Unimultiplicidade

3 comentários

Ana Carolina

Neste Brasil corrupção
Pontapé bundão
Puto saco de mau cheiro
Do Acre ao Rio de Janeiro

Neste país de manda-chuvas
Cheio de mãos e luvas
Tem sempre alguém se dando bem
De São Paulo a Belém

Eu pego meu violão de guerra
Pra responder essa sujeira

E como começo de caminho
Quero a unimultiplicidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade

Não tenho nada na cabeça
A não ser o céu
Não tenho nada por sapato
A não ser o passo

Neste país de pouca renda
Senhoras costurando
Pela injustiça vão rezando
Da Bahia ao Espírito Santo

Brasília tem suas estradas
Mas eu navego é noutras águas

E como começo de caminho
Quero a unimultiplicidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade
Onde cada homem é sozinho
A casa da humanidade


3 comments on “Unimultiplicidade

  1. Elisangela disse:

    Quero a analise da musica Unimultiplicação de ana carolina

  2. Mariana Perdigão disse:

    A música Unimultiplicidade foi feita a partir do texto de Elisa Lucinda, que fala sobre a corrupção e a indignação da autora, por pagar impostos e contas, e seus direitos não serem exercidos! Da mesma forma, Ana Carolina protesta, contra a corrupção, contra os políticos que usam o dinheiro do povo, o nosso dinheiro, que pagamos todos os meses, para que sejam usados de forma correta, ajudando aqueles que não tem condição e nos ajudando tambem. Mas não é isso que acontece, e expõe claramente que é totalmente contra qualquer tipo de sujeira e que enquanto viver, vai lutar pela justiça!

  3. Renato Antonio de Andrade disse:

    Eu como professor interpreto a música de modo diferente, a unimultiplicidade vai contra a teoria “multiplicidade de idéias” em que cada pessoa pode dar uma interpretação diferente para cada teoria, isto não existe nem mesmo em poesia, que para ser interpretada tem que conhecer o “eu lirico” do autor, saber que sentimentos o levou a produzir o texto poético, portanto a autora critica isto na nossa vida e na política que usa muito bem o termo citado para a doutrinação de pessoas, na idade média a Igreja católica tbm fazia isto, pouca coisa mudou de lá para cá.

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