A aproximação entre poesia culta e canção popular inaugurada pelo Modernismo de 1922 e desdobrada em Drummond, Manuel Bandeira, Mario Quintana e nos compositores brasileiros.
🎯 DICA DE PROVA (UNICAMP / COMVEST & BNCC EM13LP48, EM13LP52, EF69LP48)
A UNICAMP valoriza a leitura da canção enquanto objeto híbrido (letra + melodia/performance). Destaque o verso livre, o humor irônico, o prosaísmo do cotidiano e a quebra da solenidade acadêmica.
🎶 OBRA & VERSO DE REFERÊNCIA
“No meio do caminho tinha uma pedra / Tinha uma pedra no meio do caminho”
No Meio do Caminho — Carlos Drummond de Andrade
A estética modernista brasileira rompeu com o rigor parnasiano ao incorporar na poesia e na canção:
Gabarito A: O Modernismo libertou o ritmo poético (verso livre), valorizou a fala brasileira sem purismos lusitanos e elevou cenas cotidianas à condição de matéria lírica.
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“-"Um dia, numa rua da cidade / Eu vi um velinho”
“De tudo que é nego torto / Do mangue e do cais do porto”
“O que será que me dá / Que me bole por dentro, será que me dá”
“Muitas vezes, Pedro, você fala / Sempre a se queixar da solidão”
“Ói, ói o trem, vem surgindo de trás das montanhas azuis, olha o trem / Ói, ói o trem, vem trazendo de longe as cinzas do velho éon”
“Um velho cruza a soleira / De botas longas, de barbas longas”
“Você me faz, correr demais / Os riscos desta Highway”
“Há um vilarejo ali / Onde areja um vento bom”
“Quando tudo está perdido / Sempre existe um caminho”
“Eu não quero mais mentir / Usar espinhos”
“Meu caminho é cada manhã / Não procure saber onde estou”
“Mande notícias do mundo de lá / Diz quem fica”
“É pena que você pense / Que eu sou seu escravo”
“Tu és o grande amor / Da minha vida”
“O que é o que é?? / Clara e salgada,”
“Carpinteiro do universo inteiro eu sou. / Carpinteiro do universo inteiro eu sou.”
“É aquela que fere, / que virá mais tranqüila”
“Todo dia ela faz tudo sempre igual / Me sacode às seis horas da manhã”
ANÁLISE DE LETRAS • FICHA DIDÁTICA DE LITERATURA, MPB & REDAÇÃO ENEM
Fonte Oficial & Gabarito Online: https://analisedeletras.com.br/vestibular/unicamp-poesia-modernismo-musica
ACESSO DIRETO / QR URL
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Data: 08/11/2026 • Aluno(a): ____________________
| Obra / Autor: | No Meio do Caminho — Carlos Drummond de Andrade — UNICAMP / COMVEST |
|---|---|
| Movimento: | MPB & Canção de Protesto |
| Estrutura: | 2 estrofes • 2 versos • 40 palavras |
| ABNT NBR 6023: | COMVEST, UNICAMP /. No Meio do Caminho — Carlos Drummond de Andrade. In: Leitura Crítica de Gêneros Poéticos & Canção. [S. l.]: Análise de Letras, 2026. Disponível em: https://analisedeletras.com.br/musica/chico-buarque/unicamp-poesia-modernismo-musica. Acesso em: 08 nov. 2026. |
No meio do caminho tinha uma pedra / Tinha uma pedra no meio do caminho A aproximação entre poesia culta e canção popular inaugurada pelo Modernismo de 1922 e desdobrada em Drummond, Manuel Bandeira, Mario Quintana e nos compositores brasileiros.
Parágrafo Modelo (Introdução C2): Na canção "No Meio do Caminho — Carlos Drummond de Andrade" (2026), de UNICAMP / COMVEST — obra representativa do movimento MPB & Canção de Protesto —, os versos "No meio do caminho tinha uma pedra / Tinha uma pedra no meio do caminho / A aproximação entre poesia culta e canção popular inaugurada pelo Modernismo de 1922 e desdobrada em Drummond, Manuel Bandeira, Mario Quintana e nos compositores brasileiros." mobilizam a força expressiva da metáfora para iluminar dilemas profundos da condição humana e da sociedade brasileira. Fora do plano estético, a reflexão proposta por UNICAMP / COMVEST mostra-se urgente para compreender os desafios ligados a meio ambiente & amazônia no Brasil contemporâneo, evidenciando como a omissão estatal e a naturalização social perpetuam esse problema.
Ponte Sociológica: Conecta-se com "Ideias para Adiar o Fim do Mundo" de Ailton Krenak e o Artigo 225 da Constituição Federal de 1988.
Q1 (ENEM — Linguagens, Códigos e suas Tecnologias): Considere os versos de "No Meio do Caminho — Carlos Drummond de Andrade" (UNICAMP / COMVEST). Na construção poética do trecho em destaque, o recurso expressivo predominante e seu efeito de sentido consistem em:
Q2 (FUVEST / UNICAMP — Literatura & Cultura Brasileira): Situando "No Meio do Caminho — Carlos Drummond de Andrade" (UNICAMP / COMVEST) na vertente de MPB & Canção de Protesto (1964 – 1979) e no eixo temático de "MPB Clássica", é correto afirmar que a voz lírica (eu lírico) se caracteriza por:
Q3 (UNESP / ENEM — Poética, Métrica e Funções da Linguagem): Do ponto de vista da arquitetura formal e da musicalidade dos versos, a análise prosódica de "No Meio do Caminho — Carlos Drummond de Andrade" revela:
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