Alma de boêmio (co-autor Benedito Seviero)
Álbum: Álbum de Tião Carreiro e Pardinho • 2010
Letra
A minha sorte foi tirana e deslinda
Estou sofrendo por amar quem não me quer
Isto acontece para um homem que acredita
Que existe amor no coração duma mulher
Por mais que eu queira esquecer o meu passado
Meu sofrimento é viver pensando nela
E os amigos só para me ver magoado
Quando me encontra vem me dar noticias dela
Só tenho as ruas e a bebida como herança
Essa mulher me deu esse maldito prêmio
E hoje dela só me resta uma lembrança
A torturar a minha alma de boêmio
Embriagado passo as noites pelas ruas
Ninguém tem pena deste meu triste viver
Olhando ao céu quanto contemplando a luz da lua
Me representa a sua imagem aparecer
Foi o desgosto que atirou-me nesta vida
Abandonado e renegado pelo mundo
Eu vivo sempre naufragado na bebida
Tornei-me apenas um boêmio vagabundo
Perdi amigos, perdi tudo que já tive
Em altas noites só o sereno me abraça
Essa mulher na mesma rua ainda vive
Bebe com outro a brindar minha desgraça
"Se hoje vive maltrapilho pela rua
A culpa é toda tua, não soubestes me conservar
E por vingança hoje eu bebo nesta taça
A brindar tua desgraça na mesa deste bar"
"Segue, segue bebendo que eu continuo vivendo assim
E quando chegar meu fim que eu partir deste mundo
Hás de lembrar com saudade que já foi para eternidade
Eu boêmio vagabundo"
Foi o desgosto que atirou-me nesta vida
Abandonado e renegado pelo mundo
Eu vivo sempre naufragado na bebida
Tornei-me apenas um boêmio vagabundo
Perdi amigos, perdi tudo que já tive
Em altas noites só o sereno me abraça
Essa mulher na mesma rua ainda vive
Bebe com outro a brindar minha desgraça
Estou sofrendo por amar quem não me quer
Isto acontece para um homem que acredita
Que existe amor no coração duma mulher
Por mais que eu queira esquecer o meu passado
Meu sofrimento é viver pensando nela
E os amigos só para me ver magoado
Quando me encontra vem me dar noticias dela
Só tenho as ruas e a bebida como herança
Essa mulher me deu esse maldito prêmio
E hoje dela só me resta uma lembrança
A torturar a minha alma de boêmio
Embriagado passo as noites pelas ruas
Ninguém tem pena deste meu triste viver
Olhando ao céu quanto contemplando a luz da lua
Me representa a sua imagem aparecer
Foi o desgosto que atirou-me nesta vida
Abandonado e renegado pelo mundo
Eu vivo sempre naufragado na bebida
Tornei-me apenas um boêmio vagabundo
Perdi amigos, perdi tudo que já tive
Em altas noites só o sereno me abraça
Essa mulher na mesma rua ainda vive
Bebe com outro a brindar minha desgraça
"Se hoje vive maltrapilho pela rua
A culpa é toda tua, não soubestes me conservar
E por vingança hoje eu bebo nesta taça
A brindar tua desgraça na mesa deste bar"
"Segue, segue bebendo que eu continuo vivendo assim
E quando chegar meu fim que eu partir deste mundo
Hás de lembrar com saudade que já foi para eternidade
Eu boêmio vagabundo"
Foi o desgosto que atirou-me nesta vida
Abandonado e renegado pelo mundo
Eu vivo sempre naufragado na bebida
Tornei-me apenas um boêmio vagabundo
Perdi amigos, perdi tudo que já tive
Em altas noites só o sereno me abraça
Essa mulher na mesma rua ainda vive
Bebe com outro a brindar minha desgraça