Temporal

Pitty

Compositor(a) da letra: Pitty

Álbum da letra: ADMIRÁVEL CHIP NOVO

Ano de lançamento: 2003

14 comentários

Chega simples como um temporal
Parecia que ia durar
Tantas placas e tantos sinais
Já não sei por onde caminhar.

E quando olhei no espelho
Eu vi meu rosto e já não o reconheci
E então vi minha história
Tão clara em cada marca que tava ali.

Se o tempo hoje vai depressa
Não tá em minhas mãos
Cada minuto me interessa
Me resolvendo ou não.

Quero uma fermata que possa fazer
Agora o tempo me obedecer
E só então eu deixo
Os medos e as armas

Chega simples como um temporal (os medos e as armas)
Parecia que ia durar (os medos e as armas)
Tantas placas e tantos sinais
Já não sei por onde caminhar.

E quando olhei no espelho
Eu vi meu rosto e já não o reconheci
E então vi minha história
Tão clara em cada marca que tava ali.

Se o tempo hoje vai depressa
Não tá em minhas mãos
Cada minuto me interessa
Me resolvendo ou não.

Quero uma formata que possa fazer
Agora o tempo me obedecer
E só então eu deixo
Os medos e as armas
Eu deixo eu medos e as armas
Eu deixo os medos e as armas pra trás
E as armas pra trás
E as armas pra trás…




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14 comentários para a letra “Temporal

  1. Gih disse:

    Pra mim essa música trata sobre um namoro, que começou
    rápido e simples, pela primeiro estrofe o tal namoro ficou
    complicado, mas parecia que ia durar.

    “E quando olhei no espelho
    Eu vi meu rosto e já não o reconheci”
    Talvez porque o eu-lirico tenha mudado demais, mas eu acho
    que o namorado do “eu” violentava ela pro causa dessa parte:
    “E então vi minha história
    Tão clara em cada marca que tava ali.”

  2. Karla Pêgo disse:

    No meu entendimento, nessa música a Pitty fala do envelhecimento, os anos passam devagar, porém a velhice chega simples como um temporal, ela só fica clara quando as marcar são vistas no espelho. Ela fala que nessas marcas estão presentes suas histórias vividas. E é nessa fase da vida que as pessoas começam a valorizar cada minuto da vida, desejando que o tempo as obedeça, porém o tempo não nos obedece, e a mensagem que ela quer deixar e que devemos viver cada minuto,porque o tempo passa depressa e ele não esta em nossas mãos, devemos viver deixando os medos e as armas para trás.

  3. Marina disse:

    Aqui nessa música, ela trata claramente do tempo. Como algo que não pode ser recuperado, como algo que passa sem nos darmos realmente conta disso, e quando percebemos o que fizemos com o tempo que tínhamos, temos vontade de obtê-lo de novo. É uma letra bem simples, mas que possui bastante significado

  4. Ramon disse:

    Essa música retrata o tempo, como no livro que foi inspirada ( não lembro o titulo :S ).
    Quando fala que chega “simples como um temporal”, entende-se que ela retrata com irônia alguma fase da vida, que é simples e devastadora ( como o temporal ). ” Tantas placas e tantos sinais, já não sei por onde caminhar ” pode referir-se a “estrada da vida” tendo as placas e os sinais como os obstáculos nela, os desafios e não saber por onde caminhar,a dúvida, a formação de ‘opnião’. ” E quando olhei no espelho, eu vi meu rosto e já não reconheci, então vi minha história tão clara em cada marca que tava ali” essa frase se explica por si só, as “marcas” que mudam, que nos surpreendem com o tempo e que cada uma, tem uma história, cada uma lembra alguma coisa. ” Se o tempo hoje vai depressa, não tá em minhas mãos, cada minuto me interessa, me resolvendo ou não”, entende-se como a passagem do tempo, e aquela velha história de aproveita-lo sempre, independente do que aconteça, vivendo sempre. ” Quero uma fermata que possa fazer, agora o tempo me obedecer ” creio que seja algo do tipo como escolher algo diferente, como se já fosse mais “imaginação” pra controlar algo incontrolavel. ” E só então eu deixo os medos e as armas pra tras” Entendo que ‘medos’ e ‘armas’ estejam relacionados a ataque e defesa, certeza e incerteza, deixalos para tras, depois que conseguir controlar o tempo, seria algo muito proveitoso, afinal, não teria mais preocupações .

    Bom, esse é meu entendimento.

    Abraços, Ramon .

  5. Caio Oliveira disse:

    Ela diz que muitas vezes não percebemos o tempo passar, e poucos sabem como aproveita-lo, e ela só quer um tempo pra ela pensar “quero uma fermata que possa fazer, o tempo agora me obedecer”, fermata significa uma pausa, ela só quer um tempo pra ela, pra ela parar pra pensar talvez. E como é tudo tão corrido, que chegou uma hora que ela se olhou no espelho e já não se reconhecer. D:

  6. Flávio disse:

    A música fala sobre a passagem da infância para a adolescÊcnia, analisem bem que vão entender

  7. Brena Kelly disse:

    No meu entender,a letra fala sobre maturidade.O trecho “…e só então eu deixo os medos e as armas pra trás”,pode enfatizar que a pessoa mudou e está mais forte para enfrentar os desafios que a vida impõe.visto que, no seu passado,era sensível em relação a sua personalidade,imatura.Que precisava de álibes(armas) para defender-se de seus medos,problemas(Temporal).Quando fala”E quando olhei no espelho eu vi meu rosto e já não reconheci,então vi minha historia tão clara em cada marca que tava ali”.Ela reflete sobre tudo que já viveu até aqui.Sobre suas experiências.As marcas deixadas.Mas que agora o tempo está a seu favor e que ela irá saber aproveitá-lo mais confiante em suas atitudes e tomar suas decisões.
    Muito linda essa letra.Quando eu a escuto,sempre lembro da minha fase de transição da adolescência para a adulta,que realmente para muitos é um período difícil por isso eu relaciono com a música.Então eu fico muito emocionada e as lagrimas rolam(risos)

  8. Brenão do pauzão disse:

    Merma eu interpretei assim . Uma pessoa que n aproveitou bem sua vida acabou se tornando outra pessoa daí ela reconhece isso e tenta aproveitar o tempo perdido se libertando de tudo que a apreendia .

  9. Caroliny disse:

    A respeito dessa música eu entendi que ela fala sobre os avanços da globalização e as trocas culturais cada vez mais rápidas, responsáveis pela aceleração do tempo e pela construção de uma única cultura, a global e massificada. São “tantas placas e tantos sinais”, um contingente crescente a cada dia que transforma e influencia o mundo global, de modo que o indivíduo encontra-se nessa constante admissão de várias identidades, líquidas e peremptórias (“e quando olhei no espelho, eu vi meu rosto e já não reconheci”). E juntamente a isso, “os medos e as armas”, fazendo uma alusão aos conflitos que assumem proporções mundiais, não somente no que se refere às guerras etc., mas também à perda da nossa identidade própria, as doenças que assumem que saem do palco físico e assumem a psique e a violência simbólica e cultural gerada por tudo isso.

  10. Rebeca de Deus disse:

    “Chega simples como um temporal, parecia que ia durar”, alguém entra em nossa vida simples e de repente e porque não esperar que essa entrada dure? Afinal uma tempestade seria boa se durasse.

    “Tantas placas e tantos sinais
    Já não sei por onde caminhar”. São tantos acontecimentos que se perder será inevitável, seguir qual caminho se não sei pra onde quero ir?

    “E quando olhei no espelho
    Eu vi meu rosto e já não o reconheci”. Tanto sofrimento, tantas tentativas, tantas coisas acontecem que se parar para olhar para um simples espelho, verá a verdadeira face e questionara como pude mudar tanto?

    “E então vi minha história
    Tão clara em cada marca que tava ali”. Analisando cada marca que precisou ser feita para que tudo aquilo estivesse acontecendo, esse rosto ainda não é capaz de mostrar toda a caminhada, mas tem uma dor em cada parte dele.

    “Se o tempo hoje vai depressa
    Não tá em minhas mãos”. O que posso fazer se o tempo corre contra mim?, Em minhas mãos tal responsabilidade não me foi dada.

    “Cada minuto me interessa
    Me resolvendo ou não”. Tentar viver o quanto puder, já que são tantas tentativas falhas.

    “Quero uma fermata que possa fazer
    Agora o tempo me obedecer”. O esperar não irá adiantar já que não teremos o tempo suficiente para ver mudanças acontecerem.

    “E só então eu deixo
    Os medos e as armas”. Ter esperança quando o que resta é podridão?

    “E só então eu deixo
    Os medos e as armas
    Eu deixo eu medos e as armas
    Eu deixo os medos e as armas pra trás
    E as armas pra trás
    E as armas pra trás…”. Esperar que meus olhos vejam a mudança acontecer, mesmo que não haja tempo o suficiente, posso ficar na tentativa de tentar acreditar mesmo que não aconteça em frente aos meus olhos.