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	<title>Blog do Análise de Letras &#187; Pop</title>
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	<description>Proseando sobre o universo musical</description>
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		<title>Análise de &#8220;Cegos do Castelo&#8221;, de Nando Reis</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 16:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[analise]]></category>
		<category><![CDATA[cegos do castelo]]></category>
		<category><![CDATA[nando reis]]></category>
		<category><![CDATA[titãs]]></category>

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		<description><![CDATA[Sérgio foi muito pertinente com sua observação sobre a letra &#8220;Cegos do Castelo&#8221;, que Nando Reis gravou com os Titãs. Nando tocou baixo por muitos anos na banda que o consagrou, e atualmente segue carreira solo e mantem uma coluna semanal no jornal O Estado de São Paulo. Confira a análise de Sérgio: &#8220;Oi, Flor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio foi muito pertinente com sua observação sobre a letra &#8220;Cegos do Castelo&#8221;, que Nando Reis gravou com os Titãs. Nando tocou baixo por muitos anos na banda que o consagrou, e atualmente segue carreira solo e mantem uma coluna semanal no jornal O Estado de São Paulo.</p>
<p>Confira a análise de Sérgio:</p>
<p>&#8220;Oi, Flor. Boa tarde.<br />
Sua análise desta bela letra do Nando Reis tem tudo a ver. No entanto, apenas como crítica construtiva, desejo dar alguns toques. Creio que além desta visão mais global, a letra traz uma posição mais específica que se refere a um possível afastamento das drogas. É sabido que o Nando enfrentou muitos problemas com drogas pesadas e, após vários tratamentos, se limpou. Nesta música ele procura mostrar os danos causados sob a influência das mesmas utilizando imagens: “Eu não quero mais mentir: usar espinhos que só causam dor”… Isso é tão somente o desejo de se livrar da tentação de buscar a sensação de bem-estar (mentira) que uma picada (espinho) nos proporciona. “Eu não enxergo mais o inferno que me atraiu”… (Idem). “Dos cegos do castelo eu me despeço e vou…” Afinal, quem são os cegos do castelo? Simplesmente são as amigos da “rodada”, que ele considera ainda cegos por não conseguirem “enxergar” o mundo fora das muralhas (castelo) das drogas. E por aí vai. No final ele confessa a uma possível pessoa amada que ele precisa daquele apoio, do aconchego de um lar. E o artista faz questão de enfatizar numa linguagem bem simples e familiar (”vou cuidar do seu jardim”… “cuidarei do seu jantar”) que é na simplicidade de uma estrutura familiar que se encontra força pra fugir das tentações mundanas. Espero que minha análise tenha servido de alguma ajuda. Obrigado.&#8221;</p>
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		<title>Análise de Lanterna dos Afogados, dos Paralamas do Sucesso</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 19:32:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[jorge amado]]></category>
		<category><![CDATA[jubiaba]]></category>
		<category><![CDATA[lanterna dos afogados]]></category>
		<category><![CDATA[paralamas do sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Tetekinha fez uma análise muito interessante da música Lanterna dos Afogados, dos Paralamas do Sucesso. Segundo a usuária o nome da letra é o título de um capítulo do livro Jubiabá, de Jorge Amado. Confira a página do livro na wikipedia aqui. Confira a análise: &#8220;Uma vez li, que essa música faz aLuSão às HistóRiaS [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="Lanterna dos Afogados - Paralamas do Sucesso" src="http://farm2.static.flickr.com/1262/1110248235_102c9ab755.jpg?v=0" alt="" width="400" height="266" />Tetekinha fez uma análise muito interessante da música Lanterna dos Afogados, dos Paralamas do Sucesso. Segundo a usuária o nome da letra é o título de um capítulo do livro Jubiabá, de Jorge Amado. Confira a página do livro na wikipedia <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jubiab%C3%A1_(livro)">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a análise:<br />
&#8220;Uma vez li, que essa música faz aLuSão às HistóRiaS e vidas dos pescaDoreS…..</p>
<p style="text-align: justify;">O nome da muSica é o nome de um capítuLo do liro “Jubiabá” do BaiaNo<br />
JorGe AmaDo….</p>
<p style="text-align: justify;">O capítUlo RetraTa um bAr que fica no Cais do porto, onde as<br />
muLheRes que esperaVam seus maridos voLtarem do mar, naquela anGúsTiA de não<br />
saber se VoltarãO e os EspEram à noite, no porto, com suas LanteRnas a fim de<br />
ajUda-LoS a EnconTraR mais FaciLmentE o CamiNho de voLta pra CaSa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas<br />
essa é uma música que se abre a várias interpretações, e muda a cada ponto de<br />
vista , a cada estado de espirito da pessoa que ouve…</p>
<p style="text-align: justify;">Ela é<br />
linda!!!&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Confira o vídeo da Gal Costa e Herbert Vianna cantando a música.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-xVzJUmnn_A&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/-xVzJUmnn_A&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Sindrome de Edson Arantes e Pele</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 01:58:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[diana ross]]></category>
		<category><![CDATA[edson arantes]]></category>
		<category><![CDATA[lionel ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[paris hilton]]></category>
		<category><![CDATA[pele]]></category>

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		<description><![CDATA[Se tem coisa que eu não consigo fazer é separar é o Edson Arantes do Pelé. Sou obrigado a admitir que o Pelé fez coisas geniais, como aquele gol após um chapéu no zagueiro nos altos de 1958. Entretanto há de se concordar que aquele sujeito que fez piruetas pelo Santos e Seleção Brasileira não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem coisa que eu não consigo fazer é separar é o Edson Arantes do Pelé. Sou obrigado a admitir que o Pelé fez coisas geniais, como aquele gol após um chapéu no zagueiro nos altos de 1958. Entretanto há de se concordar que aquele sujeito que fez piruetas pelo Santos e Seleção Brasileira não se parece em nada com o Edson Arantes, acusado de tantas malcriadagens pelo Brasil afora.</p>
<p>Questionado acerca de suas atitudes, o rei do futebol pediu o impossível: &#8220;Por favor, não confundam o Pelé com o Edson Arantes&#8221;.</p>
<p>Cusparadas, xingamentos e xiliques são apenas alguns dos exemplos de atitudes que permeiam os artistas da bola e dos palcos, alvo constante das peripécias deste blog. O comportamento fora de gramados &#8211; e de palcos &#8211; consegue deturpar toda e qualquer imagem de um popstar, distanciando a música feita do ouvido de qualquer ser que se propõe a raciocinar sobre música. E não é comportamento politicamente correto que eu peço, não. Muito menos coerência. Bom senso?</p>
<p>A primeira imagem que me vem à mente no quesito arte-boa-e-comportamento-mal é o angelical Lionel Ritchie (de Easy e Endless Love, lembram?). O sujeito, dono de muitos hits (parcerias com Diana Ross, etc), foi acusado de espancar a esposa em alguns episódios nos anos 80, quando entrou em plena decadência e desapareceu. Em evidência só deixou sua filha, Nicole Ritchie, que em parceria com Paris Hilton apronta de vez em quando nas ruas de Hollywood.</p>
<p>Um estudo deveria analisar o que se passa na minha cabeça quando escuto Easy, por exemplo. Quase me dá um nó, exatamente como quando colocamos uma mão em uma bacia quente e a outra em uma fria. Os versos soam quase que sádicos! Em defesa do músico só podem estar os casais que se formaram nas noites dos bailinhos, agora casados e com filhos endiabrados.</p>
<p>Existem os artistas que procuram ser notícia, também, e usam de sua vida privada um trampolim para as vendas de discos. Se a mídia influencia, e os empresários impulsionaram cenas inexplicáveis para tornar o artista capa de jornal são quinhentos que seriam impossíveis discutir aqui, em poucas linhas. Estou preocupado com essa síndrome de Edson Arantes e Pelé, que é um mal que me assola, distanciando meu ouvido de artistas que não me parecem ser pessoas decentes.</p>
<p>Pra finlizar, as perguntas: O artista que você mais gosta é alguém que valha a pena conhecer? Aliás&#8230;essa questão realmente importa para os fãs?</p>
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