não use essa “merda” de linguagem que você tem, em páginas como essa por favor.

Fico feliz em saber que ha ainda pessoas que se preocupam em relatar a historia do nosso pais, sendo ela obscura ou nao assim como foi a ditadura de 64.
Nao tenho palavras pra agradecer aos artistas responsaveis por essa letra que foi de fato um desabafo ao q ocorria no momento,. apenas tendo estado presente mesmo para entender, acredito eu.
Ja quanto aos q contestam por dizer que era musica apenas para a classe media alta, ja q eram os unicos com educacao e porriso discernimento, devo dizer que sede por conhecimento nao deveria ser relacionado a classe social e sim puro interesse em querer entender o q ocorre a sua volta, fazer-se de vitima da sociedade de tal maneira chega a ser cafona. Talvez nos dias de hoje com a internet de facil acesso a todos tais ignorantes possam mudar suas posturas quanto a este fato.

Prezado Juliano Mazzuco do comentário nº 8,

chamar esta música de “merda” e “bosta” só demonstra a SUA IGNORANCIA perante o contexto da época. Que tal fazer uma boa leitura a respeito do tema “ditadura militar” que ocorreu no seu país? Depois de fazê-la, e se você tiver um mínimo de cérebro, vai entender que o chico não poderia expressar sua revolta de forma explícita, como você sugere!
Um Abraço.

Obrigada por todos esses comentários, ajudaram muito a executar meu trabalho. É bom saber que existem pessoas que gostam de analisar musicas subliminares com propósitos não demonstrados na letra de forma direta e sim escondida dentre seus suplicos de morte *–*’ Beijos obrigada novamente!

Olá, tudo bem?

SEI lá é muito estranha essa musica pq parece o próprio Cristo falando. Acho que ninguém foi tão torturado no mundo como Ele foi, nem mesmo o próprio Chico em plena ditadura.

VIVA A SOCIEDADE ALTERNATIVA

Como se sabe, essa música foi composta no período da ditadura militar no Brasil, de modo que a mesma foi feita toda em cima de duplo sentido, já que a opressão estava “reinando” e quem contrariasse o regime seria preso, exilado ou sofreria o mais diversos tipos de tortura. Podemos notar a crítica em cada verso… Quando por exemplo ele começa pedindo para afastar o cálice(que na verdade significa “cale-se”)e diz que o cálice contém vinho tinto que significa as muitas mortes ocorridas no período (desde pessoas inocentes a pessoas que se envolveram intensamente nos movimentos contra o governo)… Outra parte que mostra a revolta do cidadão é “Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor, engolir a labuta” onde mostra a confusão na cabeça do cidadão que tentava entender a forma correta de seguir o regime, que por sua vez era doloroso e ruim.
Podemos ver a deixa de nacionalismo de lado quando é dito “De que me vale ser filho da santa, melhor seria ser filho da outra” em que a “santa” representa a pátria, então nota-se a vontade do eu-lírico de pertencer a outra nação, pois era muito complicado viver em função de uma ditadura.
Quando ele pede para afastar esse “cálice” dele é por que ele não que permanecer calado diante a realidade vivida, porém por obrigação e opressão ele tem que obedecer. Após a análise da música, pode-se observar a genialidade dos autores a crítica ferrenha feita ao período mais cruel do Brasil.
Vale apena ouvir e entender.

LESGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAALLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL

Apenas fazendo alguns concertos necessários num dos comentários

“Cálice” uma das músicas mais panfletárias do Chico Buarque, somando-se o fato dele ter como parceiro a genialidade do Gil, fizeram uma grande obra. A análise é extensa por conta de que todos os versos vêm imbuídos de metáforas usadas para contar o drama da tortura no Brasil no período da ditadura militar.
(Pai, afasta de mim esse cálice)
Sintetiza uma súplica por algo que se deseja ver à distância. Boa parte da música faz uma analogia entre a Paixão de Cristo e o sofrimento vivido pela população aterrorizada com o regime autoritário. O refrão faz uma alusão à agonia de Jesus no calvário, mas a ambigüidade da palavra “cálice” em relação ao imperativo “cale-se”, remete à atuação da censura.
(De vinho tinto de sangue)
O “cálice” é um objeto que contém algo em seu interior. Na Bíblia esse conteúdo é o sangue de Cristo, na música é o sangue derramado pelas vítimas da repressão e torturas.
(Como beber dessa bebida amarga)
A metáfora do verso remete à dificuldade de aceitar um quadro social em que as pessoas eram subjugadas de forma desumana.
(Tragar a dor, engolir a labuta)
Significa a imposição de ter que agüentar a dor e aceitá-la como algo banal e corriqueiro. “Engolir a labuta” significa ter que aceitar uma condição de trabalho subumana de forma natural e passiva.
(Mesmo calada a boca, resta o peito)
Os poetas afirmam que mesmo a pessoa tendo a sua liberdade de pronunciar-se cerceada, ainda lhe resta o seu desejo, escondido e inviolável dentro do seu peito.>>> Completando… As pessoas na época muitas vezes não podiam falar e tinham medo de falar, mas mesmo calada a boca, restava ainda o sentimento de liberdade.
(Silêncio na cidade não se escuta)
O silêncio está metaforicamente relacionado à censura, que, desta forma, é entendida como uma quimera, um absurdo inexistente, porque, na medida em que o silêncio não se escuta, o silêncio não existe.>>>>> Completando…. Refere-se também as armas utilizadas nas ruas, as duras que passavam e rondavam a cidade.
(De que me vale ser filho da santa / Melhor seria ser filho da outra)
Não fugindo à temática da religião, Chico e Gil usam de metáforas para mostrar suas descrenças naquele regime político e rebaixam a figura da “pátria mãe” à condição inferior a de uma “puta”, termo que fica subentendido na palavra “outra”.
(Outra realidade menos morta)
Seria uma outra realidade, na qual os homens não tivessem sua individualidade e seus direitos anulados.
(Tanta mentira, tanta força bruta)
O regime militar propagandeava que o país vivia um “milagre econômico” e todos eram obrigados a aceitar essa realidade como uma verdade absoluta.
(Como é difícil acordar calado / se na calada da noite eu me dano)
O eu-lírico admite a dificuldade de aceitar passivamente as imposições do regime, principalmente diante das torturas e pressões que eram realizadas à noite. Tudo era tão reprimido que necessitava ser feito às escondidas, de forma clandestina.
(Quero lançar um grito desumano / que é uma maneira de ser escutado)
Talvez porque ninguém escutasse as mensagens lançadas por vias pacíficas e ordeiras, uma das possibilidades, por conta de tanto desespero, seria partir para o confronto.
(Esse silêncio todo me atordoa)
Esse verso denuncia os métodos de torturas e repressão, utilizados para conseguir o silêncio das vítimas, fazendo-as perderem os sentidos.
(Atordoado, eu permaneço atento)
Mesmo atordoado o eu-lírico permanece atento, em estado de alerta para o fim dessa conjuntura, como se estivesse esperando um espetáculo que estaria por vir.
(Na arquibancada, pra a qualquer momento ver emergir o monstro da lagoa)
Entretanto, o espetáculo pode ser, ironicamente, somente o surgimento de mais um mecanismo de imposição de poder do regime, representado pelo monstro da lagoa.
(De muito gorda a porca já não anda)
Essa “porca” refere-se ao sistema ditatorial, que, de tão corrupto e ineficiente, já não funcionava. O porco também é um símbolo da gula, que está entre os sete pecados capitais, retomando a temática de religiosidade e elementos católicos.
(De muito usada a faca já não corta)
Demonstra inoperância, ou seja, mostra o desgaste de uma ferramenta política utilizada à exaustão. >>>>>> Completando Essa porca de que se fala se refere ao ministro da fazenda do período, Delfim Netto. Por sua aparência de já muito gordo, e quanto a faca refere-se ao sistema do milagre econômico, que era fazer o bolo para depois repartir, e a repartição nunca aconteceu, e o bolo já estava bem grande, por isso a faca já não mais cortava.
(Como é difícil, pai, abrir a porta)
É expresso o apelo para que sejam diminuídas as dificuldades, mas ao mesmo tempo apresenta a tarefa como sendo muito difícil. A porta representa a saída de um contexto violento. Biblicamente, sinaliza um novo tempo.
(Essa palavra presa na garganta)
É a dificuldade para encontrar a liberdade, a livre expressão. É o desejo de falar, contar e descrever a todos a repressão que está sendo imposta.
(Esse pileque homérico no mundo)
Refere-se ao desejo de liberdade contido no peito de cada cidadão dos países vivendo sob os vários regimes autoritários existentes no mundo.
(De que adianta ter boa vontade)
É um autoquestionamento sobre a ânsia de lutar pela liberdade, uma vez que o mundo estava ao avesso. Refere-se a uma frase bíblica: “paz na terra aos homens de boa vontade”.
(Mesmo calado o peito resta a cuca dos bêbados do centro da cidade)
Mesmo sem liberdade o homem não perde a mente e pode continuar pensando.
(Talvez o mundo não seja pequeno nem seja a vida um fato consumado)
A partir deste verso o eu-lírico sugere a possibilidade de a realidade vir a ser diferente, renovando suas esperanças.
(Quero inventar o meu próprio pecado)
Expressa a vontade de libertar-se da imposição do erro por outros para recriar suas próprias regras e definir por si só, quais são seus erros, sem que outros o apontem. Tem o significado de estar fora da lei. O verbo aproxima-se do desejo urgente e real de liberdade.
(Quero morrer do meu próprio veneno)
Neste verso está implícito que ele deseja ser punido pelos erros que ele vier a praticar seguindo o seu livre-arbítrio, e não, tendo seu desejo cerceado, punido por erros que o sistema acha que ele poderá vir a cometer.
(Quero perder de vez tua cabeça / minha cabeça perder teu juízo)
Traz a idéia de que o eu-lírico deseja ter seu próprio juízo e não o do poder repressor. Quer decapitar a cabeça da ditadura e libertar-se do juízo imposto por ela, para ser dono de suas próprias idéias.
(Quero cheirar fumaça de óleo diesel / me embriagar até que alguém em esqueça)
Para encerrar, Chico e Gil usaram uma imagem forte das táticas de tortura. Para fazer com que os subjugados perdessem a noção da realidade, dentro da sala os repressores queimavam óleo diesel, cuja fumaça deixava-os embriagados. Entretanto, os subjugados também possuíam táticas antitortura, e uma das artimanhas era justamente fingir-se desmaiado, pois, enquanto nesta condição, não eram molestados pelos torturadores.

O cálice é um símbolo metafórico (de vinho tinto de sangue = na base da violência, da bala) e ambíguo (para camuflar a expressão “cale-se”). Portanto, pressupõe-se que, na ditadura, a voz do povo era silenciada à base de sangue, tornando-se, assim, uma bebida amarga.
Em alguns trechos, é clarividente a ideia do autor em contrariar-se à situação vigente da pátria. Todos nós sabemos que no período ditatorial a pátria era exaltada e, em todos os aspectos, respeitada. Para disfarçar a crítica, ele utilizou a noção imposta de santidade do Brasil, demonstrando que queria ser fruto de outra realidade. “De que me vale ser filho da santa, melhor seria ser filho da outra…”.
Chico e Gilberto também trabalham com o juízo de que com a boca calada [cálice (cale-se)] resta o peito (vontade de lutar); E com o peito cansado (por falta de expectativas pra lutar) resta a cuca (a capacidade de pensar e incentivar os que ainda não estavam tão cansados com músicas como essa).
Na minha opinião essa é a base, mas cabem ainda várias interpretações em cada estrofe. Realmente é uma música genial.

BENDITOS DISCÍPULOS DO SABER EM CRISTO: CUIDAI QUE MUITAS BÍBLIAS JÁ FORAM INUTILIZADAS PELAS MÃOS DA IGNORÂNCIA, (IS.30.12) – PELO QUE ASSIM DIZ O SANTO DE ISRAEL:
(AP.22.18) – Eu, a todo Aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: (AP.22.19) – Se alguém tirar qualquer cousa das palavras do livro desta profecia; Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das cousas que se acham escritas neste livro: (2CO.11.31) – O Deus e Pai do Senhor Jesus, que é eternamente bendito, sabe que não minto: (MT.7.23) – Então, lhes direi explicitamente: Caso adulterem a literatura bíblica, ainda que seja à guisa de atualização ortográfica, ou por qualquer outro motivo, também estarão anulando a palavra, e a Santa Lei de Deus; (MT.5.18) – porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um I ou um TIL jamais passará da lei, até que tudo se cumpra. (1CO.2.12) – Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente: (LC.10.2) – A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos: (SL.94.16) – Quem se levantará a meu favor, contra os perversos? (DT.3.22) – Não os temais, porque o Senhor, vosso Deus, é o que peleja por vós: (ÊX.35.10) – Venham todos os Homens hábeis entre vós, e façam tudo o que o Senhor ordenou; (LE.6.12) – pois quem sabe o que é bom para o Homem, durante os poucos dias de sua vida de vaidade, os quais gasta como sombra? (1PE.1.14)–Como Filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente, na vossa ignorância: (2JB.1.8) – Acautelai-vos para não perderdes aquilo que temos realizado com esforço, mas para receberdes completo galardão: (JB.6.45) – Está escrito nos Profetas: E todos serão ensinados por Deus: Portanto Aquele que da parte do Pai tem ouvido e aprendido, esse vêm a mim: Aplicai-vos no estudo e recomposição da literatura bíblica, assim: (JB.12.13) HOSANA! BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR E QUE É REI DE ISRAEL: São 50 letras e 3 sinais que reiteram o testemunho do Nosso Espírito, (HB.3.7) – pois assim diz o Espírito Santo: E TENHO ENSINADO O QUE VEM DESSE HOMEM: E QUE É ARNALDO RIBEIRO!

Esta musica é uma forma de mostrar a todos, o que foi a ditsdura militar, no ano de 1964, quando ouve a ditadura, com certeza, não vivi nesta época, mais sei que foi uma época muito ruim, e que esta musica nos retrata um pouco do que foi a ditadura.

Nossa, como tem gente sem noção mesmo… Eu não acredito que ainda acham que naõ existe nada que possa traduzir a ditadura… Essa música é um show. Ela retrata bem o nosso passado. Valewwwwwwwwwwww………

nossa ta ficando chato chico buarque ,minha professora gosta dele e ai ela so passa trabalho sobre ele ,caramba e muito ruim encontrar o que ela quer, tááááh ligado mano,pô!!!

Uauuuu… Ufa! Esse texto sim podmos dzr ke retrata bm a ditadura militar. Nao é?

JÁ PODEIS VER QUE FUI O SOL DA LIBERDADE, QUE JÁ ESTENDEU AS SUAS ASAS SOBRE NÓS, NO DIA 30.09.1985; INICIANDO ESSA NOVA ERA CRISTÃ, E QUE É DESSA FORMA: (ES.117.12) –
(GN.42.18) – AO TERCEIRO DIA DISSE-LHES JOSÉ: FAZEI O SEGUINTE E VIVEREIS, POIS TEMO A DEUS: (ÊX.12.14) – ESTE DIA VOS SERÁ POR MEMORIAL, E O CELEBRAREIS COMO SOLENIDADE AO SENHOR; NAS VOSSAS GERAÇÕES O CELEBRAREIS POR ESTATUTO PERPETUO; (JR.30.12)–PORQUE ASSIM DIZ O SENHOR: (AR.191.10)
(Recomposição das 300 letras, 8 números e 22 sinais acima )
HOJE CRISTO VIVE NA TERRA, E JÁ FEZ SANTO O DIA 30.09.1985 NA SANTA LEI DE DEUS; POIS É O DIA DE CRISTO LER A SI, POR ESSE HOMEM SÁBIO QUE FOI TESTADO COMO CRISTO E ELO DE DEUS, QUE SABE ESCREVER LENDO A VERDADE NO ESPIRITO DO SENHOR, E NA BÍBLIA: EU JÁ DEI PROVAS QUE GEREI ESSE REI DOS CRISTÃOS NESSA AÇÃO DO PRÓPRIO SER, E SEGUIREIS ESSA LUZ; PORQUE ENSINAMOS AS VOSSAS ALMAS A SUA FÉ E O SEU AMOR: (IL.308.22)
(2Pe.3.8 – Há, todavia, uma cousa, amados, que não deveis esquecer: Que para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos como um dia).
(GN.2.3) – E ABENÇOOU DEUS O DIA SÉTIMO, E O SANTIFICOU; PORQUE NELE DESCANSOU DE TODA A OBRA QUE, COMO CRIADOR, FIZERA:
(Recomposição das 85 letras e 6 sinais acima)
SOU O ESPÍRITO QUE DESCEU DO CÉU, CRIANDO A SUA FÉ; E FAÇO SANTO O QUE É BATIZADO COM NOME DE ARNALDO RIBEIRO:
(Lc.12.50 – Tenho, porém, um batismo com o qual hei de ser batizado; e quanto me angustio até que o mesmo se realize)

ADVERTÊNCIA AOS LOBOS QUE SE TRAVESTEM DE CORDEIROS:
(JR.11.19)– Eu era como um manso cordeiro que é levado ao matadouro; porque eu não sabia que tramavam contra mim, dizendo: (MT.10.16) – Eis que eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas: (MT.7.15) – Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores; (IS.9.16) – porque os guias deste povo são enganadores, e os que por eles são dirigidos, são devorados: (1Rs.22.17) – Vi todo o Israel disperso pelos montes, como ovelhas que não tem Pastor; (SL.78.22) – porque não creram em Deus nem confiaram na sua salvação:
(AP.12.11) – Então, ouvi grande voz do céu, proclamando: (OS.4.6) – O meu povo está sendo destruído porque lhe falta conhecimento; porque tu sacerdote rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não seja sacerdote diante de mim, visto que esqueceste da lei do teu Deus, também eu esquecerei de teus filhos. (1SM.2.35) – Então suscitarei para mim um sacerdote fiel, que procederá segundo o que tenho no coração e na mente, edificar-lhe-ei uma casa estável, e andará Ele diante do meu ungido para sempre. – Então vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não serve: (MC.6.15) É profeta como um dos profetas, (AT.15.23) – escrevendo por mão deles: (LC.17.30) – Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar: (JÓ.12.16) – Com Ele está a força e a sabedoria (RM.2.6) – que retribuirá a cada um segundo o seu procedimento. (1CO.10.12) – Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia; (JÓ.19.25) – porque eu sei que o meu redentor vive e por fim se levantará sobre a terra: (IS.44.28) – Ele é meu Pastor e cumprirá tudo que me apraz: (HB.12.25) – Tende cuidado, não recuseis ao que fala; (EZ.18.32) – porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o Senhor Deus. Portanto convertei e vivei. (1PE.4.8) – Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros; porque o amor cobre multidão de pecados.

muito show as musicas de chico buarque , me espelho muito em suas musicas mito bom mesmo…

Eu acho que essa, assim como outras musicas de Chico e do Gilberto Gil, está passando-se na época da ditadura. Retomando, ele quis dizer da ausência talvez, da liberdade de expressão, diz não acreditar na realidade em que se vivia; diz que era muito difícil você querer desabafar, expressar realmente o que você achava sobre tudo, e todos. Diz também que apesar da revolta e indignação, permanece em silencio. Enfim, em minha opinião ele fala da liberdade de expressão oculta na época da ditadura militar, do sofrimento… Enfim.

Sem liberdade de expressão não há democracia!!!

Isso quer dizer:militares covardes,vocês me calaram,me torturaram,tiraram a minha liberdade,mas esqueceram que me restou a arma mais poderosa,minha filosofia e a minha palavra escrita, e é com essas armas que nos libertaremos.Até lá!

Por favor preciso urgente saber qual a narrativa dessa canção

AVA E MEMU

Chico e Gil utilizam da ambiguidade da nossa lingua para chamar o povo daquela época para lutarem contra a repressão.
(Pai, afasta de mim esse cálice)
Ou seja, afasta de mim o silêncio do povo, o medo contra a ditadura que as pessoas tinham.

como dizia o Martin Luter King:
“Eu não tenho medo dos maus, eu tenho medo do silêncio dos bons”.

JESUS CRISTO LIVRA A FAMILIA TERRENA DO MAL DO ABORTO COM O PODER DA FÉ: (ES.57.2) – (LE.6.1) – Há um mal que vi debaixo do sol, e que pesa sobre os homens: (DT.13.11) – E todo o Israel ouvirá e temerá, e não se tornará a praticar maldade como esta no meio de ti; (JR.15.5) – pois quem compadeceria de ti, ó Jerusalém? (LE.5.18) – Eis o que eu vi: (EC.25.26) – Toda a malicia é leve em comparação da malicia da mulher, sobre ela caia a sorte dos pecadores: (ÊX.23.31) – Ora, o povo cometeu grande pecado, fazendo para si deuses de ouro: (SL.57.2) – Clamarei ao Deus Altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa: (LM.2.20) – Vê, Senhor, e considera a quem fizeste assim! Hão de as mulheres comer o fruto do seu carinho? Ou se matará no santuário do Senhor, o sacerdote e o profeta? (JÓ.10.18) porque, pois, me tiraste da madre? Ah! Se eu morresse antes que olhos nenhuns me vissem; (JÓ.81.16) – ou, como um aborto oculto, eu não existi ria, como crianças que nunca viram a luz:(JÓ.5.4)–Os seus filhos estão longe do socorro, são espezinhados as portas e não há quem os livre: (LE.8.11) – Visto como não se executa logo a sentença sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto a praticar o mal: (HC.2.2) – O Senhor me respondeu e disse: (IS.7.7.) – Isto não subsistirá nem tampouco acontecerá: (ÊX.23.26) – Na tua terra não haverá mulher que aborte, completarei o numero dos teus dias; (1CO.15.45) – pois assim está escrito:(AR.916.64)

(Na pagina 156 da Bibliogênese: São 973 letras e 56 sinais que revelam isto):

Eu sou o Espírito do Senhor Deus, do vosso Pai Eterno, que testei as almas dos filhos de Adão e Eva na minha Lei, e que hoje diz a verdade aos Homens e as Mulheres, na ação de um Santo Profeta que crê, ama, luta e tem falado por mim: Escutai, entendei, amai e lutai; pois haverá bom futuro no Homem que se faz filho do amor, e que se levanta como esse Ser Espiritual iluminado, como o Cristo: Agora existe outro Cristo com o poder do seu Deus, e não haverá mais a malicia do diabo, nem o abominável mal do aborto; porque aqui o Filho do Homem decreta e promulga esta sentença na Santa Lei de Deus: Quem praticar o aborto na obra da criação, cometerá uma loucura e um pecado imperdoável, pois o aborto provocado será considerado como crime de morte na terra do futuro povo Cristão: Então, tanto os homens como as mulheres já passaram a ser pecadores conscientes à luz do saber de Israel, e também não poderão escapar da mão do Senhor, como execu-tores desse crime: Testemunhai que Cristo veio ensinar aos Cristãos como executar as nossas leis e estatutos, e a espiritualizar as almas das crianças, ao ler à si: O Senhor Deus provou aos Homens e às Mulheres que eu existo como o Cristo? E seguireis o nosso Espírito que não mor-rerá? (IL.973.56)

“Cálice” nos mostra em metáforas, características da época em que a ditadura imperava no Brasil. Dentre estas metáforas, podemos pegar como exemplo o próprio título. A pronúncia da palavra “Cálice” nos remete à uma ambigüidade em relação à palavra “Cale-se”, o que caracteriza bem a censura do período ditatorial.
Mas as mensagens subliminares e metáforas não são encontradas apenas na palavra cálice se pararmos para analisar minuciosamente vamos encontrar em todos as frases duplo sentidos e criticas do período de ditadura.

“Cálice” uma das músicas mais panfletárias do Chico Buarque, somando-se o fato dele ter como parceiro a genialidade do Gil, fizeram uma grande obra. A análise é extensa por conta de que todos os versos vêm imbuídos de metáforas usadas para contar o drama da tortura no Brasil no período da ditadura militar.
(Pai, afasta de mim esse cálice)
Sintetiza uma súplica por algo que se deseja ver à distância. Boa parte da música faz uma analogia entre a Paixão de Cristo e o sofrimento vivido pela população aterrorizada com o regime autoritário. O refrão faz uma alusão à agonia de Jesus no calvário, mas a ambigüidade da palavra “cálice” em relação ao imperativo “cale-se”, remete à atuação da censura.

(De vinho tinto de sangue)
O “cálice” é um objeto que contém algo em seu interior. Na Bíblia esse conteúdo é o sangue de Cristo, na música é o sangue derramado pelas vítimas da repressão e torturas.

(Como beber dessa bebida amarga)
A metáfora do verso remete à dificuldade de aceitar um quadro social em que as pessoas eram subjugadas de forma desumana.

(Tragar a dor, engolir a labuta)
Significa a imposição de ter que agüentar a dor e aceitá-la como algo banal e corriqueiro. “Engolir a labuta” significa ter que aceitar uma condição de trabalho subumana de forma natural e passiva.

(Mesmo calada a boca, resta o peito)
Os poetas afirmam que mesmo a pessoa tendo a sua liberdade de pronunciar-se cerceada, ainda lhe resta o seu desejo, escondido e inviolável dentro do seu peito.

(Silêncio na cidade não se escuta)
O silêncio está metaforicamente relacionado à censura, que, desta forma, é entendida como uma quimera, um absurdo inexistente, porque, na medida em que o silêncio não se escuta, o silêncio não existe.

(De que me vale ser filho da santa / Melhor seria ser filho da outra)
Não fugindo à temática da religião, Chico e Gil usam de metáforas para mostrar suas descrenças naquele regime político e rebaixam a figura da “pátria mãe” à condição inferior a de uma “puta”, termo que fica subentendido na palavra “outra”.

(Outra realidade menos morta)
Seria uma outra realidade, na qual os homens não tivessem sua individualidade e seus direitos anulados.

(Tanta mentira, tanta força bruta)
O regime militar propagandeava que o país vivia um “milagre econômico” e todos eram obrigados a aceitar essa realidade como uma verdade absoluta.

(Como é difícil acordar calado / se na calada da noite eu me dano)
O eu-lírico admite a dificuldade de aceitar passivamente as imposições do regime, principalmente diante das torturas e pressões que eram realizadas à noite. Tudo era tão reprimido que necessitava ser feito às escondidas, de forma clandestina.

(Quero lançar um grito desumano / que é uma maneira de ser escutado)
Talvez porque ninguém escutasse as mensagens lançadas por vias pacíficas e ordeiras, uma das possibilidades, por conta de tanto desespero, seria partir para o confronto.

(Esse silêncio todo me atordoa)
Esse verso denuncia os métodos de torturas e repressão, utilizados para conseguir o silêncio das vítimas, fazendo-as perderem os sentidos.

(Atordoado, eu permaneço atento)
Mesmo atordoado o eu-lírico permanece atento, em estado de alerta para o fim dessa conjuntura, como se estivesse esperando um espetáculo que estaria por vir.

(Na arquibancada, pra a qualquer momento ver emergir o monstro da lagoa)
Entretanto, o espetáculo pode ser, ironicamente, somente o surgimento de mais um mecanismo de imposição de poder do regime, representado pelo monstro da lagoa.

(De muito gorda a porca já não anda)
Essa “porca” refere-se ao sistema ditatorial, que, de tão corrupto e ineficiente, já não funcionava. O porco também é um símbolo da gula, que está entre os sete pecados capitais, retomando a temática de religiosidade e elementos católicos.

(De muito usada a faca já não corta)
Demonstra inoperância, ou seja, mostra o desgaste de uma ferramenta política utilizada à exaustão.

(Como é difícil, pai, abrir a porta)
É expresso o apelo para que sejam diminuídas as dificuldades, mas ao mesmo tempo apresenta a tarefa como sendo muito difícil. A porta representa a saída de um contexto violento. Biblicamente, sinaliza um novo tempo.

(Essa palavra presa na garganta)
É a dificuldade para encontrar a liberdade, a livre expressão. É o desejo de falar, contar e descrever a todos a repressão que está sendo imposta.

(Esse pileque homérico no mundo)
Refere-se ao desejo de liberdade contido no peito de cada cidadão dos países vivendo sob os vários regimes autoritários existentes no mundo.

(De que adianta ter boa vontade)
É um autoquestionamento sobre a ânsia de lutar pela liberdade, uma vez que o mundo estava ao avesso. Refere-se a uma frase bíblica: “paz na terra aos homens de boa vontade”.

(Mesmo calado o peito resta a cuca dos bêbados do centro da cidade)
Mesmo sem liberdade o homem não perde a mente e pode continuar pensando.

(Talvez o mundo não seja pequeno nem seja a vida um fato consumado)
A partir deste verso o eu-lírico sugere a possibilidade de a realidade vir a ser diferente, renovando suas esperanças.

(Quero inventar o meu próprio pecado)
Expressa a vontade de libertar-se da imposição do erro por outros para recriar suas próprias regras e definir por si só, quais são seus erros, sem que outros o apontem. Tem o significado de estar fora da lei. O verbo aproxima-se do desejo urgente e real de liberdade.

(Quero morrer do meu próprio veneno)
Neste verso está implícito que ele deseja ser punido pelos erros que ele vier a praticar seguindo o seu livre-arbítrio, e não, tendo seu desejo cerceado, punido por erros que o sistema acha que ele poderá vir a cometer.

(Quero perder de vez tua cabeça / minha cabeça perder teu juízo)
Traz a idéia de que o eu-lírico deseja ter seu próprio juízo e não o do poder repressor. Quer decapitar a cabeça da ditadura e libertar-se do juízo imposto por ela, para ser dono de suas próprias idéias.

(Quero cheirar fumaça de óleo diesel / me embriagar até que alguém em esqueça)
Para encerrar, Chico e Gil usaram uma imagem forte das táticas de tortura. Para fazer com que os subjugados perdessem a noção da realidade, dentro da sala os repressores queimavam óleo diesel, cuja fumaça deixava-os embriagados. Entretanto, os subjugados também possuíam táticas antitortura, e uma das artimanhas era justamente fingir-se desmaiado, pois, enquanto nesta condição, não eram molestados pelos torturadores.

essa musica te uma grande história pq ela fez parte da ditadura militar.
obrigada bjsssssssssssssssssss

mnw essa musica mó nda a ve… mas faze oq so vim falar issu pq naum tem nda pra faze na aula de historia….
essa musica fala de um bebado q naum aguenta mais beber esse vinho tinto… achu q ele qé uma SKOL…

REPATRIANDO PARA JERUSALÉM O POVO DE ISRAEL QUE PERMANECIA EXILADO NA BABILÔNIA, PADECENDO SOB O JUGO DE PECADOS INCONSCIENTES:
Até o dia 30.09.1985, poucos entendiam o significado disto: (AP.17.5) – BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA: (IS.16.14) – AGORA, PORÉM, O SENHOR FALA E DIZ: (LE.1.12) – EU, O PREGADOR, VENHO SENDO REI DE ISRAEL EM JERUSALÉM; (JÓ.34.30) – PARA QUE O IMPIO NÃO REINE E NÃO HAJA QUEM ILUDA O POVO: (JR.29.20) – OUVI, POIS. A MINHA PALAVRA, TODOS VÓS, OS QUE ENVIEI DE JERUSALÉM PARA O EXILIO DA BABILÔNIA; (1PE.4.17) – PORQUE A OCASIÃO DE COMEÇAR O JUÍZO PELA CASA DE DEUS É CHEGADA: (LV.17.12) PORTANTO, TENHO DITO AOS FILHOS DE ISRAEL: Agora todo mundo entenderá que os donos da mídia, os gentios, e todos os desalmados que escondem da nossa gente a herança que a Ação do Amor tem legado aos futuros Cristãos, através da Bibliogênese de Israel; JÁ PASSARAM A SER PECADORES CONSCIENTES, pois sabem que perpetuam a ignorância dos descrentes que continuarão na Babilônia praticando o mal da mentira, da idolatria, da imoralidade, da prostituição, dos casamentos ilícitos, do aborto, da corrupção, da injustiça, da violência, das guerras, e de muitos outros pecados abomináveis; que têm infernizado a vida terrena: Todavia, graças à Esta Providência Divina, é assim também que já iniciamos o repatriamento dos Seres Vivos para Jerusalém – a terra prometida -, segundo a soberana vontade De Deus: (MT.810) – OUVINDO ISTO ADMIROU-SE JESUS E DISSE AOS QUE O SEGUIAM: (JB.15.22) – SE EU NÃO VIERA, NEM LHES HOUVERA FALADO, PECADO NÃO TERIAM, MAS AGORA NÃO TEM DESCULPA DO SEU PECADO: (LC.8.45) – AJGUÉM ME TOCOU, PORQUE SENTI QUE DE MIM SAIU PODER: (ÊX.32.17) – HÁ ALARIDO DE GUERRA NO ARRAIAL: (AP.18.10)– AI! AI! TU, GRANDE CIDADE, BABILÔNIA, TU PODEROSA CIDADE !, POIS EM UMA HORA, CHEGOU O TEU JUIZO:(2CO.10.7)–OBSERVAI O QUE ESTÁ EVIDENTE, no âmago dessa parábola:
(JR.50.46) – AO ESTRONDO DA TOMADA DE BABILÔNIA, ESTREMECEU A TERRA; E O GRITO SE OUVIU ENTRE AS NAÇÕES:
(São 72 letras e 4 sinais que gritam entre os Seres que já estão despertos):
DEUS TESTOU A GENTE NA VIDA ETERNA DE SÁBIO, E EU TESTO O CORAÇÃO SEM AMOR:
ARNALDO RIBEIRO

Ei galera, quando acharem que devem colocar uma “análise”, pelo menos deveriam ler as anteriores, pois assim não ficariam repetindo à exaustão o que já foi dito por outras pessoas, ok?

Analisando o verso: “Afasta de mim esse cálice”. Ele quer se ver longe da censura à liberdade de expressão imposta pela ditadura militar. Na verdade ele queria dizer: “afasta de mim esse “cale-se”!!! Ele se utiliza muito bem do recurso da metáfora! Por isso sou fã!!!

Essa música relata a ditadura militar, a dor, e a palavra ‘calice’ tem duplo sentido, quer dizer cálice de bebida e cale-se de calar a boca.
Pai, afaste de mim este calice, se refere ao sofrimento de Jesus no calvário, Chico e Gil quiseram dizer que o povo estava passando por um sofrimento “parecido” ao que Jeus passou no calvário.

É isso, letra, canção, paixão, liberdade, vontade, inconformismo, esperança,luta;
“Cálice é tudo isso” só quem ama a vida, a liberdade, e o seus semelhantes é capaz de fazer algo assim!!!

nossa esse Chico Buardi é um geneo mesmo!!!

Só Chico consegue fazer de uma música o grito de “fim da ditaduta” – Na época da ditadura a censura vetava certas obras escritas (jornais,
músicas,livros…) era alarmante devido ao fato dos ditadores torturarem os
publicadores dessas obras que ofendiam o sistema ditadorial.A mús…ica “Cálice” do
Chico Buarque se refere a censura.Na música a palavra cálice , é de certo modo
uma metafóra que possui o sentido de CALE-SE. O verso “quero cheirar fumaça de óleo diesel”, referência à tortura e à morte do
ativista Stuart Angel, filho da estilista Zuzu Angel. Além do outro trecho, que os censores julgaram referir-se ao ministro da Fazenda Delfim
Neto: “de muito gorda a
porca já não anda”.
Chico é o maximo!!

Na época da ditadura a censura e a vetarem de certas obras escritas(jornais, músicas,livros…)era alarmante devido ao fato dos ditadores torturarem os publicadores dessas obras que ofendiam o sistema ditadorial.A música “Cálice” do Chico Buarque se refere a censura.Na música a palavra cálice , é de certo modo uma metafóra que possui o sentido de Calar-se.

A música se refere a censura e a falta de liberdade de expressão. Dando o sentido de “afasta de min esse CALE-SE”

Se alguem tem algum material que fale a respeito ou sabe onde encontrar, por favor digam-me! Pois as análise das composições de Chico, no período da Ditadura fazem pate da minha monografia!
Muito obrigada!!!

isso não tem nada a ver com religião derrrrr…
cálice na musica quer dizer nada verdade calice (calar)nessa epoca as letras das musicas tinha censura então foi feito letras de musica com palavras que verdade quer dizer outra coisa observe a musica roda viva de chico buarque

O TEMPO DAS ADIVINHAÇÕES BÍBLICAS E DOS ENGANADORES DO POVO DE ISRAEL JÁ PASSOU:
(IS.1.2) – Ouvi, ó céus, e daí ouvidos, ó terra; porque é o Senhor quem fala: (HB.12.25) – Tende cuidado, não recuseis ao que fala; (RM.2.24) – pois, como está escrito, (2SML.23.2) – o Espírito do Senhor fala por meu intermédio, e a sua palavra está na minha língua; (2SML.22.23) – porque todos os seus juízos me estão presentes, e dos seus estatutos não me desviei: (MC.11.22) – Tende fé em Deus, (LE.6.12) – pois quem sabe o que é bom para o homem, durante os poucos dias da sua vida de vaidade, os quais gasta como sombra? (MT.7.23) – Então lhes direi explicitamente: EZ.12.28) – Não será retardada nenhuma das minhas palavras, e a palavra que falar se cumprirá: (1CO.10.12) – Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia; (EZ.12.24) – porque Já não haverá visão falsa nenhuma, nem adivinhação lisonjeira no meio da casa de Israel: (MT.21.42) – Portanto vos digo: Agora já sabei ensinar que, ao recompormos a literatura bíblica, podemos dissipar as trevas da criação divina, e expor aos olhos dos justos os feitores das obras do diabo, assim:
O SABER LER A SI:
(ES.12.1)
(AP.13.18) – AQUI ESTÁ A SABEDORIA: AQUELE QUE TEM ENTENDIMENTO CALCULE O NUMERO DA BESTA, POIS É NÚMERO DE HOMEM: ORA ESSE NÚMERO É SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS: (AR.119.9)

(ISRAEL é o nome do Homem que sabe LER A SI no Espírito Bíblico: Aqui o saber acaba com as cogitações infundadas que existiam acerca do número 666 do Apocalipse, pois o que está escondido nas 131 letras e 10 sinais que compõem o texto acima, é isto):

ARNALDO RIBEIRO É ISRAEL: É O HOMEM QUE NASCEU NO CÉU, QUE AMA E SABE TESTAR AS ALMAS NO SEU NOME: E ELE ENTENDE QUE CRISTO TESTA DEUSES E DIABOS NESSE MESMO ESPÍRITO. (IL.131.7)

(Matéria transcrita da página 138 de “A Bibliogênese de Israel”)

JÁ EXISTE UM ELO ESPIRITUAL DO CÉU BUSCANDO ELOS NA TERRA:

(SL.66.16) – Vinde, ouvi, todos vós que temeis à Deus, e vos contarei o que Ele tem feito por minha alma: Na verdade, o nosso Criador já consagrou essa Criatura louca, que se auto-criou como “o primeiro elo espiritual de Deus da nova era”, pelo poder da sua fé consciente, e que vem agindo como tal para religar o céu e a terra, para unir os irmãos espirituais em Cristo, trabalhando na obra comum da criação da nossa futura terra:
Com 60 letras e 6 sinais os Profetas escreveram na Bíblia:

(2SM) – O SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL: DAVI RECEBE A NOTICIA DA DERROTA E MORTE DE SAUL:

Com estes mesmos caracteres escreveram na Bibliogênese:

DEUS TEM SEU ELO DE VERDADE NA VIDA: ARNALDO RIBEIRO AGE E LUTA COMO CRISTO:

Agora eu também já formalizo esta Convocação Divina, recompondo as 48 letras e os 5 sinais deste título bíblico, assim:

(LM)–LAMENTAÇÕES DE JEREMIAS: JERUSALÉM, DESTRUIDA E DESOLADA:

Irmãs e Irmãos de fé:

SEJAM ÈLOS DE MIM NA TERRA, SERÃO LEALDADE E JUSTIÇA DE DEUS:

(MT.25.37) – Então perguntarão os Justos: Até quando os manipuladores da mídia se comportarão como cegos, surdos e mudos, ante à incontestável presença de Jesus Cristo entre nós, a despeito das evidências expostas na internet? Até quando privarão o grande público desse saber viver em Cristo, perpetuando a ignorância, a exploração desavergonhada, e o sofrimento do nosso povo? (1CO.1.20)– Onde está o sábio? Onde o escriba? Onde o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?(JÓ.19.7) – Eis que clamo: Violência! Mas não sou ouvido: Grito: Socorro! Porém não há Justiça! (JÓ.21.14) – E são estes os que disseram è Deus: Retira-te de nós! Não desejamos conhecer os teus caminhos: (JÓ.30.29) – Sou irmão de chacais e companheiro de avestruzes, (1PE.4.5) – os quais hão de prestar contas Àquele que é competente para julgar vivos e mortos! (LC.11.17) E sabendo ele o que se lhes passava pelo espírito, disse-lhes: (MT.17.17) – Ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei convosco? Até quando vós sofrerei? (LC.5.3) – Ai de vós, os que estais agora fartos! Porque vireis a ter fome: Ai de vós os que agora rides! Porque haveis de lamentar e chorar: (JR.2.29) – Por que contendeis comigo? (LC.825) – Onde está a vossa fé?

O ALTISSIMO JÁ FAZ JUSTIÇA NA TERRA COM A DESTRA DO CRISTO:
(JR.33.2) – Assim diz o Senhor que faz estas cousas, o Senhor que as forma para as estabelecer (Senhor é o seu nome): Há meio século eu me tornei escravo da liberdade do meu próprio Ser em Cristo, empenhado em esquadrinhar o Tratado Bíblico, no afã de me preparar como Guia dos Guias espirituais, para poder conduzir o povo de Deus à terra prometida. Tenho testado as almas nessa fé, e muitas terão dificuldades em alcançar a relevância dessa obra, dado a sua complexidade, aliada à descrença reinante nessa terra pagã e sem futuro. Mas Deus é testemunho de que é com a mais pura das intenções que exorto o estudo acurado da nossa bibliogênese; porque sei que essa humanidade infiel e pervertida, já não poderá subsistir sem o conhecimento que Jesus nos passa através dela.
(LV.17.12) – Portanto, tenho dito aos filhos de Israel: (SL.5811) – Na verdade, há recompensa para o justo, há um Deus, com efeito, que julga na terra: (1CO.9.3) – A minha defesa perante os que me interpelam é esta: É o Espírito Santo que revela ao mundo o ex-segredo guardado nas 98 letras e 7 sinais desta parábola:

(NM.16.28) – ENTÃO, DISSE MOISÉS: NISTO CONHECEREIS QUE O SENHOR ME ENVIOU A REALIZAR TODAS ESTAS OBRAS, QUE NÃO PROCEDEM DE MIM MESMO:

(MC.14.27) – Todos vós vos escandalizareis porque está escrito:

E CRISTO DIZ AOS HOMENS CONSCIENTES: ESTÃO VENDO QUE ESSE SER É MEU ESPÍRITO EM ARNALDO RIBEIRO, NAS MÃOS DO HOMEM QUE AMA.

(GL.4.16) – Tornei-me, porventura, vosso inimigo, por vos dizer a verdade? (1CO.4.3) – Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós ou por tribunal humano, nem eu julgo a mim mesmo;
(1CO.4.3) – porque se julgássemos a nós mesmos, não seriamos julgados. (2CO.5.10) – Importa que compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.

O ESPÍRITO DOS SANTOS PROFETAS DESPERTA OS DISCIPULOS DO CRISTO VIVO, REVELANDO O QUE ESTÁ ESCONDIDO NAS PARÁBOLAS BÍBLICAS: (RM.9.1) – Digo a verdade em Cristo, não minto, testemunhando comigo, no Espírito Santo, a minha própria consciência:
(MT.15.18) – E chamando Jesus os seus discípulos, disse: (MC.14.41) Ainda dormis e repousais? Basta! (LC.8.10) – A vós outros é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; aos demais, fala-se por parábolas, para que, vendo, não vejam, e, ouvindo, não entendam: (2CO.10.7) – Observai o que está evidente, na recomposição das 116 letras e dos 4 sinais, que compõem esta parábola:
(AP.2.7) – QUEM TEM OUVIDOS OUÇA O QUE O ESPÍRITO DIZ ÀS IGREJAS:AO VENCEDOR DAR-LHE-EI QUE SE ALIMENTE DA ÀRVORE DA VIDA, QUE SE ENCONTRA NO PARAÍSO DE DEUS:
(LC,20.17) – Que quer dizer, pois, o que está escrito? Quer dizer que hoje podemos ler, entender e saber ensinar que:
AGORA O CRISTO VIVO ESCREVE ENSINANDO O HOMEM A SER DE DEUS: QUER QUE O ESPÍRITO QUE É DONO DA VERDADE, ESPIRITUALIZE A ALMA QUE É DONA DA JUSTIÇA:
(JB.14.1) – Não se turbe o vosso coração, credes em Deus, crede também em mim; (EC.12.14) – porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até mesmo as que estão escondidas, quer sejam boas quer sejam más. (JB.21.14) – Este é o discípulo que dá testemunho destas cousas e que as escreveu, e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro; (IS.28.26) pois o seu Deus assim o instrui devidamente e o ensina.

preciso estudar para fazer uma prova as analise das musicas de chico buarque que são:apesar de você,Angelica e O pedaço de mim

manero tbm o comentario da isaura

muito interessante mesmo a interpretaçao do sergio soeiro. parabens!

A musica é muiito boa pq mostra a obressão da ditadura militar

oooooooooooooooooootexto paia
voooooooooo ti contarrrrrrr
si foosee eu não faria um texto asimm

vlw um chero na bunda…….xD,e um sauve pra Dra. Edileuza…

o Ricardo e viado

‘ Le le le le…lelelelelelele (8′ .

muuuuuuuuuuuuuito boom ! ‘

‘ gooosteei ! ;#

‘ muuito bon ; adooreii ! ;d

Certamente ele comenta a realidade da epoca de ditadura, principalmente da censura e não esquecendo de criticar a igreja católica enfatizando no fim da musica o livre arbitrio do homem que é sufocado pela ditadura e religião.

REVELAÇÃO / EXORTAÇÃO:
Urge propagarmos na terra, a certeza de que Jesus Cristo ja vive agindo entre nós, espargindo a luz do saber, criando Irmãos espirituais, e a nova era Cristã. Eu não minto, e a Espiritualidade que esperava pela sua volta, pode comprovar que digo a verdade. Por princípio, basta recompormos as 77 letras e os 5 sinais que compõem o titulo do 1º. livro bíblico, assim: O PRIMEIRO LIVRO DE MOISÉS CHAMADO GÊNESIS: A CRIAÇÃO DOS CÉUS E DA TERRA E DE TUDO O QUE NÊLES HÁ: Agora, pois, todos podem ver que: HÁ UM HOMEM LENDO AS VERDADES DO SEU ESPÍRITO: ÊLE É O GÊNIO CRIADOR QUE CRIA ESSA AÇÃO DE CRISTO. (LC.15.28) E cumpriu-se a escritura que diz: (JB.14.17) O Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem conhece, vós o conheceis, porque Ele habita convosco e estará em vós. Regozijemo-nos ante a presença do Nosso Senhor, e façamos jus ao poder que o Filho do Homem traz às Almas Justas, para a formação da verdadeira Cristandade.

(MT.26.24) – O FILHO DO HOMEM VAI, COMO ESTÁ ESCRITO A SEU RESPEITO, MAS AI DAQUELE POR INTERMÉDIO DE QUEM O FILHO DO HOMEM ESTÁ SENDO TRAIDO! MELHOR LHE FORA NÃO HAVER NASCIDO.

E, ao recompormos as 130 letras e os 7 sinais que compõem esse texto, todos já podem ler, saber e entender quem é o Filho do Homem.

E O FILHO DO HOMEM É O ESPÍRITO QUE TESTA AS ALMAS DO HOMEM E DA MULHER, NA VERDADE DO SENHOR, COMO CRISTO: E EIS A PROVA QUE O FILHO DO HOMEM FOI TREINADO NA LEI CRISTÃ

(MC.14.41) – CHEGOU A HORA, O FILHO DO HOMEM ESTÁ SENDO ENTREGUE NAS MÃOS DOS PECADORES. E hoje, quem quiser interagir com o Filho do Homem, deve buscar “A Bibliogênese de Israel”, que já está disponível na internet. E quem não quiser, pode continuar vivendo de esperança vã, assistindo passivamente a agonia da vida terrena, à par da auto-destruição do nosso planeta….

Só acrescentando, nos dois últimos versos
(Quero cheirar fumaça de óleo diesel / me embriagar até que alguém me esqueça), também são uma referência à morte do filho de Zuzu Angel, Stuart, que depois de torturado, foi amarrado em um jipe e arrastado com a boca colada junto ao cano de escape, morrendo por asfixia e envenenamento, devido à fumaça.

respondendo a sua pergunta bruno ferreto é facil vc descobrir é só vc estudar um pouco mais sobre a ditadura militar e depois colocar as criticas de alguns trechos interessantes ai vc descobre.
eu entendi que as pessoas não tinham direito de falar o que eles pensavam eles eram muito rudes não podia ficar nenhuma pessoa na rua (mendingos)eles saiam empurrando.

atibaia, de dezembro de 2009 eu tenho 11 anos

Existe um video muito interessante em que o Chico e o Caetano estao cantando essa música num show e, de repente, recebem ordens da polícia pra pararem de cantar por causa da crítica escancarada que aparece na letra. Assim, eles cantam de uma maneira que não dá para entender absolutamente nada, mas dá pra ouvir somente o CALICE(cale-se), ou seja, era o que estava acontecendo naquela época e naquele momento por estarem censurados de cantar…até que eles desligam os aparelhos de som e retiram os microfones.

respondendo a sua pergunta bruno ferreto é facil vc descobrir é só vc estudar um pouco mais sobre a ditadura militar e depois colocar as criticas de alguns trechos interessantes ai vc descobre.
eu entendi que as pessoas não tinham direito de falar o que eles pensavam eles eram muito rudes não podia ficar nenhuma pessoa na rua (mendingos)eles saiam empurrando.

atibaia, de dezembro de 2009 eu tenho 11 anos

Obrigado, Laura!
Fico muito feliz que a minha análise lhe tenha sido útil.
Abraços.

Nossa, Sergio, você analisou cada verso da música e muito bem! Parabens! Ajudou-me muito na construçao de um trabalho.

não achei isso nada bom a e os seus comentario estão todos feios seus troxas

Nossa! Raffa, jura que “Cálice” é o título da música? Se vc não fizesse essa observação, jamais saberíamos. :-O

vale lembrar tb q cálice é o titulo da musik…

“Cálice” uma das músicas mais panfletárias do Chico Buarque, somando-se o fato dele ter como parceiro a genialidade do Gil, fizeram uma grande obra. A análise é extensa por conta de que todos os versos vêm imbuídos de metáforas usadas para contar o drama da tortura no Brasil no período da ditadura militar.
(Pai, afasta de mim esse cálice)
Sintetiza uma súplica por algo que se deseja ver à distância. Boa parte da música faz uma analogia entre a Paixão de Cristo e o sofrimento vivido pela população aterrorizada com o regime autoritário. O refrão faz uma alusão à agonia de Jesus no calvário, mas a ambigüidade da palavra “cálice” em relação ao imperativo “cale-se”, remete à atuação da censura.

(De vinho tinto de sangue)
O “cálice” é um objeto que contém algo em seu interior. Na Bíblia esse conteúdo é o sangue de Cristo, na música é o sangue derramado pelas vítimas da repressão e torturas.

(Como beber dessa bebida amarga)
A metáfora do verso remete à dificuldade de aceitar um quadro social em que as pessoas eram subjugadas de forma desumana.

(Tragar a dor, engolir a labuta)
Significa a imposição de ter que agüentar a dor e aceitá-la como algo banal e corriqueiro. “Engolir a labuta” significa ter que aceitar uma condição de trabalho subumana de forma natural e passiva.

(Mesmo calada a boca, resta o peito)
Os poetas afirmam que mesmo a pessoa tendo a sua liberdade de pronunciar-se cerceada, ainda lhe resta o seu desejo, escondido e inviolável dentro do seu peito.

(Silêncio na cidade não se escuta)
O silêncio está metaforicamente relacionado à censura, que, desta forma, é entendida como uma quimera, um absurdo inexistente, porque, na medida em que o silêncio não se escuta, o silêncio não existe.

(De que me vale ser filho da santa / Melhor seria ser filho da outra)
Não fugindo à temática da religião, Chico e Gil usam de metáforas para mostrar suas descrenças naquele regime político e rebaixam a figura da “pátria mãe” à condição inferior a de uma “puta”, termo que fica subentendido na palavra “outra”.

(Outra realidade menos morta)
Seria uma outra realidade, na qual os homens não tivessem sua individualidade e seus direitos anulados.

(Tanta mentira, tanta força bruta)
O regime militar propagandeava que o país vivia um “milagre econômico” e todos eram obrigados a aceitar essa realidade como uma verdade absoluta.

(Como é difícil acordar calado / se na calada da noite eu me dano)
O eu-lírico admite a dificuldade de aceitar passivamente as imposições do regime, principalmente diante das torturas e pressões que eram realizadas à noite. Tudo era tão reprimido que necessitava ser feito às escondidas, de forma clandestina.

(Quero lançar um grito desumano / que é uma maneira de ser escutado)
Talvez porque ninguém escutasse as mensagens lançadas por vias pacíficas e ordeiras, uma das possibilidades, por conta de tanto desespero, seria partir para o confronto.

(Esse silêncio todo me atordoa)
Esse verso denuncia os métodos de torturas e repressão, utilizados para conseguir o silêncio das vítimas, fazendo-as perderem os sentidos.

(Atordoado, eu permaneço atento)
Mesmo atordoado o eu-lírico permanece atento, em estado de alerta para o fim dessa conjuntura, como se estivesse esperando um espetáculo que estaria por vir.

(Na arquibancada, pra a qualquer momento ver emergir o monstro da lagoa)
Entretanto, o espetáculo pode ser, ironicamente, somente o surgimento de mais um mecanismo de imposição de poder do regime, representado pelo monstro da lagoa.

(De muito gorda a porca já não anda)
Essa “porca” refere-se ao sistema ditatorial, que, de tão corrupto e ineficiente, já não funcionava. O porco também é um símbolo da gula, que está entre os sete pecados capitais, retomando a temática de religiosidade e elementos católicos.

(De muito usada a faca já não corta)
Demonstra inoperância, ou seja, mostra o desgaste de uma ferramenta política utilizada à exaustão.

(Como é difícil, pai, abrir a porta)
É expresso o apelo para que sejam diminuídas as dificuldades, mas ao mesmo tempo apresenta a tarefa como sendo muito difícil. A porta representa a saída de um contexto violento. Biblicamente, sinaliza um novo tempo.

(Essa palavra presa na garganta)
É a dificuldade para encontrar a liberdade, a livre expressão. É o desejo de falar, contar e descrever a todos a repressão que está sendo imposta.

(Esse pileque homérico no mundo)
Refere-se ao desejo de liberdade contido no peito de cada cidadão dos países vivendo sob os vários regimes autoritários existentes no mundo.

(De que adianta ter boa vontade)
É um autoquestionamento sobre a ânsia de lutar pela liberdade, uma vez que o mundo estava ao avesso. Refere-se a uma frase bíblica: “paz na terra aos homens de boa vontade”.

(Mesmo calado o peito resta a cuca dos bêbados do centro da cidade)
Mesmo sem liberdade o homem não perde a mente e pode continuar pensando.

(Talvez o mundo não seja pequeno nem seja a vida um fato consumado)
A partir deste verso o eu-lírico sugere a possibilidade de a realidade vir a ser diferente, renovando suas esperanças.

(Quero inventar o meu próprio pecado)
Expressa a vontade de libertar-se da imposição do erro por outros para recriar suas próprias regras e definir por si só, quais são seus erros, sem que outros o apontem. Tem o significado de estar fora da lei. O verbo aproxima-se do desejo urgente e real de liberdade.

(Quero morrer do meu próprio veneno)
Neste verso está implícito que ele deseja ser punido pelos erros que ele vier a praticar seguindo o seu livre-arbítrio, e não, tendo seu desejo cerceado, punido por erros que o sistema acha que ele poderá vir a cometer.

(Quero perder de vez tua cabeça / minha cabeça perder teu juízo)
Traz a idéia de que o eu-lírico deseja ter seu próprio juízo e não o do poder repressor. Quer decapitar a cabeça da ditadura e libertar-se do juízo imposto por ela, para ser dono de suas próprias idéias.

(Quero cheirar fumaça de óleo diesel / me embriagar até que alguém em esqueça)
Para encerrar, Chico e Gil usaram uma imagem forte das táticas de tortura. Para fazer com que os subjugados perdessem a noção da realidade, dentro da sala os repressores queimavam óleo diesel, cuja fumaça deixava-os embriagados. Entretanto, os subjugados também possuíam táticas antitortura, e uma das artimanhas era justamente fingir-se desmaiado, pois, enquanto nesta condição, não eram molestados pelos torturadores.

O que significa “tragar a dor”?

Tenho minha opinião sobre esta obra, e que obra!
Porém, humildemente, chego a conclusão de que toda e qualquer análise sobre ela seria vã para explicar o que sentia o autor ao escrevê-la…
Lembrando também que comentar uma obra é relativo demais, principalmente esta em questão. É na verdade uma tarefa muito complexa e sujeita a erros, mesmo que imperceptíveis à visão de quem se manifesta aqui.

A música “Cálice” de Chico Buarque é uma das mais belas canções produzidas no período militar, momento este em que foi censurada pelo governo brasileiro da época, por ser absolutamente hostil ao regime ditatorial. O refrão da letra é o ápice da crítica à censura, onde a palavra “cálice” revestida de um contexto religioso, refere-se discretamente e propositalmente à expressão “cale-se”, cuja sonoridade é a mesma.

Essa letra em si diz o tudo que passamos na era de chumbo, Ditadura Militar antes, quando e depois do AI5. Cálice realmente refere-se a mordaça imposta pela Ditadura quando implica “cale-se”. Visto que na época a luta travada contra o fechamento de teatros, jornais (procurem nos sites de busca o que se detalha sobre o Jornal “O Sol” jornal de vida curta daqui da Cidade do Rio de Janeiro e olhem fundo a letra dessa música que que retrata em tudo por tudo o desaparecimento de presos políticos, o exílio, as torturas, a censura a dor apalacada ao povo devido suas perdas, o desprezo a opinião pública e o tudo que envolve as grades que nos aprisionavam mesmo dentro de nossa liberdade por completa vigiada. A quem interessa possa, procurem também estudar a letra da música “Vai passar” (Sanatório Geral) e façam uma comparação no que diz as duas épocas quais foram lançada “Cálice” e a última citada. O Chico mescla nisso tudo a contra cultura do que insistiam em empregar a cultura de um povo, nós, que éramos impedidos e caminharmos com nossas próprias pernas. Cálice eu a tenho como o alerta ao tudo que relacionava repressão e, que ainda mesmo por debaixo dos panos apesar dessa falsa democracia, vivemos. Um abraço em todos e parabéns por todos os comentários que são mais do que reais. Eu Guerreiro (Se alguém tiver algum material e queira me enviar em relação a época e a música e letra Cálice, fiquem a vontade. O meu endereço eletrônico é: guerreiro6591rjjpa@gmail.com

Infelizmente sim, o calice pode ser entendido com a emilia colocou como uma censura que ocorria nesta epoca…

Realmente a letra fala sobre o AI-5, criticando a ditadura e a falta de liberdade de expressão:
“Pai,afasta de mim esse cálice”
sendo sua intençao:
“Pai,afasta de mim esse cale-se”!

Achei que se tratava propriamente da igreja católica e seus dogmas, não havia olhado esse lado referente a ditadura. Legal, mas vocês tem certeza que se trata da ditaduta?

complementando de novo… essa letra faz mencao ao AI-5 (ato inconstitucional numero 5 se nao souber de uma googlada)

seria tambem uma forma de desprezo: como beber dessa bebida amarga…

Vale lembrar também, que a palavra Cálice, tem o mesmo fonema que o verbo: cale-se ..
CHico cria assim um jogo de palavras ..

eu achei a letra da musica muito boa pois retrata com foi a ditadura brasileira

Ele faz uso das palavras de Jesus quando na cruz, para comparar seu sofrimento durante o regime da ditadura militar. Entende-se que as armas seriam suas letras, sempre criticando o governo e convidando o povo a se rebelar contra o autoritarismo…

Muitoo boom!!!

Qual é a sua interpretação?

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