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Últimas Análises

Na minha opiniao,o eu-lirico rompeu o relacionamento com sua amada e isso o desgastou, ''envelheceu'' ao mesmo e ele que nao fumava,bebia, passou a faze-los.E ao dizer do inverno, mostra q a sua amada era uma pessoa gelida .O eu-lirico tentou reatar mas nao conseguiu..''E agora já nem sei Qual é o meu lugar Dia e noite sem parar Procurei sem encontrar A palavra certa A hora certa de voltar A porta aberta A hora certa de chegar''
Me esqueci de comentar na análise anterior. A corda arrebenta do lado mais forte. As pessoas que tem o poder de fazer acontecer os sonhos de todo mundo, "dão pra trás" na hora h no dia d
A letra fala sobre a forma de fazer política, sobre essa politicagem surreal e como os governos funcional. É engraçado que todo mundo tenha armas capazes de tudo mas ninguém inicie uma guerra nuclear. É muito engraçado que petistas e tucanos, por exemplo, tenham o mesmo sonho, façam as mesmas promessas, mas os deputados e senadores do partido perdedor na eleição presidencial fiquem barrando projetos de interesse social por simples interesse político. E nesse contexto todos querem te iluminar te iludindo.
A letra fala de ideologia, dos grandes pensamentos coletivos da humanidade. De tempos em tempos a humanidade passa a acreditar em certas coisas e desacreditar outras. Depois vem uma analogia do poder das ideias/ideais/ideologias com o poder do mar. Nós na nossa individualidade podemos sobreviver ao mar mas não enfrentá-lo. Nesse contexto nos cabe entrar na onda. Mas enfim se é mesmo impossível domar a força do mar e se não queremos entrar na onda, espero que seja possível ao menos não fazer nem um nem o outro e ficar na margem mesmo
A música me lembra a frase "a ignorância é uma benção". O conhecimento é um dom e uma maldição e acumulá-lo pode se tornar um grande fardo. É sensato dizer que pessoas com um alto QI tem dificuldades em relacionamentos por exemplo. Outra questão sobre os malefícios do acúmulo de conhecimento e explicações que talvez caibam no contexto da música é a questão dos alimentos. Sempre há alguma informação que diz que a sua alimentação faz mal e cria-se essa paranóia toda. A simplicidade no entendimento da vida pode torná-la mais agradável.
Acho que a música tem um fundo político sim, mas fala sobre a hipocrisia de maneira geral. Mesmo em nossos atos cotidianos, professamos ideais que nós mesmo não temos capacidade e nem vontade de concretizar - todos temos os mesmos sonhos, mas o sonho nunca vira realidade. A hipocrisia é impossível de reprimir, por mais que se queira fazer diferente. E de vez em quando damos a desculpa que "é só dessa vez"; ironicamente, a letra fala que é impossível repetir o que acontece "só uma vez". O jogo da hipocrisia envolve iluminar (no sentido de dar uma aparência, uma imagem) e iludir (ocultar os problemas). No fim, ninguém paga pra ver, todos aceitamos tacitamente o jogo de conveniências e conivências, e a verdade fica a ver navios.
Essa pergunta somente o compositor poderá responder, na minha opinião: Existe várias coisas hoje no mundo sem nenhum sentido coisas fúteis, como ao longo da música diz: Aerodinamica no tanque de guerra, puro sangue puxando carroça. Mas o amor que tanto é importante que não precisa ter razão assim como outras coisas, as pessoas procuram um significado ou motivo
A música fala sobre a alienação q a mídia faz. Não vejo nada. O que eu vejo, não me agrada. Não ouço nada. O que eu ouço, não diz nada. Ou seja os comerciais q prometem sua felicidade no caso Humberto usou o céu para provar o tão exagerado são as propostas das empresas.
Essa letra antecipa fala de geração que deseja mudar valores existentes (remar contra a corrente, desafinar do coro dos contentes, duvidar de tudo o que é certo, etc) ao mesmo tempo em que se vê como portadores de uma virtude natural (colhem flores no asfalto, namoram à luz de um pólo petroquímico) frente a uma sociedade que consideram corrupta. Querem ficar acima da lama. São superiores justamente por sua virtude intrínseca. Mas é tudo pose. Não tem conteúdo, são artificiais (rasgos pré fabricados). É só imagem. Incrível como a descrição do poeta enquadra uma geração de politicamente corretos que querem mudar o mundo mas não querem mudar a si mesmos. Chegam a ser ingênuos, pois, por falta de profundidade, defende bandeiras as quais nem sabem de onde vem. São os chamados "idiotas úteis".
Essa letra é muito simples! Veja bem: simples e não simplória! O diálogo do motoqueiro que se tornou motociclista com a máquina, a garota! Há duas partes que considero importante: a 1º : O motociclista lembra seu tempo de motoqueiro urbano, fazendo peripécias, sem medo de morrer porque já se sentia morto na cidade em que, paradoxalmente, "vivia"! Ele confessa que o que lhe causava medo era a Highway. E chegava a ter pesadelos! Qual motoqueiro não quer "cair na estrada"? Qual não sonha em desbravar o mundo feito de asfalto ou mesmo chão, seguindo apenas o horizonte que com seu engodo se afasta cada vez mais de quem deseja alcançá-lo? Há o desejo, o sonho, mas há o medo (ou havia porque eles, o motociclista e sua máquina agora apenas relembram os dias insossos da mesmice da cidade)! O 2º ponto deixa a gente em dúvida, pois o motociclista parece ter deixado uma garota real para trás e, enquanto, empolgado, vai lhe contando por telefone a sensação de liberdade, percebe que pode estar cansando-a com a narrativa de sua viagem, a qual ele narra de forma abstrata (chama a motocicleta de garota, reconhece a estrada como uma prisão, pois não pode sair da estrada se desejar seguindo em direção à liberdade...). Portanto parece, realmente, que há duas garotas A que ele acelera para ver o quanto seu motor aguenta e aquela que, provavelmente, não quis se juntar à ele na aventura, mas ele, mentalmente, ainda se sente ao lado dela, pois gostaria que ela estivesse vendo o que ele vê, sentindo o que ele sente na Infinita Highway ( e ele propõe um pacto às duas – à que o ouve propõe desligar o telefone se ele estiver chato; à que o transporta propõe não cair, não bater, não se acidentar, enfim, causar impacto)! Enfim, o gosto do chiclete de menta, embora quisesse ter o gosto do beijo daquela que tem o sorriso que ele deixou para trás, mas que em sua lembrança ainda é uma bela sombra na qual relaxar e seguir pela Infinita Highway... Silenciosa Highway... É uma letra muito legal! Ronaldo Rhusso
Seria bem sugestiva a letra do "Pra ser sincero". .. Essa música reflete suas reações por ser sincero
gente que isso, como alguem pode interpretar essa musica com uso de drogas, que isso, algum de vcs ja andou de moto???? Nao to falando de ir na padaria ou trabalhar mas pegar estradas expressas ( highways) apesar de nao conhecer nenhuma no brasil. E um sentimento sem comparacao, a gente nao tem objetivo, apesas quer correr pelo sentimento de liberdade que isso proporciona, a musica eh a realidade disto, nos trechos que ele fala vc ele esta se refereindo a moto, pq todo amante de motos trata a sua moto como se fosse uma pessoa, e a maior parte das coisas sobre as sensacoes de estarna moto e sobre os problemas da vida. Mas acredito que so os amantes de motos ão de entender, o sentimento de liberdade que se obtem andando sem rumo, so com um chiclete de menta na boca....kkkkk
Eu que não amo você, Porto Alegre.
Só digo uma coisa: ESSA MÚSICA É PERFEITAMENTE LINDA E REALISTA. Podemos tirar tantas coisas dela, de acordo com diferentes visões da letra. Ela é linda por não ser romântica e ao mesmo tempo nos passar uma emoção grandiosa. A melhor parte da música é: "Muito prazer me chamam de otário por amor às causas perdidas." De longe vemos que ele é julgado otário por se importar com as coisas que as outras pessoas 1) acham desnecessárias e/ou 2) por amar aquilo que todos acham insignificantes. Simplesmente PERFEITA!
O "grito" não é necessariamente contra a igreja, a religião, a política, o sistema... é, simplesmente, um grito, porque precisamos fazê-lo, não podemos ficar parados.