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Últimas Análises

Essa pergunta somente o compositor poderá responder, na minha opinião: Existe várias coisas hoje no mundo sem nenhum sentido coisas fúteis, como ao longo da música diz: Aerodinamica no tanque de guerra, puro sangue puxando carroça. Mas o amor que tanto é importante que não precisa ter razão assim como outras coisas, as pessoas procuram um significado ou motivo
A música fala sobre a alienação q a mídia faz. Não vejo nada. O que eu vejo, não me agrada. Não ouço nada. O que eu ouço, não diz nada. Ou seja os comerciais q prometem sua felicidade no caso Humberto usou o céu para provar o tão exagerado são as propostas das empresas.
Essa letra antecipa fala de geração que deseja mudar valores existentes (remar contra a corrente, desafinar do coro dos contentes, duvidar de tudo o que é certo, etc) ao mesmo tempo em que se vê como portadores de uma virtude natural (colhem flores no asfalto, namoram à luz de um pólo petroquímico) frente a uma sociedade que consideram corrupta. Querem ficar acima da lama. São superiores justamente por sua virtude intrínseca. Mas é tudo pose. Não tem conteúdo, são artificiais (rasgos pré fabricados). É só imagem. Incrível como a descrição do poeta enquadra uma geração de politicamente corretos que querem mudar o mundo mas não querem mudar a si mesmos. Chegam a ser ingênuos, pois, por falta de profundidade, defende bandeiras as quais nem sabem de onde vem. São os chamados "idiotas úteis".
Essa letra é muito simples! Veja bem: simples e não simplória! O diálogo do motoqueiro que se tornou motociclista com a máquina, a garota! Há duas partes que considero importante: a 1º : O motociclista lembra seu tempo de motoqueiro urbano, fazendo peripécias, sem medo de morrer porque já se sentia morto na cidade em que, paradoxalmente, "vivia"! Ele confessa que o que lhe causava medo era a Highway. E chegava a ter pesadelos! Qual motoqueiro não quer "cair na estrada"? Qual não sonha em desbravar o mundo feito de asfalto ou mesmo chão, seguindo apenas o horizonte que com seu engodo se afasta cada vez mais de quem deseja alcançá-lo? Há o desejo, o sonho, mas há o medo (ou havia porque eles, o motociclista e sua máquina agora apenas relembram os dias insossos da mesmice da cidade)! O 2º ponto deixa a gente em dúvida, pois o motociclista parece ter deixado uma garota real para trás e, enquanto, empolgado, vai lhe contando por telefone a sensação de liberdade, percebe que pode estar cansando-a com a narrativa de sua viagem, a qual ele narra de forma abstrata (chama a motocicleta de garota, reconhece a estrada como uma prisão, pois não pode sair da estrada se desejar seguindo em direção à liberdade...). Portanto parece, realmente, que há duas garotas A que ele acelera para ver o quanto seu motor aguenta e aquela que, provavelmente, não quis se juntar à ele na aventura, mas ele, mentalmente, ainda se sente ao lado dela, pois gostaria que ela estivesse vendo o que ele vê, sentindo o que ele sente na Infinita Highway ( e ele propõe um pacto às duas – à que o ouve propõe desligar o telefone se ele estiver chato; à que o transporta propõe não cair, não bater, não se acidentar, enfim, causar impacto)! Enfim, o gosto do chiclete de menta, embora quisesse ter o gosto do beijo daquela que tem o sorriso que ele deixou para trás, mas que em sua lembrança ainda é uma bela sombra na qual relaxar e seguir pela Infinita Highway... Silenciosa Highway... É uma letra muito legal! Ronaldo Rhusso
Seria bem sugestiva a letra do "Pra ser sincero". .. Essa música reflete suas reações por ser sincero
gente que isso, como alguem pode interpretar essa musica com uso de drogas, que isso, algum de vcs ja andou de moto???? Nao to falando de ir na padaria ou trabalhar mas pegar estradas expressas ( highways) apesar de nao conhecer nenhuma no brasil. E um sentimento sem comparacao, a gente nao tem objetivo, apesas quer correr pelo sentimento de liberdade que isso proporciona, a musica eh a realidade disto, nos trechos que ele fala vc ele esta se refereindo a moto, pq todo amante de motos trata a sua moto como se fosse uma pessoa, e a maior parte das coisas sobre as sensacoes de estarna moto e sobre os problemas da vida. Mas acredito que so os amantes de motos ão de entender, o sentimento de liberdade que se obtem andando sem rumo, so com um chiclete de menta na boca....kkkkk
Eu que não amo você, Porto Alegre.
Só digo uma coisa: ESSA MÚSICA É PERFEITAMENTE LINDA E REALISTA. Podemos tirar tantas coisas dela, de acordo com diferentes visões da letra. Ela é linda por não ser romântica e ao mesmo tempo nos passar uma emoção grandiosa. A melhor parte da música é: "Muito prazer me chamam de otário por amor às causas perdidas." De longe vemos que ele é julgado otário por se importar com as coisas que as outras pessoas 1) acham desnecessárias e/ou 2) por amar aquilo que todos acham insignificantes. Simplesmente PERFEITA!
O "grito" não é necessariamente contra a igreja, a religião, a política, o sistema... é, simplesmente, um grito, porque precisamos fazê-lo, não podemos ficar parados.
Concordo com tudo que foi dito... critica a religião, ao consumismo, a dominação... mas o que para está mais evidente é o desabafo, realmente o grito que bem natural do jovem diante da confusão, da mentira, da corrupção...até que a gente enlouqueça, se molde ao sistema ou passe a conviver nas suas brechas.
o Dom Quixote, já em final de carreira, estava perdendo a noção da realidade devido a idade avançada e, quando viu os moinhos de vento, achou que eram criaturas míticas, e que deveria combatê-las... quando a musica diz "tudo bem, até pode ser, que os dragões sejam moinhos de ventos", ele quer dizer algo do tipo "tudo bem, pode ser coisa da minha cabeça", ou seja, ele está exagerando... fazendo "tempestade em copo d´agua"...
Gostaria de saber qual era a visão do escritor quando escreveu esta música
creio q seja uma historia de amor q nao deu certo. o no encontro casual, q ele espera ter, mas q depende do destino pra isso, poder ter explicacoes para o fim. mas na verdade sabe q se encontrarem novamente, provavelmente mao tera coragem de mexer nesse assunto, ainda mais porque as suas vidas ja estao separadas e ele nao a quer atrapalhar
A canção 3ª do plural, do compositor Humberto Gessinger – Engenheiros do Hawaii, nos apresenta uma crítica sobre a influência que os meios de comunicação em massa exercem sobre a sociedade. Em sua primeira estrofe, a canção enuncia o ciclo de consumismo ao qual estamos expostos: “Corrida para vender cigarro/ Cigarro pra vender remédio/ Remédio pra curar a tosse/ Tossir, cuspir, jogar pra fora”. Essa maneira a qual estamos suscetíveis ao convencimento de que é preciso consumir produtos, nos leva a comportarmos quase patológicos, patologia que é colocada na canção oportunamente em forma sintomática de acordo com o último verso da primeira estrofe. No decorrer da segunda estrofe nos deparamos com o controle intelectual da mídia sobre nós, apresentado com os seguintes versos: “Cabeça pra usar boné/ E professar a fé de quem patrocina”. Este boné/produto nos reveste a cabeça/pensamento a fim de orientar o que devemos usar, a marca que devemos usar. Aprofundando as afirmações acerca do controle exercido, pela mídia e o interesse capitalista, sobre a sociedade, na quarta estrofe o compositor aponta, de maneira sarcástica, para os valores estéticos que nos são impostos: “Silicone contra a gravidade”. Tentando assim condicionar o pensamento de toda a sociedade ao que é belo ou não. Na exposição mais contundente e direta sobre o estado alienado que a sociedade se encontra, a penúltima estrofe diz em seus dois últimos versos: “Querem te deixar com sede/ Não querem te deixar pensar”. Nessa passagem a coerção está evidenciada com as afirmações que “eles” querem controlar nossas vontades, mas que para isso não podem nos deixar pensar, ou seja, transferem nossa capacidade reflexiva para “eles” próprios. Destarte, percebemos a existência de duas questões presentes na canção que nos leva a questionar: “Quem são eles/ Quem eles pensam que são? com o objetivo de nos fazer investigar/refletir sobre a validade dessas influências, com a pretensão também de nos libertar da alienação proposta por interesses do momento, empresas, ou seja, ELES, a terceira pessoa do plural que configura o título da canção. Atualmente não percebemos esse tipo de abordagem (crítica) em canções, são raros os compositores que ainda hoje se preocupam com o fato de esse tipo de informação estar presente em seus trabalhos. Podemos associar isso a exatamente essa alienação mostrada na música, uma vez que a sociedade, ou pelo menos a maior parte dela, perdeu sua visão crítica/reflexiva, assim não se preocupa mais com esses assuntos de extrema relevância. A decisão de transformar esses pontos de vista em canção é algo absolutamente válido, uma vez que esse tipo de expressão cultural é mais direta, no sentido de alcançar o público em geral, do que, por exemplo, um ensaio sobre a alienação a qual estamos submetidos na atualidade.
O Humberto escreveu essa musica em mais de 10 anos, ele mesmo afirma que tinha trechos escritos dessa letra, mas somente em 1987, quando Marcelo Pitz saiu da banda e o HG assumiu o Baixo, assim ele começou a tocar aquele Groove de Baixo e foi colando os versos e estrofes fazendo a musica. Impossivel falar de drogas pois ele mesmo disse em sua Biografia que nunca foi usuario de drogas, e falar de Acidebte tbm foi bizarro. Pois ele mesmo diz que teve poucos amigos no Colégio em POA e o unico que ele levou da UFRGS foi o Carlos Maltz (futuro baterista dos Engenheiros). Ele só se casou em 1992, logo nao houve acidente ou qlqr tragedia de estrada. A inspiração definitivamente vem dessa historia de "Estrada da Vida" e que as curvas e os riscos sao apenas partes dessa Infinita Highway!