Cronista dominical da Folha de S.Paulo (ocupando o espaço que foi de Rubem Braga e Carlos Heitor Cony), Antonio Prata escreveu o clássico contemporâneo Nu, de Botas (2013), resgatando o olhar de espanto poético da infância nos anos 1980 e radiografando com humor autodepreciativo os dilemas políticos e digitais do século XXI.
💡 Tese Central & Estilo Literário
Na infância, o mundo inteiro ainda está sem legenda: recordar esse olhar inaugural devolve poesia e senso crítico ao adulto anestesiado pelo cotidiano.
🎵 Diálogo com a MPB & Poesia
Filho do escritor Mario Prata, cresceu ouvindo Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil e o rock brasileiro dos anos 1980.
Chico Buarque
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Porque combina linguagem coloquial contemporânea, metáforas visuais engenhosas e reflexão ética acessível sobre tecnologia, desigualdade brasileira, paternidade e memória afetiva.