"A faixa "Minha Voz Está no Ar" compõe ao álbum "Versos Sangrentos de Facção Central". Desde o seu lançamento, esse álbum foi muito polêmico, por trazer temas dados como chocantes para as pessoas que não estão acostumadas com o com o rap de caráter político e social, trazendo uma perspectiva vinda da visão do povo marginalizado, diretamente da periferia.
Na música, o narrador afirma e se justifica do propósito de suas letras. Afinal, nem todos temos as mesmas oportunidades da vida. Alguns nascem com menos, por conta do governo que deixa de lado e tenta ocultar parte da população periférica. O que gera mais violência e maior aumento do sistema carcerário, eles culpam uma minoria por se revoltar com o que o próprio Estado causou.
"Falo do mano com a pt carregada
Que por porra nenhuma te mata
Da criança vendendo seu corpo por nada
Da família que come farinha com água
Ou o humilde brasileiro aqui da periferia
Que usa tênis da barraca camisa da galeria
Canta pro moleque com fome sem conforto
Não roubar seu rolex
Não cortar seu pescoço
Dá os dólares senão vai pro inferno
É isso que eu tento evitar com meu verso
Que defende quem não pode se defender
Que ta do lado de quem assalta pro filho comer"
Nesse verso, ele deixa tudo isso explícito. Está ao lado de quem comete isso, mas não apoiando-os. Eles rimam, escrevem, na intenção de mostrar apoio, superação, para que quem os escuta e vive isso que é exibido nas músicas, consiga dar a volta por cima ao invés de recorrer a violência. A faixa "Minha Voz Está no Ar" compõe ao álbum "Versos Sangrentos de Facção Central". Desde o seu lançamento, esse álbum foi muito polêmico, por trazer temas dados como chocantes para as pessoas que não estão acostumadas com o verdadeiro rap, trazendo uma perspectiva vinda da visão do povo marginalizado.
Na música, o narrador afirma e se justifica do propósito de suas letras. Afinal, nem todos temos as mesmas oportunidades da vida. Alguns nascem com menos, por conta do governo que deixa de lado e tenta ocultar parte da população periférica. O que gera mais violência e maior aumento do sistema carcerário, eles culpam uma minoria por se revoltar com o que o próprio Estado causou.
"Falo do mano com a pt carregada
Que por porra nenhuma te mata
Da criança vendendo seu corpo por nada
Da família que come farinha com água
Ou o humilde brasileiro aqui da periferia
Que usa tênis da barraca camisa da galeria
Canta pro moleque com fome sem conforto
Não roubar seu rolex
Não cortar seu pescoço
Dá os dólares senão vai pro inferno
É isso que eu tento evitar com meu verso
Que defende quem não pode se defender
Que ta do lado de quem assalta pro filho comer"
Nesse verso, ele deixa tudo isso explícito. Está ao lado de quem comete isso, mas não apoiando-os. Eles rimam, escrevem, na intenção de mostrar apoio, superação, para que quem os escuta e vive isso que é exibido nas músicas, consiga dar a volta por cima ao invés de recorrer a violência. Pois é isso que o estado quer. Eles dão a entender, em alguns versos, que estão tentando os calar. Mas enquanto estiverem vivos, isso não irá acontecer.
Quem viu a mãe pedindo esmola tem sangue no raciocínio
"Meu ódio meu verso combinação perfeita
Revolta do meu povo é o veneno da letra
Menos violenta que um prato com migalhas
Ou o ladrão te cortando com a navalha
Eu canto o cortejo o carro funerário
O pai de família sonhando com um salário
É uma gota de sangue em cada depoimento
Infelizmente é rap violento"
Eles falam sobre a realidade. Tudo isso como forma de conscientização. A faixa "Minha Voz Está no Ar" compõe ao álbum "Versos Sangrentos de Facção Central". Desde o seu lançamento, esse álbum foi muito polêmico, por trazer temas dados como chocantes para as pessoas que não estão acostumadas com o verdadeiro rap, trazendo uma perspectiva vinda da visão do povo marginalizado.
Na música, o narrador afirma e se justifica do propósito de suas letras. Afinal, nem todos temos as mesmas oportunidades da vida. Alguns nascem com menos, por conta do governo que deixa de lado e tenta ocultar parte da população periférica. O que gera mais violência e maior aumento do sistema carcerário, eles culpam uma minoria por se revoltar com o que o próprio Estado causou.
"Falo do mano com a pt carregada
Que por porra nenhuma te mata
Da criança vendendo seu corpo por nada
Da família que come farinha com água
Ou o humilde brasileiro aqui da periferia
Que usa tênis da barraca camisa da galeria
Canta pro moleque com fome sem conforto
Não roubar seu rolex
Não cortar seu pescoço
Dá os dólares senão vai pro inferno
É isso que eu tento evitar com meu verso
Que defende quem não pode se defender
Que ta do lado de quem assalta pro filho comer"
Nesse verso, ele deixa tudo isso explícito. Está ao lado de quem comete isso, mas não apoiando-os. Eles rimam, escrevem, na intenção de mostrar apoio, superação, para que quem os escuta e vive isso que é exibido nas músicas, consiga dar a volta por cima ao invés de recorrer a violência. Pois é isso que o estado quer. Eles dão a entender, em alguns versos, que estão tentando os calar. Mas enquanto estiverem vivos, isso não irá acontecer.
"Meu ódio meu verso combinação perfeita
Revolta do meu povo é o veneno da letra
Menos violenta que um prato com migalhas
Ou o ladrão te cortando com a navalha
Eu canto o cortejo o carro funerário
O pai de família sonhando com um salário
É uma gota de sangue em cada depoimento
Infelizmente é rap violento"
Eles falam sobre a realidade. Tudo isso como forma de conscientização. A letra sugere que a negligência do Estado cria condições que favorecem esse ciclo de violência. Eles dão a entender, em alguns versos, que estão tentando os calar. Mas enquanto estiverem vivos, isso não irá acontecer.
"Quem viu a mãe pedindo esmola tem sangue no raciocínio
Meu ódio meu verso combinação perfeita
Revolta do meu povo é o veneno da letra
Menos violenta que um prato com migalhas
Ou o ladrão te cortando com a navalha
Eu canto o cortejo o carro funerário
O pai de família sonhando com um salário
É uma gota de sangue em cada depoimento
Infelizmente é rap violento"
Eles falam sobre a realidade. Tudo isso como forma de conscientização."