Cabôca, demônio mau, (bis)
Sou triste como o urutau. (bis)
Vem cá, cabôca, vem cá (bis)
Rainha di caxangá (bis)
Há muito tempo lá nas moita
Da taquara junto ao monte das coivara
Eu não te vejo tu passar
Todo os dia até a boca da noite
Eu te canto uma toada
Lá de baixo do indaiá.
Vem cá, cabôca, vem cá (bis)
Rainha di caxangá (bis)
Da noite santa do natal na encruzilhada
Eu te esperei e descansei
Até o romper da manhã
Quando eu saia do arraiá o sol nascia
E lá na mata já se ouvia
Pipiando a jaçanã.
Cabôca, fro manhã
Som triste de acauã (bis)
Cabôca de caxangá (bis)
Minha cabôca, vem cá (bis)