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Últimas Análises

Eu que não amo você, Porto Alegre.
Só digo uma coisa: ESSA MÚSICA É PERFEITAMENTE LINDA E REALISTA. Podemos tirar tantas coisas dela, de acordo com diferentes visões da letra. Ela é linda por não ser romântica e ao mesmo tempo nos passar uma emoção grandiosa. A melhor parte da música é: "Muito prazer me chamam de otário por amor às causas perdidas." De longe vemos que ele é julgado otário por se importar com as coisas que as outras pessoas 1) acham desnecessárias e/ou 2) por amar aquilo que todos acham insignificantes. Simplesmente PERFEITA!
O "grito" não é necessariamente contra a igreja, a religião, a política, o sistema... é, simplesmente, um grito, porque precisamos fazê-lo, não podemos ficar parados.
Concordo com tudo que foi dito... critica a religião, ao consumismo, a dominação... mas o que para está mais evidente é o desabafo, realmente o grito que bem natural do jovem diante da confusão, da mentira, da corrupção...até que a gente enlouqueça, se molde ao sistema ou passe a conviver nas suas brechas.
o Dom Quixote, já em final de carreira, estava perdendo a noção da realidade devido a idade avançada e, quando viu os moinhos de vento, achou que eram criaturas míticas, e que deveria combatê-las... quando a musica diz "tudo bem, até pode ser, que os dragões sejam moinhos de ventos", ele quer dizer algo do tipo "tudo bem, pode ser coisa da minha cabeça", ou seja, ele está exagerando... fazendo "tempestade em copo d´agua"...
Gostaria de saber qual era a visão do escritor quando escreveu esta música
creio q seja uma historia de amor q nao deu certo. o no encontro casual, q ele espera ter, mas q depende do destino pra isso, poder ter explicacoes para o fim. mas na verdade sabe q se encontrarem novamente, provavelmente mao tera coragem de mexer nesse assunto, ainda mais porque as suas vidas ja estao separadas e ele nao a quer atrapalhar
A canção 3ª do plural, do compositor Humberto Gessinger – Engenheiros do Hawaii, nos apresenta uma crítica sobre a influência que os meios de comunicação em massa exercem sobre a sociedade. Em sua primeira estrofe, a canção enuncia o ciclo de consumismo ao qual estamos expostos: “Corrida para vender cigarro/ Cigarro pra vender remédio/ Remédio pra curar a tosse/ Tossir, cuspir, jogar pra fora”. Essa maneira a qual estamos suscetíveis ao convencimento de que é preciso consumir produtos, nos leva a comportarmos quase patológicos, patologia que é colocada na canção oportunamente em forma sintomática de acordo com o último verso da primeira estrofe. No decorrer da segunda estrofe nos deparamos com o controle intelectual da mídia sobre nós, apresentado com os seguintes versos: “Cabeça pra usar boné/ E professar a fé de quem patrocina”. Este boné/produto nos reveste a cabeça/pensamento a fim de orientar o que devemos usar, a marca que devemos usar. Aprofundando as afirmações acerca do controle exercido, pela mídia e o interesse capitalista, sobre a sociedade, na quarta estrofe o compositor aponta, de maneira sarcástica, para os valores estéticos que nos são impostos: “Silicone contra a gravidade”. Tentando assim condicionar o pensamento de toda a sociedade ao que é belo ou não. Na exposição mais contundente e direta sobre o estado alienado que a sociedade se encontra, a penúltima estrofe diz em seus dois últimos versos: “Querem te deixar com sede/ Não querem te deixar pensar”. Nessa passagem a coerção está evidenciada com as afirmações que “eles” querem controlar nossas vontades, mas que para isso não podem nos deixar pensar, ou seja, transferem nossa capacidade reflexiva para “eles” próprios. Destarte, percebemos a existência de duas questões presentes na canção que nos leva a questionar: “Quem são eles/ Quem eles pensam que são? com o objetivo de nos fazer investigar/refletir sobre a validade dessas influências, com a pretensão também de nos libertar da alienação proposta por interesses do momento, empresas, ou seja, ELES, a terceira pessoa do plural que configura o título da canção. Atualmente não percebemos esse tipo de abordagem (crítica) em canções, são raros os compositores que ainda hoje se preocupam com o fato de esse tipo de informação estar presente em seus trabalhos. Podemos associar isso a exatamente essa alienação mostrada na música, uma vez que a sociedade, ou pelo menos a maior parte dela, perdeu sua visão crítica/reflexiva, assim não se preocupa mais com esses assuntos de extrema relevância. A decisão de transformar esses pontos de vista em canção é algo absolutamente válido, uma vez que esse tipo de expressão cultural é mais direta, no sentido de alcançar o público em geral, do que, por exemplo, um ensaio sobre a alienação a qual estamos submetidos na atualidade.
O Humberto escreveu essa musica em mais de 10 anos, ele mesmo afirma que tinha trechos escritos dessa letra, mas somente em 1987, quando Marcelo Pitz saiu da banda e o HG assumiu o Baixo, assim ele começou a tocar aquele Groove de Baixo e foi colando os versos e estrofes fazendo a musica. Impossivel falar de drogas pois ele mesmo disse em sua Biografia que nunca foi usuario de drogas, e falar de Acidebte tbm foi bizarro. Pois ele mesmo diz que teve poucos amigos no Colégio em POA e o unico que ele levou da UFRGS foi o Carlos Maltz (futuro baterista dos Engenheiros). Ele só se casou em 1992, logo nao houve acidente ou qlqr tragedia de estrada. A inspiração definitivamente vem dessa historia de "Estrada da Vida" e que as curvas e os riscos sao apenas partes dessa Infinita Highway!
Apenas eu considero que "Parabólica" está relacionado com Parábola e não com a antena?
"A violência travestida faz seu trottoir" Como já mencionado anteriormente, trottoir é o andar que as prostitutas fazem para atrair seus clientes. Acredito que o sentido desta frase se baseia no fato que a violência se traveste (quando um homem é travesti, significa que ele se veste de mulher, o seu "oposto"), isso significa que a violência se veste do seu oposto, finge ser o que não é. Logo, a violência fingindo ser, mascarada de paz ou algo contrário a violência, faz seu trottoir, seu andar estratégico para atrair vítimas, por meio dos exemplos que o próprio Gessinger dá: "Na arquitetura metafísica das catedrais (...), na mídia, na moda, nas farmácias".
Essa musica diz que o Paraiso é igual aqui ou seja estando lá você ira comer, beber, tranzar e quando se está lá... não adianta a pessoa divulgar isso pra ninguem por que vão rotula-la de doida. Imagina Você dizer que está no Céu sabendo das mentiras que todos imaginam ser tão bom como a de Jesus que subiu com o "corpo pro céu" Ir para o céu e acreditar nele seria como ir em algo repetitivo simplesmente por amor as causas totalmente perdidas a fim de viver( sentir dor e amor) Talvez viver no Céu seja ser Deus, Talvez Deus no Céu não seja eterno como as pessoas pensam e se Você não pode gritar talvez as pessoas sejam enfeite de natal, Talvez "todas as musicas" que a gente houve conte um pouco do Céu que todos acreditam ser um conto de fadas...
Depois de ouvir a música várias vezes e ler vários comentários aqui, chego a uma possível e muito simples interpretação. "Nem pensar!" me remete à uma rejeição ao interesse da Ana pelo eu lírico (dita "sem pensar", causando o arrependimento de roer as unhas). Este erro o persegue, pois agora atraído, mas sem chances com a Ana rejeitada anteriormente, tudo o que ele pode fazer, então é beber e se lamentar.
Na minha opinião, no trecho ''eu que não fumo, queria um cigarro, eu que não amo você'' ele não quis dizer que fumava ou procurava um refúgio no cigarro, mas sim foi uma forma de dizer que amava alguém, tanto que ele não completa a frase ''eu que não amo você........'' (amo você) como se ele não quisesse a amar, mas acabava amando, e a querendo para si. Mas ele a abandonou, ''senti saudade, vontade de voltar, fazer a coisa certa'' ele estava indeciso, pois queria ao mesmo tempo que não queria. Em uma hora diz que nao sabe onde é seu lugar, e em outra diz que seu lugar é ao lado dela. ''envelheci dez anos ou mais'' para mim significou que a falta de sua amada o provocou essa sensação de estar envelhecendo...O inverno seria o vazio de estar sem ela.
Nunca que fala sobre drogas, fala apenas das fases da nossa vida. Infinita Highway é a estrada da vida, e ele relata experiencias que estamos sujeitos.