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Últimas Análises

Quando ouço ou me lembro dessa música me imagino fazendo uns rabicos no papel como via meus irmãos, depois filhos e netos fazerem. Poucos tem o hábito de escrever a própria história, mas é isso que está aí. Um relato de sua existência enquanto viver.
Nessa canção, de uma melodia simples e de uma letra aparentemente inocente, é possível identificar as sutilezas e os ensinamentos que o Poeta nos deixa em dúvida: É ou não uma casa? E ainda: "engraçada" é a que faz rir?
preciso da resenha dessa musica AQUARELA TOQUINHO.
interpretação trextual
LINDA MÚSICA
eu sou mc jeff
caderno
Esta musica e muito linda parece uma cancao de durmi o homem que fez esta musica e muito inteligente Parabens muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuitoo linda esta musica thhhhhaaaaaaaaaaau
Muito linda musica amei demais
Nossa, música perfeita!! Vou pesquisar outras dele, para ver se são boas também.
Esta canção tem uma história incrível, pois a melodia é uma fusão de uma antiga canção de Toquinho e Vinícius de Moraes, de 1974, chamada "Uma Rosa em Minha Mão" (gravada lindamente pela atriz/cantora Marilia Barbosa) com uma melodia nova, composta em 1982, por Toquinho e o italiano Maurizio Fabrizio. A letra original é em italiano, de Guido Morra. Foi um enorme sucesso na Itália, na voz do próprio Toquinho. A canção intitulava-se Acquarello. Só posteriomente foi gravada em português, com uma letra adaptada da original italiana. Sem dúvida, a "Aquarela" é a nossa própria passagem pela Terra, que um dia descolorirá (ou seja, morreremos). Poesia pura.
E muito linda essas e outras musicas que só são criadas pra improvisar o que pode acontecer no futuro das pessoas, se alguem acha feio e porque nunca escutou uma musica tão linda como essa e não só essa tem tambem a musica o caderno que e linda mas ela só fala da confiança que cada amigo da ao outro olhem só: Sou eu que vou seguir você Do primeiro rabisco Até o be-a-bá. Em todos os desenhos Coloridos vou estar A casa, a montanha Duas nuvens no céu E um sol a sorrir no papel... Sou eu que vou ser seu colega Seus problemas ajudar a resolver Te acompanhar nas provas Bimestrais, você vai ver Serei, de você, confidente fiel Se seu pranto molhar meu papel... Sou eu que vou ser seu amigo Vou lhe dar abrigo Se você quiser Quando surgirem Seus primeiros raios de mulher A vida se abrirá Num feroz carrossel E você vai rasgar meu papel... O que está escrito em mim Comigo ficará guardado Se lhe dá prazer A vida segue sempre em frente O que se há de fazer... Só peço, à você Um favor, se puder Não me esqueça Num canto qualquer...(2x) Mas essa aquarela e muito mais bonita de uma olhada:Numa folha qualquer Eu desenho um sol amarelo E com cinco ou seis retas É fácil fazer um castelo… Corro o lápis em torno Da mão e me dou uma luva E se faço chover Com dois riscos Tenho um guarda-chuva… Se um pinguinho de tinta Cai num pedacinho Azul do papel Num instante imagino Uma linda gaivota A voar no céu… Vai voando Contornando a imensa Curva Norte e Sul Vou com ela Viajando Havaí Pequim ou Istambul Pinto um barco a vela Branco navegando É tanto céu e mar Num beijo azul… Entre as nuvens Vem surgindo um lindo Avião rosa e grená Tudo em volta colorindo Com suas luzes a piscar… Basta imaginar e ele está Partindo, sereno e lindo Se a gente quiser Ele vai pousar… Numa folha qualquer Eu desenho um navio De partida Com alguns bons amigos Bebendo de bem com a vida… De uma América a outra Eu consigo passar num segundo Giro um simples compasso E num círculo eu faço o mundo… Um menino caminha E caminhando chega no muro E ali logo em frente A esperar pela gente O futuro está… E o futuro é uma astronave Que tentamos pilotar Não tem tempo, nem piedade Nem tem hora de chegar Sem pedir licença Muda a nossa vida E depois convida A rir ou chorar… Nessa estrada não nos cabe Conhecer ou ver o que virá O fim dela ninguém sabe Bem ao certo onde vai dar Vamos todos Numa linda passarela De uma aquarela Que um dia enfim Descolorirá… Numa folha qualquer Eu desenho um sol amarelo (Que descolorirá!) E com cinco ou seis retas É fácil fazer um castelo (Que descolorirá!) Giro um simples compasso Num círculo eu faço O mundo (Que descolorirá!)…
Numa folha qualquer Eu desenho um sol amarelo E com cinco ou seis retas É fácil fazer um castelo… Corro o lápis em torno Da mão e me dou uma luva E se faço chover Com dois riscos Tenho um guarda-chuva… Se um pinguinho de tinta Cai num pedacinho Azul do papel Num instante imagino Uma linda gaivota A voar no céu… Vai voando Contornando a imensa Curva Norte e Sul Vou com ela Viajando Havaí Pequim ou Istambul Pinto um barco a vela Branco navegando É tanto céu e mar Num beijo azul… Entre as nuvens Vem surgindo um lindo Avião rosa e grená Tudo em volta colorindo Com suas luzes a piscar… Basta imaginar e ele está Partindo, sereno e lindo Se a gente quiser Ele vai pousar… Numa folha qualquer Eu desenho um navio De partida Com alguns bons amigos Bebendo de bem com a vida… De uma América a outra Eu consigo passar num segundo Giro um simples compasso E num círculo eu faço o mundo… Um menino caminha E caminhando chega no muro E ali logo em frente A esperar pela gente O futuro está… E o futuro é uma astronave Que tentamos pilotar Não tem tempo, nem piedade Nem tem hora de chegar Sem pedir licença Muda a nossa vida E depois convida A rir ou chorar… Nessa estrada não nos cabe Conhecer ou ver o que virá O fim dela ninguém sabe Bem ao certo onde vai dar Vamos todos Numa linda passarela De uma aquarela Que um dia enfim Descolorirá… Numa folha qualquer Eu desenho um sol amarelo (Que descolorirá!) E com cinco ou seis retas É fácil fazer um castelo (Que descolorirá!) Giro um simples compasso Num círculo eu faço O mundo (Que descolorirá!)… E linda muito linda eu até chorei mas parabens toquinho e muito linda sua musica :) e ouçam tambem A MUSICA DELE:O caderno
ANÁLISE: O título, Aquarela, revela uma tinta suave utilizada, para manuseá-la é necessária técnica, habilidade e delicadeza, pois suas particularidades, não retocável, de secagem rápida, é facilmente borrada; demonstrando uma análise implícita da vida, o tempo não volta e ações ocorridas não podem ser desfeitas. “Numa folha qualquer / eu desenho um sol amarelo / E com cinco ou seis retas / é fácil fazer um castelo / Corro o lápis em torno da mão / e me dou uma luva / E se faço chover com dois riscos / tenho um guarda-chuva”, inicia-se tratando do meio infantil, a criatividade ao se expressar, e a representação do mundo o qual a rodeia. A segunda estrofe relata, principalmente, a simplicidade, a criatividade e a imaginação de uma criança: “Se um pinguinho de tinta cai num / pedacinho azul do papel / num instante imagino uma linda / gaivota a voar no céu”. Em “Numa folha qualquer eu desenho / um navio de partida / com alguns bons amigos bebendo / de bem com a vida”, Moraes usa o termo “navio de partida”, faz analogia, ao barco que desenhamos, que esta navegando, conduzindo, as lembranças e atitudes da vida, e, “com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida”, representa a saída da infância. Em “De uma América a outra consigo / passar num segundo / Giro um simples compasso e num / círculo eu faço o mundo”, há referência à fase da adolescência, há problemas, que na mesma perspectiva, parecem simples e fácil de solucionar. “E o futuro é uma astronave que / tentamos pilotar / Não tem tempo nem piedade / nem tem hora de chegar”, nesses versos, possivelmente se percebe traços da vida adulta, há o planejamento do futuro, e ações referentes ao mesmo, suas consequências, porém são imprevisíveis. “Nessa estrada não nos cabe / conhecer ou ver o que virá / O fim dela ninguém sabe bem ao / certo onde vai dar”, demonstrando o futuro incerto. Em “Vamos todos numa linda passarela / de uma aquarela que um da enfim / Descolorirá”, em uma linda passarela, na vida, com os sonhos, vontades e personalidade, enfim descolorirá, acabará. Pode-se entender a brevidade da vida, que um dia tudo que se vivencia, se luta, terá um fim. E, para concluir o poema com a mesma ideia analisada: “Numa folha qualquer eu desenho / um sol amarelo (que descolorirá) / e com cinco ou seis retas é fácil / fazer um castelo (que descolorirá) / Giro um simples compasso e num / círculo eu faço o mundo (e descolorirá)”, nesses versos, a analise subjetiva da vida, no inicio, o modo infantil de observar e interpretar aperfeiçoa, o que um dia, extraordinariamente essencial, não surgirá efeito, acabará; representado de modo geral, as várias etapas da vida.
Os sonhos podem serem vividos.