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Gustavo S. Borges
18 Maio, 2013
"Concordo com a Carolina Rezende, basicamente fala-se da corrupção.
A primeira estrofe nos mostra duas situações, uma precária tradicionalmente suburbana, outra totalmente diferente no qual degusta-se o conforto e a mordomia.
"Um brinde com taça de vinho" seria uma classe mais favorecida financeiramente do Brasil.
"Cheiro de asfalto no sangue", ao meu ver, isso seria a situação de um morador de rua, no qual já se torna parte da mesma, e possui o cheiro de asfalto "nas proprias veias".
"Um atalho com fuzil no caminho", seria a criminalidade, uma forma rapida para um progresso financeiro, um atalho.
"No cardápio Biterusso Champgne", novamente volta-se à primeira situação, de conforto, com uma bebida importada disponivel no cardapio.
O resto da musica refere-se à esperança do cidadao sustentada em vao pelo mesmo.
"Cordao de fé tirado do peito, e uma luz no fim do presídio" dxa clara essa esperança idealizada pelo cidadão, o cordao de fé na verdade seria a fé sustentada pela religiosidade, tanto qnto crista como no candomblé por exemplo usam "cordoes de fé em volta ao pescoço (escapulário - católico; e cordao de contas - candomblé). Na frase seguinte, é explicita a fé, "uma luz no fim do presídio", seria a pouca esperança que se resta em meio essa prisão politica declarada, no qual se denomina a "Democracia".
"Mais um buraco cavado as pressas pra aliviar no suplicio", seria um jeitinho improvisado de alivia a pressão economica, como insinuado na primeira estrofe, o atalho da criminalidade.
"A esperança no orifício, na revolução", seria na vdd essa esperança alimentado em vao pelo cidadao, como em casos de greves, "revoluções", em que eles acreditam que causando uma paralização a situação possa melhorar.
"Quanto mais tiram de nós, lá dentro corrupção", nao precisa nem de interpretação, a frase por sí propria ja deixa claro jogo interno da política no brasil, onde oque se aposta é a nossa dignidade, e o premio o dinheiro público.
"Os atentados civis viram shwomícios dos que nunca estao no controle, e vao crescendo os vicios", no caso volta-se a ideia de revoluções, greves entre outros "atentados civis" em que o objetivo é impor uma mudança à situação desfavorável ao resto da sociedade pobre do país, esses atentados acabam por servirem de showmícios, no qual o povo adere à revolução, ou pelo menos à ideia, e assim "vao cresendo os vícios", onde segue esse ciclo enganoso, em que os políticos prometem, nao cumprem, os cidadaos fazem greve, entram pro crime por falta de opção, e enfim nada muda.
"Caindo por terra - pela batalha, caindo por terra - pelo discurço", nos mostra as mortes que se dao no decorrer dessa tragetória viciosa, uns caem pela batalha, por lutar todo dia pela vida, seja pela dificulddade em sobreviver em meio à má situação financeira, seja pelo cansaço de uma vida de trabalho arduo e duro; outros caem pelo discurso, o discurso envolvente dos politicos, dessa falsa democracia, onde o povo nao tem poder algum, esse falso discurso acaba com centenas de vidas no Brasil.
Mas "sofrimento para alguns é ser feliz, pra qm nunca teve nda um sonho é tdo uq sempre quiz". A felicidade pra alguns estaria muito distante, ao que se tem q ralar muito pra chegar a esse estado, já um sonho, pra muitos seria muito, pessoas essas que chegam a um ponto da vida em que nao acreditam nem mais em seus sonhos, na vdd já se foram tdos eles, ou nunca chegaram, e talvez um sonho, seria tudo, seria ter motivo pra viver, viver com um objetivo de um dia chegar lá, de buscar seu sonho.
Mas "Um homem só morre, quando deixa de sonhar"...
E é essa corrupção exagerada que nos impede de sonhar, de acreditar em algo melhor, e leva muitos a escolher um atalho.
É disso que se fala a música."