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Últimas Análises

ESSA MUSICA FALA DO MEU OVO ESQUERDO
Nesta musica eu entendo q ela quis dizer q nós somos meio q programados
legal
Bem.. esta música diz muito sobre o amor e ainda mais de como as coisas mais simples são valorizadas quando se ama. Do toque na pele até mesmo as sensações que estes toques causam em quem está recebendo. Música perfeita!
Bom pra mim ela ta falando de um grande amor que quando eles estão junto ele se completarão ela fez essa musica pra lembra dele
DEJA VU: "eu já vi", expressão usada normalmente quando temos a impressão de já ter passado por aquela situação antes. Realmente existem só dois tipos de situações que poderiam explicar o que se está sentindo neste momento. A primeira é realmente a morte física. A segunda é um sentimento de entorpecimento, aquele que sentimos quando estamos anestesiados ou quando se sofre uma pancada em um lugar e é tão forte que em vez de dor, se sente como se a região estivesse dormente. Esta música se vincula ao Chip Novo a medida que retrata a mesma situação em um ser humano. Em ambos os casos passou por um processo de desumanização, em Chip Novo através de uma cultura que lhe diz como pensar, agir, viver. Aqui é através da dor, é através da consciência do que está ocorrendo ao seu redor e um sentimento de impotência absoluto. Realmente é a música de quem está realmente deprimido e entrou em um estado de alheamento. Quando diz que "nenhuma verdade me machuca" é simplesmente o cansaço de ouvir mentiras. "Nenhum motivo me corrói", bem um motivo para corroer é porque é forte, intenso, então em algum momento houve algo que corroía, que incomodava. "Até se eu ficar, só na vontade já não dói." Então houve novamente uma vontade tão forte que doia. Isso tudo revela o motivo do entorpecimento que o "eu-lírico" alcançou. A estrofe seguinte revela que ouve uma tentativa de consolo frustrada. "Nenhuma doutrina me convence", doutrina é algo relacionado a religião, então o "eu-lírico" não encontrou resposta na religião. Mas a única coisa que lhe sobrou foi o tédio, por isso ele não mais surpreende, porque se tornou constante. Na terceira estrofe o "eu-lírico" começa dizendo que sabe que está vivo pelo banho de chuva. Bem, o "eu-lírico" chegou a um ponto de alheiamento que sequer tem certeza que está vivo. Esta certeza só vem através da chuva. É a sensação de já estar morto, de estar vendo um filme que já se viu antes, ou de estar sonhando. Entretanto a chuva, traz algo novo. Tomar banho de chuva muito nos remete a infância, a um outro momento de felicidade. A chuva também remete a um limpeza, a um processo de purificação. E a própria presença de Deus é ligada a água. Existe uma experiência pessoal extremamente forte que ocorre neste momento, tanto que tira o "eu-lírico" do estado de alheiamente ainda que não seja de forma permanente. No quarto verso a uma mudança de foco, o eu-lírico deixa de olhar para si e olha para o outro, é como se existisse uma conversa. "Afinal eu morri ou estou viva?" "Devo ter morrido porque..." nenhum sofrimento me comove" novamente vê que têm algo de errado porque os programas de tv que são chamados não têm o poder mais de distrair. Mas a própria necessidade de distrair remete a um drama pessoal que o "eu-lírico" não consegue se libertar. "eu ouvi promessas e isso não me atrai". Aqui promessas podem ser promessas de amor, promessas dentro de alguma religião, ou podem ser até as duas, de qualquer forma isso cansou o eu-lírico de tal forma que já nem atrai. No quinto verso o "eu-lírico" admite que pode ter enlouquecido "e não há razão que me governe", em outras palavras não tentem me entender, não tentem racionalizar o que eu faço. "nenhuma lei pra me guiar" aqui a negação de leis espirituais e humanas. A sensação de desesperança nas instituições, na forma que as pessoas pensam, nas leis divinas ou humanas. Aqui também podemos colocar o socialmente aceito. E antes que alguém queira corrigir, ou ache que existe arrependimento o "eu-lírico" responde "eu tô exatamente, aonde eu queria estar" Entretanto novamente a chuva e a chuva é que interrompe, lhe trazendo a sensação de estar viva novamente. Segundo a doutrina da tricotomia, todo ser humano é dividido em espírito, alma e corpo. A alma é o que carrega os sentimentos e emoções. O espírito é mais ligado ao intelecto, ao conhecimento. Perder a alma é perder a capacidade de sentir, de se importar. Veja que é neste momento que o "eu-lírico" explica o seu estado de alheamento, o porque de não mais se importar com nada, sequer se sentir vivo. O motivo é a alma que está perdida. Só que o "eu-lírico" desconhece quando isso aconteceu. Só sabe que faz algum tempo. Entretanto o "eu-lírico" fecha com alguma esperança quando diz "eu não tenho pressa, já não tenho pressa", em algum momento existiu esta pressa e foi nesta pressa que se perdeu a alma, tanto que nem sabe direito onde foi. Mas depois desta agitação toda veio a calma, "já não tenho pressa", isso revela a vontade de se encontrar novamente, recuperar a alma que se perdeu, sem pressa, com calma.
Oi, eu estava vendo isso, e decidi dar o meu comentário. Eu me corto, e entendo bastante sobre o assunto. No meu ponto de vista, a cantora fez essa música pra tentar ajudar todos nós que nos cortamos. Ela diz "tenta achar que não é assim tão mal" ela quer dizer que é pra enxergamos que pode não ser tão mal assim a situação em que estamos. E depois "exercita a paciência", no meu ponto de vista, ela está querendo dizer que é pra gente ter um pouco mais de paciência antes de fazer qualquer coisa. E quando ela fala "guarda os pulsos pro final, saída de emergência" quer dizer que é pra deixarmos isso em ultimo caso, como se realmente fosse uma saída de emergência. Caso a gente não conseguisse se controlar, nem ter paciência, é pra deixarmos pra cortar os pulsos em ultimo caso. E ela fala na música sobre alguém que se cortava, que não via graça em viver, que decidiu cometer o suicídio depois de estar muito cansada, mas no fim se arrependeu. "Depois do erro, a redenção" ela diz que depois que a pessoa cometeu o erro, percebeu as consequências. Na minha opniao é isso! Obrigada pela atenção
Essa música retrata a economia, o consumismo exagerado das pessoas, que é influenciado pelas grande empresas (marcas) que tem dinheiro para investir em publicidade, deixando o ser humano sempre achando que precisa de mais, nunca satisfeito, afinal eles querem vender sempre mais! Quando ela diz: "é claro que somos a mesma pessoa, mas pare e perceba como o dia a dia mudou" ela quer dizer, que somos os mesmos porém com outros gostos, influenciados pela mídia "interagindo e modificando você". Para provar isso é só analisarmos a frase da música " alguns caindo por terra pra outros poderem crescer" significa que nós estamos deixando nossos próprios gostos de lado, e estamos caindo no "papo" da mídia e comprando e comprando o que eles querem. Mudamos nosso gosto musical, nosso gosto de vestimenta, etc, mão temos mais identidade, somos influenciados, com isso os empresários crescem a nossas custas, do nosso dinheiro. Para reforçar isso ela diz: "todas aquelas marcas do jeito de cada um". E quando ela diz: "Outras situações em outras circunstâncias, entre uma e outra as vezes veem os mesmos defeitos", ela quer dizer que por mais que o tempo passe, mude as épocas, ainda não evoluímos, continuamos caindo no jogo do marketing. A música se chama anacrônico creio que porque ela se acha anacrônica neste contexto, ou seja ela se sente fora da situação, fora de moda. Por isso no clipe a Pitty se passa por uma louca no hospício, afinal as pessoas influenciadas se acham normais, e consideram aqueles que não seguem a moda como fora do normal "loucos".
Linda musica as pessoas que fazem "musica" hoje em dia podiam aprender pelo menos a fazer musica boa! Amoo essa musica
Essa música é linda!
Essa musica é uma reflexão aos dias que vivemos,pois pelo fato de vivemos as prisões psíquicas do dia a dia,deixamos de ser quem somos e nos tornamos maquinas, sendo controladas por um mundo capitalista de achar que tudo tem que ser como mandam e fazer apenas o que pedem, sem enfrentar os nossos medos de nos expressar diretamente.
Pitty fala sobre o amor q ela tem por ela mesma, como se ela fosse duas a mesma quando crianca e atual. E tbm algo relacionado a maconha ao msm tempo.
Cá nesta Babilónia Cá nesta Babilónia, donde mana Matéria a quanto mal o mundo cria; Cá, onde o puro Amor não tem valia, Que a Mãe, que manda mais, tudo profana; Cá, onde o mal se afina, o bem se dana, E pode mais que a honra a tirania; Cá, onde a errada e cega Monarquia Cuida que um nome vão a Deus engana; Cá, neste labirinto, onde a Nobreza, O Valor e o Saber pedindo vão Às portas da Cobiça e da Vileza; Cá, neste escuro caos de confusão, Cumprindo o curso estou da natureza. Vê se me esquecerei de ti, Sião! Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"
Esta letra tende ser um pouco irracional(iregular) com poucas tendências de rendimento escolar e empresárial...Pitty é uma banda inadequada e antiquada(significadamente irregular) A banda Pitty tem sua tendência a rebeixar-se 100% sou Luiz Vaz de Camões
Pitty quer Pitty tende ser Pitty é Pitty sabe Pitty procura Pitty sente Pitty vê Pitty tem Pitty vive Pitty robô