Raul Seixas

O Conto do Sábio Chinês

Era uma vez
Um sábio chinês
Que um dia sonhou
Que era uma borboleta
Voando nos campos
Pousando nas flores
Vivendo assim
Um lindo sonho…

Até que um dia acordou
E pro resto da vida
Uma dúvida
Lhe acompanhou…

Se ele era
Um sábio chinês
Que sonhou
Que era uma borboleta
Ou se era uma borboleta
Sonhando que era
Um sábio chinês…(2x)

0 comentário sobre “O Conto do Sábio Chinês

  • Guilherme disse:

    Na minha opnião Raul levanta uma duvida que muitos nem chegaram a pensar que é: Como saber se sua vida não é um sonho?

  • esssa música conta a história de uma pessoa que sofre de transtorno mental, tipo esquizofrenia, que tem visões ou dupla personalidade, na verdade ela não quem é de verdade, é isso

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  • “Se ele era
    Um sábio chinês
    Que sonhou
    Que era uma borboleta
    Ou se era uma borboleta
    Sonhando que era
    Um sábio chinês…”

    Caros amigos, como o Guilherme falou, Raul levanta uma duvida que quase ninguem para pra pensar: Somos o que somos ou é apenas um sonho?

    Essa musica é d+..

    abraços.

  • Henrique santana disse:

    , essa musica é baseada nas escritas de Chuang-tzu que fala que certa noite sonhou ser uma mariposa.agora se pergunte o qu,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,

  • Leia Medeiros disse:

    o que é sonho, e o que é realidade? A vida é real ou ilusão? De onde vem os nossos sonhos? Qual os símbolos que estão por trás de nossos sonhos? Ele coloca todo mundo pra pensar.

    Abraços

  • Adrian Fuzetto disse:

    Amigos, Creio eu, veja bem, CREIO EU….
    Era uma vez um garoto de uma cidade do interior.
    Que um dia mudou para a capital do paraná, e tocava guitarra toda noite. Certo dia, seu pai, vocalista e tecladista, morre. E ele se separa da esposa e volta a morar no interior, e começa a trabalhar na terra.
    Então ele se pergunta:
    -Será que eu sou aquele músico que eu era, que tocava bem, que todo mundo fingia gostar, e tudo era perfeito, ou sou esse trabalhador suado, sujo, que pensa e ocupa a mente enquanto trabalha pensando sobre a vida e a existência?
    A resposta que achei foi: eu sou os dois.
    Creio eu.

  • joão henrique lo disse:

    metafísica (questionamento da realidade,a qual essa letra pode nos levar a refletir,já que em tantas vezes sentimos tanta realidade nos nossos sonhos e fazemos tantos sonhos nas nossas realidades.

  • Wener Mariz disse:

    NA MINHA OPINIÃO, COM ESSA MÚSICA O RAUL PRETENDE NOS MOSTRAR, UMA DÚVIDA QUE TRAZEMOS CONOSCO, QUE FAZ PARTE NOSSO SER, A DÚVIDA DO QUE EU SOU REALMENTE, ISSO PODE SER EXEMPLIFICADO COMO: SERA QUE EU SO MESMO AQUILO QUE EU SEMPRE QIS SER? OU SERÁ QUE EU SOU ASSIM APENAS PARA SATISFAZER A VONTADE DE QUEM EU SOU MUITAS VEZES SUBMISSO, PAI MÃE, SOCIEDADE, SIM POIS FICA CLARO NA MÚSICA QUE O SÁBIO CHINÊS LOGO DE INICIO TEM A SUA IENTIDADE, MAS DEPOIS DE DORMIR, ACABA ESQUECENDO O QUE ELE SERIA REALMENTE, E QUANDO CHEGA NESSE PONTO NÃO SABE QUAL CAMINHO DEVE SEGUIR, A RELAÇÃO COM A NOSSA VIDA É QUE A GENTE SE BASEIA MUITO NO EXTERIOR E MUITAS VEZES ACABAMOS ADERINDO COISAS E IDÉIAS APENAS POR IMPOSIÇÃO! VIVA RAULLLLL!!!!!

  • pedrosa disse:

    a musica retrata que talvez a nossa realidade e a aquilo que talvez acreditamos como verdade absoluta, não representa o que realmente importa como seres do universo, complicamos demais, a verdade está na pureza e na simplicidade das coisas da vida

  • Haroldo disse:

    O Homem e a Borboleta
    Chuang Tzu

    Uma vez eu sonhei que era uma borboleta,
    voando entre as flores e arbustos do jardim.

    Tudo era tão concreto e real
    que em momento nenhum do meu sonho
    suspeitei que a borboleta era eu
    ou que eu fosse a borboleta.

    Para todos os efeitos possíveis e imagináveis,
    eu era, eu agia e eu realmente me sentia uma borboleta,
    cumprindo o destino de uma borboleta qualquer.

    De repente, eu acordei
    e lá estava eu, sendo a pessoa que eu sempre fui
    – ou que sempre imaginei ser.

    Sei muito bem
    que entre um homem e uma borboleta
    há tantas diferenças fundamentais e insuperáveis
    que a transformação de um no outro
    é algo simplesmente impossível de acontecer no mundo real.

    É por isso que, desde então,
    eu nunca mais tive sossego
    quanto à minha verdadeira identidade.

    Pois não há nada que me permita saber,
    com toda certeza e rigor,
    sem nenhuma margem de dúvida,
    se eu sou verdadeiramente um homem,
    que um dia sonhou que era uma borboleta,
    ou se eu sou uma borboleta,
    sonhando que é um homem.

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  • Na verdade, o que ele quis dizer é que as vezes nos camuflamos e queremos ser outra pessoa, quando no interior somos outra, que vive ali presa.

  • lucianoamaral disse:

    muito boa essa pagina !! ma leva a pensar quanta diferença de pensar das pessoas faz valer a letra de Raul que dizia(cada um de noz é um universo!

  • Chang Tzu disse:

    Essa música é baseada nos ensinamentos taoístas, o sábio chinês do conto se chama Chang Tzu, os outros comentários interpretaram bem, é uma questão metafísica, sobre a existência. O taoísmo acredita que tudo (as 10.000 coisas) que existe flue no TAO, que é equivalente ao Nirvana, então o ser humano deve se deixar levar pela corrente, não limitar seus pensamentos e condicionar seus atos, nadando contra a corrente, se deve apenas boiar na vida, não pensar atrás e nem a frente, mas no aqui e agora, por isso o sábio não sabe se é uma borboleta ou um homem, quando ele é um homem ele vive a vida de homem, sem pensar no futuro, quando ele é borboleta ele vive a vida de borboleta, sem pensar no passado, não importa qual é real, aproveite o aqui e o agora, pois é aí que está “deus”(o divino em geral, não uma entidade, não importa que religião ou crença), é o todo que vive em movimento, possui as duas faces, yin e yang (símbolo taoísta muito conhecido), mas o todo está sempre em mutação, não importa qual das vidas é sonho, a da borboleta ou a do homem, o que importa é viver o agora e fluir de acordo com o tao, estar em equilíbrio e se tornar um observador e meditador ao mesmo tempo, e lembrem-se meditar é NÃO PENSAR(metafísicamente, uma pena pra filosofia), é apenas viver, não importa que ações você faça, desde que obtenha a paz espiritual e alcançe a iluminação através da vida meditativa.

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