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Últimas Análises

na verdade estamos falando de uma letra de BELCHIOR a original, entao vamos valorizar o verdadeiro compositor né? ao contrario da pimentinha, que apesar de nao compor nada, era uma grande interprete, mas como dizem aqui na minha regiao "GOZAVA COM O PAU DOS OUTROS" primeiramente, na minha opinião essa musica simplesmente fala que na juventude criticamos nossos pais por acha-los caretas, e ambicionamos ser diferentes, nos inspirando em ídolos da mídia, nos aspirando a ser como eles, revolucionarios, viver contra as regras da sociedade no sentido de não ter que prestar contas pra ninguem a não ser para nós mesmos, mas no fim nós, os cidadãos comuns vemos que " apesar de termos feito tudo, tudo que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais", ou seja, nos, cidadãos comuns, no fim da vida vivemos como nossos pais apesar de termos ambicionado tanta coisa diferente na juventude, pq quando amadurecemos, percebemos que a vida não é como nossos astros ou ídolos da juventude mostram q a vida deve ser, mas nos meros mortais, seremos como nossos pais, teremos nossa familia, e cuidaremos dos nossos filhos sonhadores, que terão um desejo de serem, no auge de sua juventude diferente do nós..., como nós imaginos em certo momento da vida, em relação a nossos pais.. pra mim a letra fala disso, o resto em relação a ditadura e tudo, como outros falam por aqui, foi adaptado porque a modinha da época elis regina, que não compunha nada, cantou na época da ditadura, obrigado
Preciso disso para terminar minha prova.
Não quero lhe falar Meu grande amor Das coisas que aprendi Nos discos... Quero lhe contar como eu vivi E tudo o que aconteceu comigo Viver é melhor que sonhar ---- Aqui se fala das experiências e lutas na ditadura. Não é como se ouve em historias, e sim oq se viveu de verdade e como se viveu nessa época. Ela canta esta música para todos que tem um espirito revolucionário, para os jovens que desejam lutar. Eu sei que o amor É uma coisa boa - Aqui se fala que acreditar é existir. Defender seus ideais é uma coisa importante que a faz cidadão. Mas também sei Que qualquer canto É menor do que a vida De qualquer pessoa... - Mas também se sabe que toda luta tem seu pesar, e mesmo acreditando que a luta irá mudar o país, nenhuma luta é mais importante que a vida de uma pessoa. Por isso cuidado meu bem Há perigo na esquina Eles venceram e o sinal Está fechado prá nós Que somos jovens... - Por isso cuidado, pois a ditadura existe e foi implantada no Brasil. E essa ditadura nos calou e nos fez ficar iguais cavalos com antolhos. Daí o sinal está fechado, pois não podemos mais ser humanos pensadores e sim humanos obedientes. Para abraçar seu irmão E beijar sua menina, na rua É que se fez, o seu braço O seu lábio e a sua voz... - Aqui já se mostra que se pode ter voz se lutar, se ousar. Você me pergunta Pela minha paixão Digo que estou encantada Como uma nova invenção Eu vou ficar nesta cidade Não vou voltar pro sertão Pois vejo vir vindo no vento Cheiro da nova estação Eu sei de tudo na ferida viva Do meu coração... - Voce me pergunta em que eu acredito e digo que estou encantada com um novo BRASIL. Um Brasil com educação, com liberdade, segurança, com desenvolvimento, um povo com poucas desigualdades sociais, politicas, .... Não vou ser mais como eu era, agora vou lutar por um país melhor. E tudo isso eu senti na ferida que ficou com o sofrimento que se passou na ditadura. Já faz tempo Eu vi você na rua Cabelo ao vento Gente jovem reunida Na parede da memória Essa lembrança É o quadro que dói mais... - Aqui se fala das pessoas que sumiam. Amigos, parentes, filhos, filhas, levados pela policia e que não voltavam mais ou quando voltavam estavam diferente devido tanta tortura física e psicológica. Então ela lembra de como você era aquela pessoa antes de todo esse sofrimento: uma pessoa perspicaz que visava um mundo diferente, e é essa lembrança de como aquele era comparado a como está agora que dói mais. Minha dor é perceber Que apesar de termos Feito tudo o que fizemos Ainda somos os mesmos E vivemos Ainda somos os mesmos E vivemos Como Os Nossos Pais... - E o pior de tudo é perceber que apesar de termos lutado, de termos sido torturados, humilhados, ainda somos os mesmos levando uma vida comum, pois não conseguirmos mudar esse país como queríamos. E agora temos uma vida normal com filhos, casa, impostos a pagar, convivendo com maiores diferenças sociais em um país corrupto sem investimentos educacionais. Assim como tudo era antes de nos nascermos, como era antes de começarmos a lutar, como era na época de nossos pais Nossos ídolos Ainda são os mesmos E as aparências Não enganam não Você diz que depois deles Não apareceu mais ninguém - Apesar de não haver mudanças como desejávamos, tudo que nos admiramos e acreditamos ainda são as mesmas coisas, mas desta vez as aparências e promessas de um país melhor por parte do governo não nos engana mais. A ditadura surgiu e muitos não fizeram nada com medo de reprovações, daí daqueles que foram reprovados pela ditadura serviram de exemplo para que muitos se escondessem, não aparecessem mais para lutar. Você pode até dizer Que eu tô por fora Ou então Que eu tô inventando... - Isso tudo que eu disse pode ser mentira e dizer que não entendo tudo que ocorreu com o Brasil naquela época Mas é você Que ama o passado E que não vê É você Que ama o passado E que não vê Que o novo sempre vem... - Mas tudo aquilo já passou e não foi alcançado, assim é necessário esquecer, pq o país continua e está aí crescendo de uma forma totalmente contra o que desejávamos. Hoje eu sei Que quem me deu a idéia De uma nova consciência E juventude Tá em casa Guardado por Deus Contando vil metal... - Aqui ela fala que apesar de ter ido contra a família que não quis que se embarcasse nessa luta porque não queriam que os filhos revolucionários dessem a vida por uma luta politica que não transformou o Brasil no que desejavam. Assim, ela fala que quem deu essa consciência de uma nova juventude está em casa, que são os seus pais.
Não entendo pq ele gravou "em 76", Osvaldo Montenegro 73, pq foi mudada a data? O certo é 73 pela idade dele. Assim penso.
Essa música fala da ilusão dos jovens que pensam serem diferentes e até mais evoluídos que as gerações passadas e a realidade é que a vida é uma "refazenda"(Como diz Zé Ramalho).
O sr da Direita simplesmente desconsiderou Mote e Glosa. Enfim, em uma entrevista concedida ao programa Nossa Língua ele falou sobre essa canção.
Só pra alertar o Sr 17/07 Que nem nunca, nem jamais o grande compositor Raul, desse que o não menor que ele Belchior n tem cheiro nem sabor... Ele apenas ao optar por gastar seu tempo em ouvir o seu ídolo Belchior, imitar o outra SR Dilan , e Sr Elvis, notou que houve época em que se enquadrou no personagem Criado pelo seu ídolo latino americano, pois as vezes tal qual o persona se sentia sem cheiro nem sabor assim como tam se cansara de ver o sol se pôr
Que coisa impressionante! Se “Atirei o pau no gato” fosse submetida ao crivo de entendimento da turma da canhota, saberíamos enfim que a letra nada mais é do que uma crítica feroz aos “anos de chumbo”, e que o tal pau fora atirado (metáfora com arma de fogo) por um militar de alta patente torturador e enfurecido e que o gato (metáfora com o animal que, todo mundo sabe, tem sete vidas) era um histórico militante da VAR Palmares e só não morreu pq era um herói da resistência que deu a volta por cima, promoveu a democratização deste país e hoje integra o governo federal, exercendo seu interminável 'direito' ao revanchismo àqueles que o humilharam, mas o deixaram viver’... não sem antes embolsar uma gorda e ‘merecidíssima’ indenização... Santo Deus! Fazer o quê? Esquerdista aparelha até conversa de elevador; pq não este espaço tb? O blues (é bom que se diga logo) “A palo seco”, assim como “Apenas um rapaz latino americano” são do mesmo LP gravado em 1976. Pois 76 – e não 73 – é o ano citado na letra que consta no encarte com as letras da versão de vinil. No verso do encarte há representada uma nota de dólar com a foto do compositor no centro e a inscrição “In GOLD we trust”, tudo muito bem, como direi?, “capitalisticamente americano”. Como se nota, palpiteiros que se prezam desprezam evidências, provas e, acima de tudo, a realidade visível, palpável e neste caso, também audível ;-/ Temos claro, portanto, que a referida canção não pode ser “resposta” a “Eu tb vou reclamar”. Claro tb que isso não invalida o relato do Raul, abaixo, que afirma tê-la ouvido em 73, afinal, a música poderia ter sido composta antes e gravada apenas em 76. Se fosse composta em 74 ou 75, a única prejudicada seria a rima. Mas isso só piora um pouco mais a tese da “resposta” ao Raul Seixas, a menos que Belchior fosse vidente, profeta ou a mãe Dinah em pessoa respondendo a uma provocação que só viria à público pelo menos 3 anos depois... Estaríamos aí vivenciando uma viagem musical, temporal e, se me permitem, “maionesal”... As letras do Belchior são repletas de referências literárias, mas muito pouco ideologizadas. Talvez, e só talvez, isso constituísse uma razão praquele “não tem cheiro e nem sabor” do Raul Seixas. Não sei. Na análise de “Como nossos pais”, neste mesmo site, então, a viagem dos Guevara-social-patrulheiros da MPB atinge a estratosfera do fanatismo esquerdofrênico sem que, novamente, alguém tivesse a iluminação de consultar o mesmo (sim, é do MESMO disco!!!) encarte das letras. Seria impossível não ver na letra original, assim como na interpretação do próprio autor os versos “Hoje eu sei que quem me deu a idéia / de uma nova consciência e juventude / está em casa guardado por Deus / contando os SEUS METAIS”. Vejam lá, gentes! Não tem nada de VIL METAL: a Elis é que, como outras cantoras, tinha esse hábito de mudar as letras a seu bel prazer, às vezes – como nesta mesma música – vertendo a narrativa para o feminino. Quem iria reclamar?, afinal, ela era quem era e alavancava a carreira dos novos compositores. Apesar de tantos comentários como se fosse um campeonato de esquerdismo, idéia fixa, revolução e ódio aos anos de chumbo ever, ninguém se lembrou ao menos de aventar a possibilidade mais óbvia quanto aos “metais” da letra. Sinceramente e sem cinismo algum, eu não vejo nesses versos qquer crítica ao capitalismo, e sim uma referência irônica à própria idade avançada daqueles que alcançaram a “fase dos metais”: prata nos cabelos, ouro nos dentes, ferro nas articulações, chumbo nos pés... Menos, pessoal, menos.
ANÁLISE DA LETRA "Nessa letra percebemos a forte presença do positivismo, a idéia de um novo mundo com novos pensamentos e ideologias. Começando pela primeira estrofe “Não quero lhe falar, meu grande amor/ Das coisas que aprendi nos discos/ Quero lhe contar como eu vivi/ E tudo o que aconteceu comigo...” podemos ver que a vanguarda vai sendo deixada de lado ao ser dito que as experiências de frases feitas de discos não valem de nada; o que conta mesmo são as experiências vividas, isso é o que faz uma pessoa evoluir mentalmente. Juntamos essa estrofe com a passagem “Mas também sei que qualquer canto/ É menor do que a vida de qualquer pessoa/ Por isso cuidado, meu bem, há perigo na esquina/ Eles venceram e o sinal está fechado pra nós/ Que somos jovens..”, citando o estado perigoso em que se encontrava o futuro do mundo, os grandes transformadores das gerações futuras, nesse caso aí sendo os jovens. Essa parte diz que “qualquer canto é menor do que a vida de qualquer pessoa”, uma referência (ou não) à censura do AI-5, que fez o sinal estar fechado para os jovens pela falta de liberdade de expressão, fazendo com que a juventude da época caísse no comodismo forçado pelos militares conservadores. Mas como sempre há aquele que enxerga uma luz no fim do túnel, o autor diz “Você me pergunta pela minha paixão/ Digo que estou encantado como uma nova invenção/ Eu vou ficar nessa cidade, não vou voltar pro sertão/ Pois vejo vir vindo no vento o cheiro da nova estação/ Eu sei de tudo na ferida viva do meu coração...”, dando ênfase a um futuro positivo esperado pelos indivíduos da época, principalmente os jovens. Aliás, os estudantes sempre estiveram presentes nos anos de ditadura. A UNE foi um braço forte indo de encontro aos ideais ditatoriais da época. “Já faz tempo eu vi você na rua/ Cabelo ao vento, gente jovem reunida/ Na parede da memória essa lembrança é o quadro que dói mais/ Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo o que fizemos/ Ainda somos os mesmo e vivemos como nossos pais...” vem falando de uma revolução civil que caiu no esquecimento, onde os jovens não eram mais aqueles rebeldes com vontade de ver o mundo de outra maneira como pregava o Rock N’ Roll, nascido nos anos 50. Já que essa revolução foi deixada de lado, a vida voltou a ser como era nas primeiras décadas do século XX, onde a liberdade não era plena. Outra passagem importante de ser analisada é essa: “Nossos ídolos ainda são os mesmos/ E as aparências não enganam, não/ Você diz que depois deles não apareceu mais ninguém/ Você pode até dizer que eu tou por fora/ Ou então que eu tou inventando/ Mas é você que ama o passado e que não vê/ Mas é você que ama o passado e que não vê/ Que o novo sempre vem...”. De fato o novo surpreende. E dito aqui que ninguém busca novos horizontes e pensamentos, e é urgente essa necessidade de busca. Se já é difícil para inovar no começo do século XXI, onde o conformismo é maior e a ostentação também, imagine em tempos de ditadura militar... O novo choca onde quer que apareça, e sempre haverá aqueles que neguem as inovações com medo de reprovações. Podemos ver isso em “Hoje eu sei que quem me deu a idéia/ De uma nova consciência e juventude/ Ta em casa guardado por Deus/ Contando vil metais...”, onde aquele idealizador de novos pensamentos se fechou em seu mundo por ser classificado como membro periférico de um mundo o. Retirado do Yahoo Respostas
Creio que essa época em que se trata a música, traz a nós um pouco da vivência das ditaduras que vão se espalhando pelo território sul-americano, sendo algumas delas (até mesmo a brasileira) patrocinada pelos EUA de certa forma a afastar o perigo eminente do socialismo, tendo visto que a ditadura mantinha a ordem no país! A música trata de uma rapaz jovem que em um ato de rebeldia, prefere manter suas raízes, como no verso: Por força desse destino um tango argentino me vai bem melhor que o blues!! Apenas um ponto de vista :)
Belchior com a música A palo seco, está respondendo a uma crítica do cantor baiano Raul Seixas e seu parceiro Paulo Coelho, que o chama de "latino americano que não tem cheiro nem sabor" na música Eu também vou reclamar. Enquanto Raul sonhava com um mundo alternativo, Belchior viviam a realidade de uma ditadura militar; enquanto Raul se inspirava em artistas norte-ameticanos como Bob Dylan e Elvis, Belchior preferia se inspirar em uma realidade latina. "Um tango argentino me vai bem melhor que um blues". Então, Belchior responde a essas críticas a Palo seco.
"Eu quero que a minha voz saia no rádio e NO alto falante" "E à noite, quando em minha cama for deitar minha cabeça, eu quero ter daquela que me ama" (tem cabeça demais na frase).
Em primeiro lugar, a letra ao lado está incorreta. "APENASMENTE (junto) FLORA" . "Pois só sem desejos é que se EVITA o agora". Na segunda parte é: "A GENTE quer TER, mas querendo ERA" A interpretação dada à letra, para mim está correta.
João. Nada de mais. Foi o ano dacomposição. Eu estava no teatro record Augusta. Quando ele interpretou pela primeira vez. Raul
É costume acharmos que o conhecido pela gente é o melhor ou que as artes e as músicas de um tempo atrás eram a verdade, mas a música interpreta que é preciso dar espaço para o novo. E é uma crítica que independente da mudança que o novo pode trazer vamos viver sempre como nossos pais